6 pinturas antigas que parecem mostrar naves alienígenas

VOCÉ ACREDITA?

Site MEGA CURIOSO – POR

1 – A Crucificação de Cristo – Versão 1

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A obra que você acabou de ver se encontra no Mosteiro de Visoki Decani, em Kosovo, e foi pintada em 1350. Ela mostra — evidentemente — a crucificação de Jesus, mas… Você reparou que existem dois objetos nas extremidades superiores? Se você prestar atenção, os dois objetos transportam um passageiro cada um e parecem ser representações do Sol (à esquerda) e da Lua (à direita). Veja com mais detalhe a seguir:

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Alguns teóricos da conspiração apontaram que a presença desses astros na pintura é bastante estranha, uma vez que eles não são reconhecidos pela Igreja como divindades e, portanto, seriam considerados blasfemos quando a obra foi criada. Além disso, há quem acredite que se trata de naves alienígenas, e que os pilotos — vestidos com trajes espaciais e tudo — inclusive são retratados no que parece ser uma perseguição!

2 – A Crucificação de Cristo – Versão 2

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O afresco acima se encontra na Catedral Svetishoveli, em Mtskheta, na Geórgia, e foi criado por volta do ano de 1600. Segundo os ufólogos, ele não só tem o mesmo título que a obra descrita no item anterior, como mostra elementos “alienígenas” semelhantes aos da imagem pintada em Kosovo. Confira:

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A pintura, como você viu, traz dois objetos nas extremidades superiores, nas laterais da cruz, que os teóricos da conspiração acreditam ser naves alienígenas. Infelizmente, a qualidade da imagem não é das melhores, mas os ufólogos garantem que inclusive é possível distinguir rostos em seu interior, o que indicaria que as duas são pilotadas.

3 – O Milagre da Neve

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O painel acima, de Masolino da Panicale, é do século 15 e retrata um evento que ficou conhecido como “O Milagre da Neve” — uma precipitação que teria ocorrido em Roma durante o século 4 em pleno verão. Na imagem, enquanto a população tenta entender o que está acontecendo, é possível ver Jesus e Maria observando todos de uma grande nuvem. Entretanto, você reparou que existe uma porção de nuvenzinhas no céu atrás de Jesus e Maria?

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Os teóricos da conspiração acreditam que não se trata de nuvens coisa nenhuma, mas sim de uma frota de naves. Aliás, alguns ufólogos defendem que os objetos fariam parte da lenda original e seriam os responsáveis pela neve fora de época. Segundo dizem, mudanças bruscas de temperatura estão associadas com avistamentos de OVNIs, e existe um registro de 1954 quando inúmeros objetos teriam sido vistos sobrevoando a cidade de Florença, na Itália, e sua passagem foi seguida pela queda de flocos de neve.

4 – A Anunciação com St. Emidius

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O quadro acima, de autoria do pintor veneziano Carlo Crivelli, foi criado no século 15 e mostra um feixe de luz proveniente do céu que recai sobre a Virgem Maria pouco antes de ela descobrir que seria a mãe de Cristo. Mas, repare no detalhe:

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A cena despertou algumas teorias da conspiração curiosas que defendem que a obra retrata uma nave alienígena. E não é só isso, não! Uma delas sugere que o OVNI teria abduzido Maria e implantado nela uma criança, o que significa que, segundo essa interpretação, Jesus seria extraterrestre.

5 – A Virgem com São Giovanino

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Existe um pouco de debate sobre quem, afinal, é o autor da obra acima, chamada Madonna col Bambino e San Giovannino no idioma original. Dependendo da fonte consultada, a pintura é atribuída a Domenico Ghirlandaio, a Arcangelo di Jacopo del Sellaio ou a Bastiano Mainardi; no entanto, parece haver um consenso sobre quando ela foi produzida: metade do século 15. E falando em consenso, os ufólogos parecem concordar que a peça mostra mais do que a Virgem e o santinho. Veja a seguir:

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6 – O Batismo de Cristo

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De autoria do pintor holandês Aert de Gelder, o quadro acima foi criado por volta de 1710 e retrata o batismo de Jesus. A imagem mostra, ainda, o que parecem ser colunas de luz vindas do céu e iluminando a cena — presumivelmente enviados por Deus. Só que os teóricos da conspiração interpretam a coisa toda de outra maneira.

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Gelder foi pupilo de Rembrandt e há quem diga que sua proximidade ao mestre holandês teria dado a ele acesso ao Vaticano e aos arquivos de arte guardados por lá. Pois em “O Batismo de Cristo”, Gelder estaria discretamente transmitindo ao público parte do conhecimento secreto que adquiriu durante suas pesquisas na Santa Sé.

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*A imagem que você viu na abertura da matéria foi criada no século 16, se chama “A Glorificação da Eucaristia” e é de autoria do pintor italiano Ventura Salimbeni. Você pode saber mais a respeito dela em uma lista que publicamos aqui no Mega Curioso sobre objetos misteriosos de suposta origem alienígena e que você pode encontrar através deste link.

 

 

 

 

 

 

Estamos perto de construir bases permanentes na Lua?

Em 1975, três anos após o último pouso de uma missão Apollo na Lua, a série Space: 1999 foi ao ar pela primeira vez na televisão britânica. A história começa com uma explosão nuclear que tira o satélite de sua órbita e leva uma colônia lunar de mais de 300 pessoas em uma viagem pelo espaço.

site BBC Future.

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O programa obviamente deixou um jovem Elon Musk impressionado, porque, quando o fundador da empresa SpaceX revelou em agosto de 2017 seus planos de criar uma colônia na Lua, ele a batizou de Moonbase Alpha, o nome da base de Space: 1999. “Era um programa ruim”, Musk tuitou. “Mas eu adorava.”

A SpaceX não está sozinha em sua intenção de levar humanos de volta à Lua. A Administração Espacial Nacional da China, a agência estatal do país, anunciou os próximos estágios de suas bem-sucedidas missões de exploração lunar Chang’e – pouco depois de a Chang’e 4 se tornar a primeira espaçonave a fazer um pouso suave no lado oculto da Lua.

As Chang’e 5 e 6 serão missões de teste de viagens de retorno enquanto a Chang’e 7 fará um levantamento do polo sul da Lua, uma região de especial interesse para a colonização humana, porque ali existe água congelada.

“Esperamos que a Chang’e 8 ajude a testar algumas tecnologias e faça algumas explorações para a construção de uma base lunar a ser compartilhada por vários países”, disse em janeiro o vice-diretor da agência chinesa, Wu Yanhua.

A China não está sozinha nessa ambição. Em todo o mundo, 50 anos após os primeiros desembarques da Lua, os aspectos práticos da construção de uma base lunar estão ganhando corpo. A ironia é que, enquanto apenas os Estados Unidos deixaram pegadas na Lua, os americanos agora estão atrasados.

O país não revelou planos para uma base lunar até agosto de 2018. O foco principal da Nasa até então era Marte. Enquanto isso, a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) estava um passo à frente.

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Os planos da ESA para uma ‘vila na Lua’

A ESA anunciou em 2016 seus planos para uma base lunar. Os planos capitaneados por seu novo diretor-geral, Jan Woerner, preveem criar uma “vila lunar” a ser habitada por uma população diversificada – de cientistas a artistas – e usada por diferentes organizações públicas e privadas, seja para pesquisa, turismo ou prospecção geológica de minerais escassos na Terra.

O assessor científico da ESA, Aidan Cowley, conta ter embarcado na ideia de Woerner porque havia sido um dos primeiros a trabalhar com tecnologias lunares no Centro Europeu de Astronautas da agência, em Colônia, na Alemanha.

Ele diz que, no começo, quando falava de uma base na Lua, “todos me olhavam como se tivesse uma segunda cabeça”. “Então, para mim, foi muito gratificante ver o aumento de interesse e esse foco na Lua. Jan Woerner vislumbrou o futuro.”

Ao contrário da Nasa, que tem uma política de não trabalhar com a China em missões espaciais, a ESA colabora com a agência espacial chinesa. “No ano passado, os astronautas da ESA Matthais Maurer e Samantha Cristoforretti participaram com colegas chineses de treinos de resgate e sobrevivência no mar”, diz Cowley.

A Nasa pretende levar astronautas à superfície lunar até 2030 e planeja uma plataforma orbital lunar chamada Gateway. Empresas privadas também estão indo para lá. A Blue Origin desenvolve em parceria com as companhias OHB e MT Aerospace, por exemplo, uma espaçonave de carga tendo em vista um pouso na Lua.

Mas, qualquer que seja a organização que chegue primeiro, a principal prioridade será a sobrevivência. O maior tempo que os humanos passaram na Lua até agora foi de apenas três dias. Para estadias mais longas, não é o mais acolhedor dos destinos.

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Os desafios para a sobrevivência humana na Lua

A Lua tem temperaturas que variam entre 127ºC e -173ºC. Há ainda a radiação cósmica e a baixa gravidade, que é de um sexto da existente da Terra.

Um dia lunar equivale a cerca de 29 dias terrestres, o que significa duas semanas de luz do dia seguidas por duas semanas de escuridão – um problema para equipamentos movidos à energia solar. Qualquer nova tecnologia para um posto avançado lunar deve, portanto, funcionar sob essas condições.

Com esse objetivo em mente, várias organizações – incluindo Blue Origin, Airbus Defence, SpaceX e ESA – ajudaram recentemente a criar uma organização sem fins lucrativos chamada Corrida à Lua.

Trata-se de uma competição global para incentivar empresas a desenvolver tecnologias em áreas como manufatura, produção de energia, recursos (como encher uma garrafa com água lunar) e biologia (para uma estufa na Lua). Será lançada oficialmente em outubro de 2019 no Congresso Internacional de Astronáutica.

“Vamos divulgar as diretrizes e regras no próximo mês”, diz Pierre-Alexis Joumel, engenheiro espacial da Airbus e o cofundador da iniciativa. “A competição durará cinco anos. Queremos levar as melhores ideias para a superfície da Lua.”

Os protótipos selecionados para testes viajarão a bordo de uma missão lunar realizada por alguma agência espacial ainda a ser definida.

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Como construir uma base no espaço

Apesar dd as imagens conceituais das primeiras bases lunares serem bastante chamativas, a realidade será mais básica – e cinza.

Viajar para a Lua é caro. Quanto mais pesada for a carga útil, mais combustível será necessário e maior será o custo. Por isso, faz sentido usar os recursos da própria Lua para construir um local habitável.

É possível, por exemplo, usar canais e túneis de lava, formados no passado vulcânico da Lua, como abrigos com acesso ao gelo sob a superfície. Um plano mais imediato é construir usando o regolito lunar, uma areia basáltica escura semelhante à areia vulcânica da Terra.

Matthias Sperl, professor da Universidade de Colônia, trabalha com a Agência Espacial Alemã (DLR, na sigla em alemão), usando pó vulcânico para fazer tijolos.

O material é solidificado pela exposição à luz solar concentrada ou por meio de lasers. Ele usou impressoras 3D para construir tijolos de formas diferentes para ver qual funciona melhor. “O que podemos criar com as técnicas e métodos atuais são elementos de construção interligados”, disse Sperl.

Esses tijolos permitem “fazer algo como um iglu, então, é algo que resiste à pressão adicional que vem de cima”. Esta pressão seria de uma camada de mais ou menos um metro de regolito solto, para oferecer uma proteção natural contra a radiação.

“Seria necessário levar uma lente de um metro quadrado ou mais para captar a luz solar e fazer os tijolos”, diz Sperl. “Depois, um astronauta ou um robô juntariam as peças para construir um assentamento.”

Mas fazer essa estrutura seria um processo lento. “Criar um tijolo leva cerca de cinco horas, e você precisa de 10 mil tijolos para fazer um iglu. Vai demorar meses”, afirma Sperl.

Esse tempo pode ser reduzido se mais lentes estiverem em operação e a construção for feita por robôs, tornando o plano viável. “O regolito lunar pode ser usado para fazer algo tão forte quanto concreto”, diz Sperl. “As tecnologias atuais conferem apenas um quinto desta força, por isso é necessário mais investimento.”

O próximo estágio já está em desenvolvimento. Começará no final deste ano a construção de uma grande instalação da ESA para ajudar a desenvolver tecnologias e no preparo para habitar a Lua.

A Lua tem mais recursos que podem ser aproveitados

Como evidências da existência de gelo foram detectadas nos polos lunares e finalmente confirmadas pela Nasa em agosto do ano passado, é provável que qualquer base lunar seja construída nestes locais.

Não é coincidência que a missão Chang’e 4 esteja coletando informações na bacia Aitken, no polo sul. O gelo pode ser encontrado na sua superfície, em áreas que ficam permanentemente sob a sombra em crateras, e abaixo da terra.

O oxigênio existente no próprio regolito lunar também poderia ser extraído e usado para se respirar. A fonte mais provável é a ilmenita (FeTiO3) que, quando combinada com o hidrogênio a temperaturas de cerca de 1.000ºC, produz vapor de água, que pode então ser separado em hidrogênio e oxigênio.

Os astronautas também precisarão levar suprimentos de comida e bebida. A Chang’e 4 causou empolgação ao germinar uma semente na Lua, mas produzir alimentos de forma sustentável no espaço não é uma ideia nova.

Tudo começou em 1982, quando astronautas soviéticos cultivaram Arabidopsis thaliana, um membro da família das mostardas, na estação espacial Salyut 7.

Em 2010, a Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, desenvolveu um protótipo de estufa lunar – um sistema hidropônico que usa um tubo coberto por uma membrana, lâmpadas de vapor de sódio e o dióxido de carbono da respiração e a urina dos astronautas. Cabos de fibra ótica fornecem luz solar.

Novas tecnologias energéticas serão fundamentais para se viver na Lua. As células de combustível na Terra exigem uma reação química entre hidrogênio e oxigênio (geralmente do ar) para produzir eletricidade, com a água como subproduto. Ainda que não haja atmosfera na Lua, estes ingredientes estão lá.

“Você poderia separar os elementos da água que há na Lua e, durante a noite, recombiná-los para produzir eletricidade”, diz Cowley, que está desenvolvendo estas novas tecnologias. “Durante o dia, temos muita energia solar, provavelmente mais do que o necessário para dividir a água em hidrogênio e oxigênio. É uma ferramenta única que podemos usar na Lua para sustentar uma missão de longa duração.”

Há também o potencial de armazenamento de energia térmica usando um processo semelhante ao de bombas de calor. “Na Lua, como não há vento, o calor do Sol permanece no regolito”, diz Cowley. “Poderíamos usar uma lente ou espelho para focar a luz solar no solo e usar este recurso para manter uma base aquecida ou gerar eletricidade.”

Uma vez que estas tecnologias estejam aperfeiçoadas e testadas para garantir que funcionam sob condições lunares, os astronautas poderão construir uma base. E isso acontecerá mais cedo do que você pensa.

Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Future.

Fazenda Coqueiral em Sairé realiza 18º Leilão de Nelore e “Dia de Campo Oficial ABCZ”.

Evento Leilão rural com Dia de Campo Oficial da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ) com palestra

Nelore 1A Fazenda Coqueiral, em Sairé, no Agreste pernambucano, será sede do 18º Remate da Coqueiral – Ricardo Kuhni & Convidados,  no dia 13 de abril, às 13h, reunindo o tradicional leilão de animais de alta linhagem genética com venda de 50 lotes de tourinhos e matrizes NELORE PO.

A novidade deste ano ficará por conta da programação, que  terá inicio, às 9h da manhã, com  “1o Dia de Campo Oficial ABCZ em Pernambuco “, onde será realizado  o Café da manhã, dando as boas vindas aos convidados e em seguida a vistoria dos animais nos currais. Após será realizado o culto de Gratidão a Deus.

Às 11h acontecerá. A aguardada palestra referente ao Programa de Melhoramento Genético de Zebuinos (PMGZ)com o tema ” A importância do reprodutor  Puro de Origem (PO) e Avaliado no rebanho comercial”, que será ministrado pelo Dr. Rodrigo Coutinho Madruga, com larga experiência na área de Zootecnia, com ênfase em Produção animal.

O  leilão  “18o Remate Coqueiral”, é o 1o evento chancelado no Pró-Genética  em Pernambuco, programa da Associação Brasileira de Criadores de Zebu, maior entidade em prol da agropecuária do mundo, com mais de 12 milhões de Nelore avaliados em seu programa de melhoramento genético, identificando-nos animais que se destacam economicamente.

De acordo com o criador Ricardo Kühni,  os selecionadores da raça mais eficiente na conversão de alimentos,  produzem a carne mais saudável, nutritiva e saborosa, à base de pasto e sal mineral.

Maiores informações do Leilão com o criador Ricardo Kühni pelo whatssap: (81) 99962 -2000

FUTSAL – Copa Tronadon abre temporada de competições da FPFS

Competição terá 13 equipes divididas em três chaves nas cidades do Recife, João Alfredo, Camocim e Joaquim Nabuco

Copa Tronadon(1)A bola vai voltar a rolar nas quadras do Estado. A partir do dia 12 de março, a Copa Tronadon abre a temporada de competições da Federação Pernambucana de Futsal (FPFS). O torneio reunirá 13 equipes divididas em três chaves com jogos realizados em quatro sedes: Recife, João Alfredo, Camocim de São Félix e Joaquim Nabuco.

 No Grupo A, com sede no Recife, estarão Litoral Norte Esporte Clube, Óleo Futebol Clube, Santa Cruz e Sport. Já o Grupo B, com jogos em João Alfredo e Camocim, terá Associação Desportiva Imperial, Farmácia João Alfredo, Pombos Futsal e Seleção Caruaru. No Grupo C, em Joaquim Nabuco, estarão Associação Gravataense, Cortês Futsal, JW Futsal Palmares, Nabuco Atlético Clube e Posto Ferreira Futsal.

 Se classificam para a segunda fase oito equipes: os dois primeiros dos Grupos A e B, além do melhor terceiro colocado entre as duas chaves, e também os três primeiros do Grupo C. Ao avançar, os times se enfrentam nas quartas de final em sistema eliminatório em jogo único até a final, no dia 18 de março.

 Em 2018, o campeão da Copa Tronadon foi o Tamandaré ao derrotar o Caruaru na final por 2×1, no Arruda.

 Confira abaixo os grupos e os jogos da primeira rodada:

Copa Tronadon 2019

Grupo A (Recife): 
Litoral Norte Esporte Clube
Óleo Futebol Clube
Santa Cruz Futebol Clube
Sport Club do Recife;
Grupo B (João Alfredo e Camocim de São Félix):
Associação Desportiva Imperial
Farmácia João Alfredo
Pombos Futsal
Seleção Caruaru;
Grupo C (Joaquim Nabuco): Associação Gravataense
Cortês Futsal
JW Futsal Palmares
Nabuco Atlético Clube
Posto Ferreira Futsal;
Jogos da 1º rodada 
11 de março
JW Futsal Palmares x Cortês Futsal
20h – Ginásio Municipal (Joaquim Nabuco)
Nabuco Atlético Clube x Posto Ferreira
21h15 – Ginásio Municipal (Joaquim Nabuco)
12 de março
Santa Cruz x Óleo Futebol Clube
19h30 – Arrudinha (Recife)
Sport x Litoral Norte
21h – Arrudinha (Recife)
Caruaru Futsal x Pombos Futsal
20h30 – Ginásio Municipal (Camocim de São Félix)
Farmácia João Alfredo x Imperial
20h30 – Ginásio Municipal (João Alfredo)

DIA INTERNACIONAL DA MULHER no Programa do Castanha, Clima FM, com FERNANDA TAVARES

A jornalista FERNANDA TAVARES e suas CONVIDADAS vão comandar nessa sexta-feira, DIA 8, o PROGRAMA DO CASTANHA em homenagem pelo DIA INTERNACIONAL DA MULHER. Ester Gomes, Dilsa Farias e Erika Angel vão estar no Studio da Clima, Rosa Baiana, Nicea Lima, Valéria Bezerra e outras mulheres vão interagir pelo telefone e Live.Imperdível, Participe, fique ligado, pelo fone 35337551 ou pela LIVE do Fecebook.

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Campanha da Fraternidade: Mensagem do Papa Francisco ao povo brasileiro

papa franciscoPapa: “Os cristãos devem buscar uma participação mais ativa na sociedade como forma concreta de amor ao próximo, que permita a construção de uma cultura fraterna baseada no direito e na justiça”.

Silvonei José – Cidade do Vaticano

cnbbComo já é tradição, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre oficialmente nesta quarta-feira de Cinzas, (06/03), a Campanha da Fraternidade (CF).

Neste ano de 2019 o tema é “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27).

Nesta Campanha, que se desenvolve mais intensamente no período da Quaresma, a Igreja Católica busca chamar a atenção dos cristãos para o tema das políticas públicas, ações e programas desenvolvidos pelo Estado para garantir e colocar em prática direitos que são previstos na Constituição Federal e em outras leis.

Igreja quer estimular a participação em políticas públicas

Nesta CF 2019, a Igreja no Brasil pretende estimular a participação dos cristãos em políticas públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais da fraternidade.

O texto-base da campanha descreve, entre outros tópicos, sobre o ciclo e etapas de uma política pública e faz a distinção entre as políticas de governo e as políticas de Estado, bem como apresenta os canais de participação social, como os conselhos previstos na Constituição Federal de 1988.

Todos os anos, a CNBB apresenta a CF como caminho de conversão quaresmal.

É uma atividade ampla de evangelização que pretende ajudar os cristãos e pessoas de boa vontade a vivenciarem a fraternidade em compromissos concretos, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da Igreja e a transformação da sociedade, a partir de temas específicos.

Em 2019, a Conferência convida todos a percorrer o caminho da participação na formulação, avaliação e controle social das políticas públicas em todos os níveis como forma de melhorar a qualidade dos serviços prestados ao povo brasileiro.

“Campanha da Fraternidade” – PROGRAMA DO CASTANHA, na CLIMA FM

PROGRAMA DO CASTANHA vai focar, nesta quinta-feira, em entrevista com o Padre JOSELITO GOMES, a Campanha da Fraternidade, realizada anualmente pela Igreja Católica no período da Quaresma. Tem o objetivo é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da população em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. Com os jornalistas Fernanda Tavares e Claudio Castanha. Começa MEIO DIA na RADIO CLIMA FM. Veja e participe também na LIVE do Facebook.

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