NELSON MANDELA, 100 ANOS – Global Citizen Festival Mandela 100, que será em dia 2 de dezembro, em Johanesburgo, na África do Sul

mandela 2Beyoncé e Jay-Z e várias outras celebridades como artistas como os nigerianos Wizkid, D’banj e Femi Kuti, filho de Fela Kuti, importante expoente do afrobeat, farão parte de festival que homenageará Mandela – O casal será a principal atração do Global Citizen Festival Mandela 100

Fonte, Jornal Correio Braziliense

Para comemorar os 100 anos do nascimento do sul-africano Nelson Mandela, a organização Global Citizen organiza um grande show em homenagem ao ex-presidente que foi símbolo da luta contra o regime do apartheid.

O casal Beyoncé e Jay-Z integra o evento como atração principal, ao lado de outros artistas como os nigerianos Wizkid, D’banj e Femi Kuti, filho de Fela Kuti, importante expoente do afrobeat.

Todos os recursos arrecadados com o show, até agora estimados pela Global Citizen em mais de US$ 1 bilhão, serão direcionados para a luta pela erradicação da pobreza no mundo.

Os festivais do movimento Global Citizen arrecadam recursos para auxiliar diversos projetos sociais ao redor do mundo.

A edição comemorativa do aniversário de Mandela contará com Naomi Campbell, Forest Whitaker e Tyler Perry como apresentadores. Além disso, a apresentadora Oprah Winfrey é presença confirmada em uma palestra sobre o legado do ganhador do Nobel da Paz.

MINISTÉRIO PÚBLICO vai investigar site que vende ilegalmente dados de brasileiros

A página, hospedada em um domínio sueco, comercializa dados como nome, endereço, CPF, perfis em redes sociais e até nomes de vizinhos.

Fonte, Jornal Correio Braziliense

MPA Comissão de Proteção de Dados Pessoais do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu inquérito para investigar um site, hospedado em domínio sueco, que vende dados pessoais de brasileiros, como nome, endereço, CPF, perfis em redes sociais e até nomes de vizinhos.

O Mercado Livre também foi notificado.

O MP pede que o site cancele a conta pela qual são vendidos os créditos de acesso ao serviço. De acordo com as investigações, com cerca de R$ 30, qualquer pessoa pode comprar créditos para visualizar os dados fornecidos. É aceito ainda pagamento com Bitcoins.

O MPDFT requisitou, ainda, informações cadastrais sobre o perfil responsável pela venda dos créditos e sobre os compradores.

Nos termos de uso o site informa que “o uso das informações apresentadas para prática de atos ilícitos, discriminatórios ou ilegais é de inteira e exclusiva responsabilidade do contrante” e acrescenta que quem compra os dados “deverá manter o sigilo das informações obtidas”. A portaria que instaura o inquérito foi assinada em 22 de junho.

 Na avaliação da comissão, a ilegalidade do serviço é manifesta. Os principais buscadores – Google, Yahoo, Baidu e Bing – foram notificados para que removam o site de seus resultados de busca. O pedido usa como base as próprias políticas das plataformas.

“Para conter a prática ilegal de venda de dados de brasileiros pelos sites, adotamos técnicas de contraterrorismo, ou seja, disrupção das informações (buscadores) e combate às formas de financiamento (Mercado Livre).

Outra tática adotada foi usar os próprios termos de uso e políticas de privacidade dos principais provedores de aplicação de internet para combater os sites ilegais”, explicou o coordenador da comissão, o promotor de Justiça Frederico Meinberg.

Em fevereiro deste ano, o MPDFT obteve o congelamento do domínio do site Consulta Pública, que fornecia dados pessoais de brasileiros, como nome, data de nascimento, nome da mãe, endereço, CPF e telefones livremente.

Esses sites, segundo avaliação do promotor de Justiça Frederico Meinberg, afrontam o direito constitucional à privacidade e, consequentemente, causam danos materiais e morais.

 
Com informações do MPDFT 

CINEMA – Produtores de Hollywood já estão na Tailândia planejando filme do resgate

TAILANDIAMichael Scott e Adam Smith, donos da Pure Flix, viajaram até o local onde 12 garotos e o treinador de futebol deles ficaram presos por 15 dias

Nesta terça-feira (10/7), o drama vivido por 12 garotos tailandeses e o treinador de futebol deles teve um final feliz.

Todos sobreviveram e foram resgatados depois de 15 dias presos na caverna Tham Luang,  no norte do país, depois de serem surpreendidos por uma tempestade que alagou o local.

Acompanhada com apreensão por todo o planeta, a história certamente teria potencial cinematográfico, só não se imaginava que os possíveis responsáveis agiriam tão rápido.

A operação de resgate mal terminou e dois produtores de Hollywood já estão no local estudando as possibilidades de criar e filmar um roteiro baseado no caso.

São eles Michael Scott e Adam Smith, donos da Pure Flix, que produziu Deus não está morto (2014).

A ideia deles é já entrar em contato com familiares dos Javalis Selvagens – nome do time pelo qual os garotaos jogam – e também com membros da marinha tailandesa que participaram do resgate.

“Eu vejo isso como um grande filme de Hollywood com os maiores astros do Cinema”, disse Scott à agência AAP.

Perguntado se não era muito cedo para iniciar essa abordagem, levando em conta o risco que os meninos corriam e a tensão vivida pelos familiares, Smith justificou sua iniciativa: “Haverá outras empresas de produção chegando, por isso temos que agir muito rapidamente”, informou o jornal inglês Daily Mail.

Senado aprova ampliação da potência de rádios comunitárias

Pela proposta, potência máxima das rádios poderá passar de 25 Watts para até 150 Watts. Texto segue para análise da Câmara dos Deputados.

Por Gustavo Garcia e João Cláudio Netto, G1 e TV Globo, Brasília

radiosO Senado aprovou nesta terça-feira (10) um projeto que prevê o aumento de potência máxima de rádios comunitárias, dos atuais 25 Watts para até 150 Watts.

O projeto foi apresentado pelo senador Hélio José (Pros-DF) e seguirá para análise da Câmara dos Deputados.

Para virar lei, o texto ainda precisa ser aprovado pelos deputados e sancionado pelo presidente Michel Temer.

Inicialmente, a proposta previa que a potência máxima poderia chegar a 300 Watts. No entanto, um acordo feito entre os senadores reduziu o teto para 150 Watts.

CAÇADORES VIRAM CAÇAS – Três caçadores são devorados por leões na África do Sul

Armados com uma espingarda e um machado, os caçadores entraram na reserva de Sibuya na segunda-feira, 2/7, no início da manhã

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Joanesburgo, África do Sul – Ao menos três caçadores que perseguiam um grupo de rinocerontes foram devorados por leões em uma reserva particular no sudeste da África do Sul, informou o proprietário da reserva nesta quinta-feira (5/7).

Armados com uma espingarda e um machado, os caçadores entraram na reserva de Sibuya na segunda-feira, 2/7, no início da manhã. No dia seguinte, foram encontrados mortos, com os corpos mutilados, declarou à AFP o proprietário da reserva, Nick Fox.

“Foram encontrados em meio aos leões, um grande grupo aparentemente, e não tiveram muito tempo para reagir”, explicou Fox.

“Não sabemos quantos eram (os caçadores), não restou muita coisa deles”, continuou, reconhecendo que “encontramos a roupa de três pessoas”.

Cães chegaram à América junto dos primeiros humanos, dizem pesquisadores

Consórcio de pesquisadores reconstitui a história dos cães nativos da América e descobre que eles chegaram ao continente acompanhando os primeiros humanos que se deslocaram pelo Estreito de Bering. Grupo partiu da Sibéria há cerca de 9 mil anos

Correio Braziliense

vira latasEle não é só o melhor, mas o primeiro amigo do homem pertencente a uma espécie distinta.

Companheiro fiel desde a domesticação, o cachorro tem seguido o Homo sapiens em sua jornada ao redor do globo.

E foi assim que chegou às Américas no fim do gelo, atravessando o Estreito de Bering desde a Sibéria, por volta de 9 mil anos atrás.

Do norte do Novo Mundo, espalhou-se pelo continente, alcançando todos os cantos, inclusive o Brasil. Porém, com a colonização europeia, a partir do século 15, os cães nativos desapareceram, deixando poucas marcas genéticas nas populações atuais. A única, aliás, não é nada saudosa: o TVT, um câncer venéreo que acabou se espalhando por todo o mundo.

Esse é o resumo da história dos cães nas Américas, reconstituída por um consórcio de pesquisadores liderados pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

O resultado do estudo foi publicado na revista Science e tem como base o sequenciamento genético de 71 fósseis de cães americanos e siberianos, além do DNA mitocondrial (da linhagem da mãe) de 145 espécimes modernos e antigos, contidos em um banco de dados mundial.

De acordo com o estudo, os cães nativo americanos não eram parentes dos lobos do norte do continente, como muitos trabalhos defendem, mas tinham ascendência direta dos cachorros siberianos.

O fato evidencia o movimento migratório da espécie, acompanhando as ondas de deslocamento humanas para essa parte o planeta. “Nosso estudo confirma que os cães americanos originaram na Sibéria e atravessaram o Estreito de Bering durante as primeiras ondas de migrações do homem para o continente”, diz Angela Perri, arqueóloga da Universidade de Durham e coprimeira autora do artigo.

Isso ficou evidente com a árvore filogenética construída pelos cientistas a partir dos genomas dos animais. Ela mostrou que os cães americanos que habitavam o continente antes do contato com o colonizador europeu descendiam de populações caninas da Ilha Zhokhov, da Sibéria Oriental.

Além disso, análises da taxa de mutação de moléculas — uma técnica utilizada para deduzir o tempo de divergência entre espécies — sugerem que todos nativos compartilhavam um ancestral que viveu entre 16 mil e 13 mil anos atrás, o qual, por sua vez, também se separou da linhagem dos cães de Zhokhov mil anos antes. Segundo os pesquisadores, esses períodos coincidem com as primeiras migrações para as Américas.

Impacto da colonização

Esses cães conviveram com populações humanas de nativos americanos durante milênios. Então, os europeus chegaram. Primeiro os espanhóis, depois os portugueses. Rapidamente, os descendentes dos cachorros siberianos desapareceram, deixando um único vestígio, um câncer venéreo transmissível.

“Algo muito catastrófico deve ter acontecido, e é muito provável que tenha associação com a colonização. O desaparecimento quase total provavelmente é uma combinação de efeitos como doenças, perseguição cultural e mudanças biológicas”, explica Laurent Frantz, pesquisador da Rede de Pesquisas de Paleogenômica e Bioarqueologia de Oxford (Paleo-Barn). “Porém, ainda não temos evidências para explicar o desaparecimento súbito dos cães”, admite.

Em nota, o diretor do Paleo-Barn fez um paralelo com o que ocorreu com os nativos americanos, dizimados pelo homem branco das Américas. “Esse estudo demonstra que a história dos homens refletiu-se na dos nossos animais domésticos. Europeus e americanos eram geneticamente distintos e, assim, eram seus cães. E, assim como os indígenas foram substituídos pelos colonizadores europeus, o mesmo foi verdade sobre seus cachorros.”

Apesar de dizimados, os cães nativos americanos deixaram a marca do tumor venéreo TVT nos animais europeus. Segundo o artigo, esse câncer teve origem nas células de um único cachorro, chamado “cão fundador do TVT”, que viveu há milhares de anos.

Esse espécime era próximo geneticamente dos que viviam nas Américas antes da colonização. Provavelmente, devido a cruzamentos, ele foi transmitido aos cachorros da Europa e, hoje, é o último vestígio da população que se aventurou pelo Estreito de Bering mais de 10 milênios atrás para fazer o que sempre fez: ficar ao lado do melhor amigo.

SUICÍDIO – Um texto de Frei Betto, para reflexão, Enviado por Giovani Baroni

frei BOs recentes suicídios da estilista Kate Spade e do chef Anthony Bourdain, somados ao de alunos de colégios de classe alta em São Paulo, exigem reflexão.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde, dados de 2015) o suicídio mata mais jovens entre 15 e 29 anos que o HIV. Fica atrás apenas dos acidentes de trânsito.

Nos EUA, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão do governo, admite aumento de 30% nos suicídios desde 1999, a maioria por armas de fogo. No Brasil, o índice é de 6,9 casos por cada 100 mil habitantes.

São muitas as causas: perda de entes queridos (por morte ou separação), problemas financeiros ou legais, abuso de substâncias químicas (drogas, bebidas, medicamentos), declínio da saúde física ou mental etc. Entre os jovens, perda da autoestima.

Nossas famílias e escolas tratam o tema como tabu. Calam-se sobre o que precisa ser debatido: sexo, falta de afeto, dor, separação, fracasso e morte.

Nessa sociedade neoliberal que enfatiza como valores supremos riqueza, poder, fama e beleza, é indispensável a educação fomentar a consciência crítica perante tal proposta consumista/hedonista e instruir os jovens a lidar com perdas e conflitos emocionais. E se as coisas derem errado em suas vidas, o que fazer?

O suicida é um ator que entra em cena quando cai a cortina do palco. Ele nos interpela. Joga sobre nós o peso da culpa. Por que não fomos capazes de salvá-lo? Deixamos de amá-lo o suficiente? Há várias formas de suicídio e a pior nem sempre é a que faz cessar a vida como fenômeno biológico.

Frei Betto

SENAR sedia programação técnico-científica da Fenagri 2018

A menos de 15 dias do início da 27ª Feira Nacional da Agricultura Irrigada (Fenagri) em Juazeiro (BA), equipes do Centro de Excelência em Fruticultura do SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) trabalham para sediar mais de 40 atrações técnico-científicas desta edição.

IMG_0423Com a expectativa de receber 1,2 mil pessoas de todo país, a entidade age como parceira da prefeitura na realização de seminários, fóruns, palestras e minicursos.

O evento, que é o maior do setor na América Latina, vai de 11 a 14 de julho, com exposições de produtos e serviços e feiras de negócios, no Juá Garden Shopping, às margens da Rodovia Lomato Júnior (km06).

De acordo com a diretora do Centro de Excelência do SENAR, Mônica Ishikawa, a instituição ficou responsável por sediar a parte técnico-científica da Fenagri devido a sua grande estrutura e proximidade ao shopping.

IMG_0291Salas acondicionadas, bibliotecas, laboratórios e auditórios estão sendo preparadas para a mobilização de quatro dias.

“Já temos confirmação de caravanas de empresários, pesquisadores e produtores vindas do Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, entre outros estados.

O que mostra que expectativa é geral, nós esperamos colaborar para uma grande edição e os visitantes vêm atrás de novidades do ramo agrícola”, conta Ishikawa.

Segundo a prefeitura de Juazeiro e a Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Juazeiro (ACIAJ), organizadores do evento, a estimativa é de que a feira atraia um total de 40 mil pessoas, que participarão de atrações seja no SENAR ou no Juá Garden.

Mônica Ishikawa enfatiza que neste ano haverá um destaque maior ao intercâmbio de conhecimento e tecnologias.

“Teremos palestras sobre convivência com o Semiárido, modelo de gestão agrícola, mecanização da fruticultura; fóruns sobre qualidade x mercado, panorama da manga no mundo e no Vale do São Francisco; minicursos sobre racionalização dos recursos hídricos, adequação das fazendas ao código florestal; dentre vários outros eventos. Ou seja, estamos com uma programação bem atraente e diversificada”, afirma.

IMG_0272Além do SENAR, são parceiros da Fenagri a Embrapa, IRPAA, Codevasf, Sebrae, Uneb, Univasf, IF-Sertão, Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e a Moscamed.

De acordo com a prefeitura, o evento deve superar o movimento de negócios das edições anteriores.

Neste ano, a feira tem como tema ‘Cultivando sabores e valores do Vale’, é aberta ao público e também abrirá espaço para Caprinovinocultura, no pátio externo do shopping.

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Pesquisa: notícias falsas circulam 70% mais do que as verdadeiras na internet

Uma mensagem falsa tem 70% mais chances de ser retransmitida (Reuters/Kacper Pempel)

Notícias consideradas falsas se espalham mais facilmente na internet do que textos verdadeiros.

Fonte Agencia Brasil

falso A conclusão foi de um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), instituição de ensino reconhecida mundialmente pela qualidade de cursos de ciências exatas e de áreas vinculadas à tecnologia.

Os pesquisadores Soroush Vosoughi, Deb Roy e Sinan Aral analisaram 126 mil mensagens (não apenas notícias jornalísticas) divulgadas na rede social Twitter entre 2006 e 2017. No total, 3 milhões de pessoas publicaram ou compartilharam essas histórias 4,5 milhões de vezes. O caráter verdadeiro ou falso dos conteúdos foi definido a partir de análises realizadas por seis instituições profissionais de checagem de fatos.

Os autores estimaram que uma mensagem falsa tem 70% mais chances de ser retransmitida (retuitada, no jargão da rede social) do que uma verdadeira. As principais mensagens falsas analisadas chegaram a ser disseminadas com profundidade oito vezes maior do que as verdadeiras. O conceito de profundidade foi usado pelos autores para medir a difusão por meio dos retuítes (quando um usuário compartilha aquela publicação em sua rede).

O alcance também é maior. Enquanto os conteúdos verdadeiros em geral chegam a 1.000 pessoas, as principais mensagens falsas são lidas por até 100.000 pessoas. Esse aspecto faz com que a própria dinâmica de “viralização” seja mais potente, uma vez que a difusão é “pessoa a pessoa”, e não por meio de menos fontes com mais seguidores (como matérias verdadeiras de contas de grandes veículos na Internet).

Motivos

Os pesquisadores investigaram o perfil dos usuários para saber se estaria aí o motivo do problema. Mas, para sua própria surpresa, descobriram que os promotores desses conteúdos não são aqueles com maior número de seguidores ou mais ativos. Ao contrário, em geral são pessoas com menos seguidores, que seguem menos pessoas, com pouca frequência no uso e com menos tempo na rede social.

Uma explicação apresentada no estudo seria a novidade das mensagens. As publicações falsas mais compartilhadas eram mais recentes do que as verdadeiras. Outra motivação destacada pelos autores foi a reação emocional provocada pelas mensagens. Analisando uma amostra de tuítes, perceberam que elas geravam mais sentimentos de surpresa e desgosto, enquanto os conteúdos verdadeiros inspiravam tristeza e confiança.

Política no centro

A pesquisa também examinou a disseminação por assunto. As mensagens sobre política circulam mais e mais rapidamente que as de outras temáticas. Esses tipos de conteúdos obtiveram um alto alcance (mais de 20 mil pessoas) três vezes mais rápido que as publicações de outros assuntos. Também ganharam visibilidade os tuítes sobre as chamadas “lendas urbanas” e sobre ciência.

“Conteúdos falsos circularam significantemente mais rapidamente, mais longe e mais profundamente do que os verdadeiros em todas as categorias de informação. E esses efeitos foram mais presentes nas notícias falsas sobre política do que naquelas sobre terrorismo, desastres naturais, lendas urbanas e finanças”, constaram os autores.

Robôs

Os autores também examinaram a participação de robôs (bots, no jargão utilizado por especialistas) na disseminação dessas notícias. Diferentemente de teses apresentadas em outros estudos, os robôs avaliados compartilharam mensagens falsas e verdadeiras com a mesma intensidade. “Notícias falsas se espalham mais do que as corretas porque humanos, e não robôs, são mais suscetíveis a divulgá-las”, sugere o artigo.

Zumbido nos ouvidos: o que é, causas e tratamento

zumbido-O otorrinolaringologista Dr. Renato Bittar, do Consulta Aqui, esclarece sobre esse mal que acomete uma parte considerável da população.

O zumbido, também conhecido como tinnitus ou acúfeno, é caracterizado como um ruído incômodo que não provém de nenhuma fonte de som externa. Na maioria das vezes, não é sinal de doenças graves, mas necessita de acompanhamento médico devido ao desconforto provocado.

O otorrinolaringologista Dr. Renato Bittar, do Consulta Aqui, explica que o zumbido configura um sintoma auditivo de alguma condição médica e que pode se originar por vários fatores. “As causas são as mais variadas, podendo ser desde condições simples como acúmulo de cerume, até condições mais complexas como tumores. Porém, vale frisar que na grande maioria dos casos, o zumbido é secundário a perdas auditivas, seja por envelhecimento, exposição crônica a ruídos e até mesmo pelo uso de medicações tóxicas aos ouvidos”, explica Bittar. Além disso, estudos mostram que pacientes com transtornos de humor, dentre eles, a depressão, tendem a intensificar a percepção e o incômodo com o zumbido.

Segundo a American Tinnitus Association (em tradução livre, “Associação Americana de Zumbido no Ouvido”), pelo menos 20% das pessoas apresentam algum quadro do fenômeno ao longo da vida. Na população com mais de 60 anos, esse índice sobe para 25%.

De acordo com o Dr. Renato, todo quadro de zumbido deve ser minuciosamente investigado e o tratamento deve englobar uma equipe multidisciplinar que irá avaliar e identificar as possíveis causas. “O diagnóstico baseia-se na história clínica e evolutiva da queixa, no exame médico completo, exames laboratoriais e audiometria. Eventualmente, o médico pode necessitar de solicitar outros exames complementares como tomografia e ressonância magnética”, esclarece.

Atualmente, a medicina dispõe de um amplo arsenal terapêutico para o tratamento do zumbido, como aparelhos de amplificação sonora com recurso de mascaramento do zumbido, terapia de enriquecimento sonoro e tratamento medicamentoso. “O zumbido foi negligenciado por décadas pela Medicina e por isso passou a ser visto como algo intratável. Nada mais longe da verdade”, finaliza o Dr. Bittar.

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Serviço – Consulta Aqui – Endereço – Rua Barão de Jundiaí, 485 Lapa – São Paulo SP = Central de atendimento (11) 3838 4669 – Site http://www.consultaaqui.com.br/

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