Cepe lança livro em que Psicanálise e Filosofia dialogam sobre temas essenciais

Ensaios Psicanalíticos em Interface com a Filosofia, do psicanalista e filósofo Zeferino Rocha, será lançado às 19h da próxima quinta-feira (01.09), na Academia Pernambucana de Letras
 
livro 3 livro 4O diálogo travado entre a psicanálise e a filosofia em torno de temas que secularmente afligem a existência humana, como dor, a angústia, a depressão e a paixão amorosa, é apresentado no último livro do psicanalista, filósofo, professor e ensaísta pernambucano Zeferino Rocha, que há cerca de um mês (31.08) faleceu, aos 87 anos de idade, em São Paulo. A obra, Ensaios Psicanalíticos em Interface com a Filosofia, será lançada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) no próximo dia 1º, às 19h, na Academia Pernambucana de Letras.
Com 233 páginas, o livro reúne nove ensaios psicanalíticos apresentados por Zeferino Rocha em encontros científicos e divulgados em jornais e revistas nacionais, bem como em publicação anterior do autor já com edição esgotada. Com apresentação do psicanalista e professor do Departamento de Neuropsiquiatria da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) João Alberto Carvalho, a coletânea é leitura necessária não apenas ao círculo dos profissionais e estudantes das duas ciências, mas reflexão importante e campo de oportunidades para aqueles com ávido interesse sobre os mistérios da alma humana.
A obra traz ainda para o debate temas sociais atuais, como a violência, o fundamentalismo religioso e de que forma reverberam no amplo espectro do sofrimento psíquico do homem moderno. “Zeferino, sempre fiel a Freud, demonstra que a psicanálise é oriunda de momentos de mal-estar para o indivíduo e para o mundo. Esta noção vale para outras ciências humanas, como a filosofia. Grandes estudos existenciais, de algum modo, relacionam-se com alguma experiência de dor. Afinal, não são saberes contemplativos. Alguma ferida está na sua origem”, aponta João Alberto Carvalho em seu texto.
Um dos mais importantes estudiosos da obra deixada pelo “pai da psicanálise”, Zeferino Rocha foi responsável pela formação de inúmeros profissionais no Brasil. Membro fundador do Círculo Psicanalítico de Pernambuco, foi mestre em Filosofia e Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (Itália); doutor em Psicologia pela Universidade de Paris X; professor de História da Filosofia na Faculdade de Filosofia do Recife (Fafire); professor do Departamento de Psicologia da UFPE; professor do Programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Psicologia Clínica da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), entre títulos. Escreveu entre os anos de 1993 e 2011, outros dez livros que muito contribuíram para o estudo e debate da psicanálise.
Serviço – Lançamento do livro Ensaios Psicanalíticos em Interface com a Filosofia
Quando: Quinta-feira, 1º de setembro
Onde: Academia Pernambucana de Letras
Endereço: Avenida Rui Barbosa, 1596, Graças.
Horário: 19h
Valor do livro: R$ 45,00 (lançamento) e R$ 50,00 (livrarias)
 

“O TREM QUE LEVOU MARIA”

Valdir DachiniUm texto de Valdir Fachini, escritor residente em Campinas, São Paulo.

     Eram quatro e meia, passava um pouquinho, o fosco clarinho rasgava o varjão, quando aquele trem saiu da estação levando uma porção de coisas minhas, minha primeira e única namorada, minha paixão, meu sonho e minha alegria de viver.
    Ela foi embora, porquê dizia estar cansada da vidinha de cidade pequena. Queria deixar de usar vestido de chita e se presentear com um Dior ou Versace, até Clodovil já estava de bom tamanho.
 Queria deixar de tomar pinga com capilé e só bebericar Don Perignon, trocar o torresmo com mandioca por escargot e caviar. Festa junina, Mário Zan, ….com a filha de João, Antônio ia se casar……nunca mais, dai pra frente era só Beatles, Rolling Stones, Elvis e Roberto, que já estava no auge.
      Aquele trem, também levou no mesmo dia, o meu amigo de infância, ainda me lembro dele, subindo no vagão com aquela velha mala amarela, que na verdade, nem era amarela, era bege, que no final das contas ele disse que vendeu ela pra comprar um pão com mortadela, Vi quando ele se sentou no mesmo banco com um velho senhor e foram conversando, com certeza falando do seu viralata, que ele chamava de Sultão,…oh cachorro chato pulguento e matador de galinhas, Tempos depois, ele fez uma música, contando a história dessa mala.
      Dois meses depois, minha princesa me escreveu contando da viagem, Disse ela , que o trajeto demorou um pouco mais que o combinado, porquê o trem fez uma longa parada na cidade de Brodowsky, onde estavam erguendo um monumento em homenagem a um pintorzinho que tinha nascido naquela cidade, minha fofura não conhecia, não devia ser ninguém famoso.
     Ela falou também do lugar que estava morando e que já tinha arranjado serviço, ela era garçonete (toda moça do interior quando vai pra cidade grande, trabalha de garçonete ) e que tinha uma novidade, ela descobriu que estava grávida, eu ia ser pai.
      Pra mim, foi a maior alegria, minha parentada não gostou nem um pouco, mas o meu amigo quitandeiro japonês, o Watanabe fez a maior festa, soltou rojão, fez uma churrascada e se embebedou a noite toda. Todo dia ele me perguntava dela, se estava bem, se ela precisava de alguma coisa, parece que ele se preocupava mais do que eu e olha que eles nem eram tão amigos assim.
     Enfim, quase nos dias do bacuri mostrar as fuças, o meu anjo voltou pra casa, ela pariu um molequinho com cara de joelho, que eu achava que parecia comigo, todo mundo dizia que não, mas o importante que era meu sangue e eu já gostava muito dele.
     Porém, minha alegria durou pouco, quando o varãozinho desmamou, meu doce de coco quis ir embora de novo, seu sonho ainda não tinha se realizado, ela ainda não tinha comprado seu Versace, só comprava em brechó, escargot? nem nunca viu, só comia acém com batatas, e foi.
    Eram quatro e meia, passava um pouquinho e de novo aquele trem saiu da estação, levando uma porção de coisas minhas, minha amada, minha paixão, que com o clima metropolitano se tornou mais linda e aquela preciosidade de zóinho esticadinho, meu amado filho Toshio.
_______________________________
texto de Valdir Fachini, escritor residente em Campinas, São Paulo.

CAIXA CULTURAL RECIFE APRESENTA EXPOSIÇÃO ÊXODOS DO FOTÓGRAFO SEBASTIÃO SALGADO

Mostra do renomado fotógrafo Sebastião Salgado entra em cartaz na capital pernambucana dia 1º de setembro

sebastiao salgadoA CAIXA Cultural Recife apresenta, de 1º de setembro a 16 de outubro, a exposição Êxodos, do consagrado fotógrafo Sebastião Salgado.

Premiado internacionalmente, Salgado é considerado um dos maiores talentos da fotografia mundial, pelo teor social em seu trabalho.

Para chegar ao resultado de Êxodos, ele viajou durante seis anos, por 40 países, para mostrar a humanidade em trânsito, provocando uma reflexão sobre as questões políticas, sociais e econômicas de pessoas que foram obrigadas a deixar a sua terra natal.

A mostra estará aberta para visitação gratuita de terças-feiras a domingos, das 10h às 19h.

Êxodos é uma história reveladora, que retrata pessoas que abandonam a terra natal contra a própria vontade.

Em geral elas se tornam migrantes, refugiadas ou exiladas, compelidas por forças que não têm como controlar, fugindo da pobreza, da repressão ou das guerras. “Mais do que nunca, sinto que a raça humana é somente uma.

Há diferenças de cores, línguas, culturas e oportunidades, mas os sentimentos e reações das pessoas são semelhantes”, define Salgado.

A coleção com 60 pôsteres que compõem essa exposição foi doada por Lélia Wanick e Sebastião Salgado ao Instituto Terra, ONG ambiental que o casal fundou em 1998, em Aimorés (MG).

TALENTO RECONHECIDO

Sebastião Salgado nasceu em 1944, em Aimorés, Minas Gerais. Economista de formação, começou sua carreira de fotógrafo em Paris, em 1973. Trabalhou sucessivamente com as agências Sygma, Gamma e Magnum Photos até 1994, quando, ao lado de Lélia Wanick Salgado, sua diretora artística, fundou a agência de fotografia Amazonas Images, que se tornou a base de todas as atividades inerentes ao seu trabalho.

Salgado esteve em mais de 100 países para projetos fotográficos que, além de inúmeras publicações na imprensa, foram apresentados em forma de livros e exposições apresentadas em museus no mundo inteiro, tais como: Outras Américas (1986), Sahel, l’Homme en détresse (1986), Trabalhadores (1993), Terra (1997), Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo (2000), África (2007), e Gênesis (2013). O livro mais recente, Perfume de Sonho, é fruto de uma viagem ao mundo do café (2015).

 _______________________

Serviço: Exposição fotográfica: “Êxodos” – Sebastião Salgado -Período: de 1º de setembro a 16 de outubro de 2016 – Horário: das 10h às 19h, de terças-feiras a domingos
Local: CAIXA Cultural Recife – Av. Alfredo Lisboa, 505 – Recife-PE

Entrada franca

_______________________

 Com informações de Andreza Vasconcelos = www.aponte.com.br = 81 3127 1999 // 9 8233 5857

 

Cepe lança biografia de Moacir Santos em noite de concerto no Santa Isabel

O músico pernambucano Moacir Santos é considerado um dos maiores compositores e arranjadores do mundo, morou em Gravatá na década de 50, na casa do Maestro Manuel Bombardino do qual foi aluno e componente da Banda XV de Novembro.
moacir santosMoacir Santos – Ou os caminhos de um músico brasileiro, de Andrea Ernest,  que será lançado, 
com um concerto da Banda Sinfônica do Conservatório Pernambucano de Música
 
Mestre de nomes como Baden Powell, Roberto Menescal, Sérgio Mendes, João Donato, Nara Leão, Eumir Deodato e Carlos Lyra, entre muitos outros, o músico pernambucano Moacir Santos é considerado um dos maiores compositores e arranjadores do mundo, embora ainda seja pouco conhecido em sua terra natal
Nesta terça-feira (23), a Companhia Pernambucana de Pernambuco (Cepe), lançou no Teatro de Santa Isabel, às 19h, livro que resgata obra e vida desse sertanejo, de São José do Belmonte, que caso estivesse vivo teria completado 90 anos em julho passado.
O lançamento de “Moacir Santos ou Os caminhos de um músico brasileiro”, da pesquisadora e musicista Andrea Ernest Dias, também contará com homenagem da Banda Sinfônica do Conservatório Pernambucano de Música, com regência do maestro Marcos FM. O lançamento tem entrada franca.
 
Editada em conjunto a editora carioca Folha Seca, o livro é fruto de um amplo levantamento realizado por Andrea Ernest Dias, doutora em flauta pela Universidade Federal da Bahia, com tese sobre Moacir Santos,  e também idealizadora do Festival que leva o nome do músico. A partir de pesquisa documental, de campo e fotográfica, ela revela a vida e a obra de Moacir Santos que, órfão aos três anos, sofreu intensamente com a pobreza e a discriminação racial.
 
De menino pobre do Sertão pernambucano, que teve como primeiro “instrumento” uma lata de goiabada, aos dias de homenagens – como a feita por Vinícius de Moraes na letra de Samba Canção (“A bênção, maestro Moacir Santos / Não és um só, és tantos / Como o meu Brasil / De todos os santos”), Moacir Santos construiu uma história de buscas. 
Teve uma juventude errante e solitária, tocando em feiras e circos em cidades do interior de  Pernambuco e  Nordeste afora. Aos 22 anos, segue para o Rio de Janeiro onde, entre outros resultados de sua busca por conhecimento e profissionalização,  acaba sendo contratado pela Orquestra da Rádio Nacional – símbolo de prestígio e status entre os músicos na época. 
 
No Rio de Janeiro, Moacir Santos também ensinou música e escreveu inovadores arranjos, compôs trilhas sonoras para vários filmes e conquistou diversos prêmios, entre eles, ainda em 1960, o Diploma de Músico do Ano.
Cinco anos depois, Moacir segue para os Estados Unidos, onde também se tornou alvo de expressivas distinções, a exemplo da inclusão do seu disco Coisas (1965) numa seleção lado de obras de Miles Davis e John Coltrane. Também ganhou, entre outras condecorações, o Certificate de Appreciation, City of Los Angeles.
Conhecido pelo seu virtuosismo, tocava saxofone, piano, clarineta, trompete, banjo, violão e bateria, sua música reuniu  influências afro latinas ao jazz.  Faleceu em Pasadena, Califórnia, há dez anos (6 de agosto de 2006).
 
___________________________

Com informações da jornalista Roziani Fernandes, da Assessoria de Impresnsa da CEPE – (roziane.fernandes@cepe.com.br)

 

Projeto São Francisco reintegrou 116 mil animais à natureza

As aves foram resgatadas ao longo das obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco pelo Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna) e vão se juntar a outros 116 mil animais já reabilitados e reintegrados à vida selvagem. Entre eles veados, cobras, aves, tatus e calangos.

papagaiosBrasília-DF – Na madrugada desta terça-feira (23), 50 papagaios foram devolvidos à natureza no sertão nordestino.

Essas ações foram possíveis graças a uma parceria do Ministério da Integração Nacional, executor da maior obra de infraestrutura hídrica do país, e a Universidade Federal do Vale do São Francisco, responsável pelo Centro de Conservação.

O trabalho realizado pelo Cemafauna já resgatou mais de 133 mil animais de várias espécies, sendo três em extinção: um gato do mato, um mocó da caatinga e um gato mourisco – os três animais em reabilitação no Centro.

O processo inclui tratamento, alimentação e preparação, por meio da utilização de várias estruturas: viveiros, jaulas, salas, laboratórios e clínicas veterinárias. Um trabalho que conta com a parceria do Ministério da Integração Nacional.

As aves foram transferidas no último mês (27) do Centro para um viveiro de ambientação em área conservada em Salgueiro (PE). A média de reabilitação de um animal é de oito meses. Depois da soltura ainda monitoramos esses bichos, verificando se estão se alimentando corretamente, se estão voando da forma adequada”.

Cuidado com os animais

Com investimentos de R$ 8,9 milhões do Ministério da Integração Nacional, o Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna) está localizado na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Petrolina (PE). A instituição é responsável pelas ações do Centro, que desde 2008, realiza estudos de inventário, resgate e monitoramento da fauna silvestre nas áreas de influência direta e indireta do projeto, nos eixos Norte e Leste do Projeto São Francisco.

_________________

Com informações da Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Integração Nacional – (61) 2034-5296/5528 – E-mail: imprensa@integracao.gov.br – Portal: www.mi.gov.br – facebook.com/br.integracao = twitter.com/br_integracao

 

C R O N I C A – D A – O L I M P I A D A – RIO – 2016

   De repente, o Brasil acorda nesta segunda-feira dia 22 de agosto de 2016 mais otimista, mais feliz, mais esperançoso que uto posse dar certo e que o Pais são dessa crise.

OLIMPDurante os 16 dias de competições olímpicas e de disputa de medalhas, o brasileiro esqueceu da crise, dos políticos, do impeachement da presidente Dilma, das vaias ao presidente Temer, o lava-jato, dos políticos ficha-suja, preferindo ficar em frente à TV para torcer pelos nossos atletas.

Todo mundo sabe que uma Olimpíada de sucesso não vai fazer ninguém esquecer os problemas do nosso pais. Pobreza, saúde pública ruim, segurança, corrupção, políticos, infra estrutura urbana deficiente, 12 milhões de desempregados e por aí …. MAS, NOSSA ALTOESTIMA FICOU LÁ EM CIMA, SOMOS UM CORAÇÃO ORGULHOSO.    

A Olimpíada terminou ontem com uma grande festa.

Não fomos o melhor, mas tivemos a melhor performance da nossa história em olimpíadas.

19 medalhas. 7 de ouro. 6 de Prata e 6 de Bronze e uma 15º lugar entre os 205 países participantes.

Sim. Foram 206 países participantes, com 11 mil atletas disputando 42 modalidades esportivas, com 306 provas, sendo 136 disputada por mulheres e 161 homens. Mais de 2 milhões de turistas desembarcaram nos aeroportos, portos e rodoviárias do Rio de Janeiro para assistir e participar das olimpíadas.    

O Rio de Janeiro bateu disparado o recorde mundial do uso de camisinha. Houve até desabastecimento em algumas farmácias e lojas ali do entorno da vila olímpica. Também tanta gente jovem, bonita e sarada juntas, não poderia ser diferente. O amor imperou também entre os atletas. Para muitos, foram dias espetaculares.   

Nada de anormal de relevância aconteceu.  Quem esperava por atentados terroristas, sabotagens ou coisa assim? Ficou em paz. Nada de mal aconteceu. Apenas uns nadadores norte-americanos forjaram um pseudo assalto, mas foram desmascarados. Fomos eficientes também para mostrar ao mundo nossa seriedade.

Foi a olimpíada da tecnologia e do SELF.

O celular imperou em todos os momentos e bilhões de imagens dos jogos, de pessoas, de festas, vitórias e derrotas, semblantes de alegria pela vitória e de tristeza pelas derrotas, de imagens do Rio de Janeiro, ganharam as redes sociais do mundo inteiro.

A TV levou imagens para mais de 5 bilhões de telespectadores de todos os recantos do mundo. O globo terrestre viu as cores e a alegria do Brasil e dos brasileiros.

 A FESTA DE ONTEM

O Brasil deu um grande exemplo para o mundo, de organização, brasilidade, respeito aos povos do mundo, mostrando preocupação com a ecologia, o meio ambiente, valorização da nossa cultura, da nossa história, dos nossos valores.

Através de apresentações nas festas de abertura e de encerramento, como também na movimentação das torcidas e no público o Brasil mostrou para o mundo sua preocupação com a cultura, com a flora, com a fauna e com a nossa história.

E o que é que o mundo viu ontem na festa de encerramento da Olimpíada no Estádio do Maracanã.

Músicas de Ari Barroso, Cartola, Carmem Miranda, as bachianas de Heitor Vila Lobo. As cozes de Carmem Miranda com Brasileirinho e de Luiz Gonzaga foram ouvidas em alto som no Maracanã e no mundo para onde a solenidade estava sendo transmitida pela TV.

As TVs GLOBO, a BAND, a RECORD deram um show de transmissão.

O povo nordestino estava muito bem representado nas músicas de Luiz Gonzaga, Manezinho Araújo, Jackson do Pandeiro, Mestre Ciba, Mestre Salú, o frevo Vassorinhas tocado por Spok que tem o nosso gravataense Adelson Pereira na Bateria, apresentação de Lenine e a lembrança de Lampião o Rei do Cangaço e os bonecos de barro do Mestre Vitalino de Caruaru.  

Um grande espetáculo com a participação e desfile de mais de 10 mil pessoas, entre atletas, técnicos e profissionais de apoio que atuaram nas olimpíadas.   

Para essa Olimpíada, o Rio de Janeiro se preparou durante sete anos. Modernizou-se. Investiu bilhões de Reais. Mobilizou durante os 19 dias de Olimpíada mais de 100 mil pessoas, entre voluntários, trabalhadores, militares da força nacional, exercito, policiais e aparato de segurança.

Uma grande festa e sete ouros.

             

OURO – Rafaela, ouro

OURO – Robson Conceição – Boxe

OURO – Thago Braz salto de Vara

OURO – Voley de Bernadinho

OURO – Voley de Praia masculino de Alison e Bruno

OURO – As meninas da Vela

OURO – Futebol de Neimar

 

E a presença de grandes campeões, com destaque apara

 A canoa de Ezaquias Queiroz, um menino de 22 anos sem um RIM, da cidade de na Bahia – TRES MEDALHAS – PRATA, BRONZE

BOLT – O homem mais veloz do mundo – ilha pobre do caribe a Jamaica

O Michael Phelps nadador amais rápido do que um peixe com 5 medalhas de Ouro no Brasil com 28 medalhas de ouro na carreira.

E Neimar com seus dois gols maravilhosos contra a Alemanha que deu o ouro ao Brasil

Grupo de Apoio aos Meninos de Rua (GAMR) promove exposição fotográfica em Gravatá

Evento é gratuito e faz alusão ao Dia Mundial da Fotografia

anjo 3 anjo 4 anjo 5Na próxima sexta-feira (19), comemora-se o Dia Mundial da Fotografia e, em Gravatá, no Agreste, a data não passará em branco. O Grupo de Apoio aos Meninos e Meninas de Rua (GAMR), promove das 18 às 22h, na Praça da Matriz, uma exposição fotográfica intitulada Anjos – Somos todos. A exposição é produzida pelo coletivo Fábrica de Imagens, no qual, os próprios alunos da entidade fizeram as imagens.

Todos os anos o GAMR promove este evento na mesma data, sendo uma forma de promover o encontro entre os alunos e apresentar ao público o trabalho desempenhados pelos mesmos.

A exposição terá quarenta quadros, de 12 fotógrafos. São eles: Edson Gomes, Eronice Pereira, Antônio Santos, Fabinho Eletrosat, Marconi Torres, Maciel Ferreira, Wellington Lúcio, Edson Oliveira, Jesus Silva, Daniel Gomes, Ediane Gomes e Dayvisson França.

Além dos quadros expostos, haverá exibições de projeções na parede da igreja Matriz e, ao longo da exposição, atores da cidade incorporarão seres alados, tendo a missão de interagir com os visitantes.

 ___________________________

Serviço:

Exposição “Anjos – Somos todos”

Local: Praça da matriz

Data: 19 de agosto

Horário: Das 18h às 22h

Contato: Edson Oliveira – 9 9616-5275

 

Consulado da República Argentina e o Paço do Frevo promovem intercâmbio musical frevo e tango neste domingo/21/08

Dentro das comemorações do Bicentenário da Independência da República Argentina, o Consulado daquele país no Recife, promove neste domingo (21/08) às 16h no Paço Alfândega, localizado na Praça do Arsenal da Marinha, no Bairro do Recife Antigo, encontro entre o Frevo e o Tango, um intercâmbio entre os dois patrimônios culturais imateriais da humanidade, seus sons, experiências e histórias.

tangoSegundo o Cônsul, Jaime Beserman o objetivo é materializar  essa iniciativa inédita entre o Consulado Argentino e o Paço do Frevo, um evento cultural denominado “Conexão Frevo-Tango,” uma oportunidade em que artistas brasileiros e argentinos se unirão para apresentar um repertório musical que representa as mais legítima manifestação cultural pernambucana e argentina.

O evento conta com a participação dos músicos argentinos:  Simón Etchebest (bandoneón), Eduardo Julio Moyano (piano), Leonardo Medina (violoncelo), Gastón Mondino (violão) e Evangelina Etchebest (voz), bem como, dos músicos brasileiros: Beto Hotis (sanfona), Renato Bandeira (guitarra), Bráulio Araújo (Baixo) e Marco César (bandolim).

 

O Cônsul acrescenta que o  projeto conta com o  apoio da Secretaria de Turismo e Esportes do Estado de Pernambuco, através da Empresa Pernambucana de Turismo-Empetur, e da empresa GOL Linhas Aéreas.

 

Abraço, Eunice Couto

Celular- 992168318