O verdadeiro sentido dos Jogos Olímpicos

Um texto de CARLOS MOURA GOMES – Gravatá, maio 2016

carlosAmigo Castanha, o poeta paraibano José Américo de Almeida afirmou que “ninguém se perde no caminho de volta”. Então, seu retorno a esse nobre espaço das letras e da informação só enriquece a imprensa Gravataense.
 
O termo ESPORTE vem do grego “SE DEPORTE”, ou seja, DIVERTIR-SE. Por isso que essa atividade quando praticada com regularidade e de maneira correta, traz muitos benefícios à saúde de todos os seres humanos.
Há muitos anos a.C. na Grécia Antiga, com o intuito de celebrar e homenagear os deuses, surgiram os Jogos Olímpicos. Em sua primeira edição os atletas competiram nas categorias de atletismo, corrida de cavalos, pentatlo e, infelizmente, luta livre e boxe. Essas duas últimas ainda hoje constam da relação com mais outras trinta e poucas modalidades oficiais para os Jogos Olímpicos do Rio 2016.
No início as Olimpíadas conseguiam, até mesmo, o cessar fogo das guerras da época, dada sua importância para todos os países envolvidos. Paradoxalmente, hoje enquanto a humanidade clama pelo fim dos conflitos entre nações e se empenha, ao máximo, para coibir a violência nas ruas e lares do mundo inteiro, o Comitê Olímpico Internacional insiste em manter em sua planilha competições envolvendo lutas sanguinárias e extremamente violentas, muitas vezes fatais.
De acordo com estatísticas em poder do Journal of Combative Sport, 1255 lutadores de boxe e similares vieram a óbito, até 2005, em decorrência de socos, principalmente na cabeça, durante os selvagens combates. São quase 5 lutadores que perderam a vida por ano nessas atividades que, inexplicavelmente, são reconhecidas pelo COI como “esportes olímpicos”.
Mesmo assim, torço para que esses Jogos Olímpicos tragam, além da beleza de cada apresentação, valores e princípios; respeito entre os povos; honestidade dos julgadores como noção de justiça; responsabilidade dos competidores ao defenderem seus respectivos países; amizade entre os atletas concorrentes e que a solidariedade e equilíbrio emocional sejam prioridades da alta entidade olímpica, repensando inclusive a EXCLUSÃO de modalidades brutais a exemplo do boxe e da luta livre, dando assim, o verdadeiro sentido dos Jogos Olímpicos.
Esportivamente,
CARLOS MOURA GOMES – Gravatá, maio 2016.

Porto do Recife tem presidente interino, após expulsão do PSDB

Teve gravataense ilustre que perdeu a mamata do empreguinho público nessa história

O diretor comercial e de operações do Porto do Recife, Carlos do Rêgo Vilar, responde interinamente pela presidência do ancoradouro.

Carlos do Rêgo Vilar permanece na função até a chegada do novo presidente que irá substituir Olavo de Andrade Lima, que deixou o cargo no último dia 16 de maio.

Carlos Vilar é sertanejo do Pajeú, nascido em Itapetim.

Portuário, economista de formação, com 70 anos, Vilar já está no Porto do Recife há 41 anos; tomou posse na diretoria Comercial e de Operações em março de 2013.

Já ocupou a presidência do Porto no período de 1991 até 2000, foi assessor especial de planejamento, diretor especial de planejamento e diretor administrativo-financeiro. Sempre foi ligado ao PSB.

Assessores de imprensa das prefeituras discutem eleições municipais na Amupe

UM ENCONTRO DEMOCRÁTICO

Participam  do 2o Encontro de Assessores de Comunicação das Prefeituras Pernambucanas, na sede da Amupe,dia 31 de maio, Maurício Rands, vice-presidente institucional do DP, o escritor e marqueteiro político,José Nivaldo Júnior,o sociólogo e diretor do IBOPE, Maurício Garcia,o ex-global Tairo Arrial,hoje, da CNM,o professor de Direito Eleitoral do TRE, Henrique Melo,  os jornalistas Magno Martins, Aldo Vilela e o publicitário Jota Barreto da TV   Cidadão e a mediadora Débora Almeida, prefeita de São Bento do Una.

O evento  promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco-Amupe , terá como tema  principal ” O papel do Assessor de Comunicação e da Mídia nas Eleições Municipais”.

O evento é gratuito e acontece das 9h às 17h.

________________________
Com informações da jornalista Eunice Couto da Assessoria de Imprensa da AMUPE

Fenagri começa nesta quarta-feira (25), em Petrolina, com a presença de autoridades e emissários internacionais

Coordenação estima a participação de mais de 50 mil pessoas.  Evento vai de quarta-feira (25) a sábado (28) em Petrolina (PE)

fenagriComeça nesta quarta-feira (25), às 19h, no Centro de Convenções de Petrolina, a 26ª Feira Nacional da Agricultura Irrigada (Fenagri). O evento, que deve receber mais de 50 mil visitantes até o próximo sábado (28), terá na abertura a presença do prefeito de Petrolina, Julio Lóssio, de representantes da Câmara de Vereadores, da Câmara de Fruticultura, do Sindicato de Agricultura Familiar (Sintraf) e outras autoridades. Emissários internacionais, a exemplo do Departamento Comercial da Embaixada da Bélgica, também estarão presentes.

Durante os quatro dias de programação, um seminário sobre legislação e agroindústria do Vale do São Francisco abordará as bases legais para a expansão de mercado; quatro minicursos de alimentos nativos ensinarão aos visitantes a elaborar licor, doces e sorvetes regionais; enquanto, em outros espaços da Fenagri 2016, estarão a Vila da Agricultura Familiar e o Encontro de Negócios, que espera movimentar R$ 5 milhões com acordos comerciais entre agricultores familiares e supermercados da região. O evento ocupará uma área de 10 mil m2 e estará aberto à visitação gratuitamente no horário de 17h às 22h.

A Fenagri se consolidou nos últimos 26 anos como a principal vitrine do agronegócio do país, segundo a organização, porque concentra todas as categorias do segmento. “O produtor vem procurar máquinas, implementos agrícolas, insumos e tecnologias. O acadêmico e pesquisador vêm participar dos seminários, palestras e debates sobre a agricultura. Ou seja, a Feira procura envolver todos os setores”, comenta a coordenadora de comercialização do evento, Nelbe Maria Feire.

Mais informações serão encontradas no site oficial da Fenagri 2016, em: www.fenagri.com.br

____________________

Com informações do jornalista Carlos Laerte – Clas Comunicação & Marketing <clasmarketing@uol.com.br

Turisticamente, Gravatá I

Por  Ricardo Guerra, Empresário e Jornalista  (Frupel@uol.com.br)

marcelo guerraAproveitemos a trégua. A televisão exibiu. O rádio transmitiu. Os jornais noticiaram. As ferramentas foram usadas pela imprensa digital. Temer, Dilma, Renan, Lula, Jucá, Elizeu, STF e outros. Vamos conciliar: prometi falar sobre o turismo e por isso vamos para o céu: Gravatá. grande.

A pretensão é incrementar o maior polo de turismo do interior pernambucano, e daí começamos pelas propostas estruturadoras:

a) – conceber um espaço para uso múltiplo onde funcionará Centro de Convenções, Pátio de Eventos, Pavilhão de Exposições e Feiras. Teatro, Auditórios, Arena externa. Um equipamento completo para atrair Congressos, Festivais, Cinema, Dança, Concertos, Esportes, Folclore, Educação, Ballet;

b) estimular a autoestima do gravataense. O habitante daqui parece que não tem consciência de que somos quase 85 mil habitantes e 63 mil eleitores segundo dados do IBGE. Somos o terceiro maior contingente eleitoral da região do agreste e o quarto grupo populacional, revezando com Santa Cruz do Capibaribe que tem mais habitante e menos eleitores. Será que sabemos utilizar este capital politico-eleitoral?

c) vivemos numa vantajosa região de transição entre a Mata Atlântica e a Caatinga. Inscrições rupestres. Mata verde e branca. Agua e semiárido. Do maior valor para a exploração turística;

d) Gravatá passou a ser muito mais conhecida, nacional e até internacionalmente, com o Natal Iluminado acontecidos em 2011, 2012 e 2013 quando passaria a ser estimulado pela Lei de Incentivo Rouanet. Gravatá não pode prescindir daquele Natal. É estruturador. Independentemente de concepções internacionais, valor de investimentos, riquezas culturais. O Natal de Gravatá está para o Nordeste como o espetacular Natal de Gramado está para o Sul e Sudeste. Pensar grande, gente;

e) buscar uma solução decente para o nosso histórico pontilhão. Turismo é historia! Por isso, insisto vamos tombar o Mercado Cultural (98 anos), as últimas casas projetadas pelo arquiteto Caetano Alves Varela – Av. Agamenon Magalhães (Raul Godoy) e Av. Amaury de Medeiros, 147 (Augusto Hollanda) no Alto de Boa Vista. O arquiteto é o autor do Cristo Redentor do Alto do Cruzeiro;

f) ganhador do Prêmio Salustiano da Empetur, não há quem entenda porque o “ HOJE TEM em Gravatá” nos últimos sábados de cada mês, na Praça 10, após 24 edições foi suspenso, sem quaisquer explicações. Ali, o movimento cultural de Gravatá foi vivenciado e estimulado em todos os campos das artes: música, dança, teatro, pintura, escultura, artesanato, fotografias, literatura, Dentre as minhas propostas, a primeira condição é pensar oficinas, feiras, gastronomia. Todo o mundo artístico se exibia desde que fosse gravataense.

g) investir na Ferrovia partindo do distrito de Russinhas até o centro de Gravatá. Construção dos ingleses do século XIX. Atravessa 14 túneis, pontes e viadutos. É o Trem das Russas. Isso também é turismo! Fortalecer as programações das festas tradicionais como São João com toda a sua musica, gastronomia, quadrilhas, xaxados e baiões. Além da Semana Santa quando Gravatá é imbatível no Nordeste. Reúne as maiores atrações nacionais. Iniciativa publica e privada se juntam e proporcionam uma série de opções para o nativo e o seu visitante. E ainda complementa o espetáculo da Paixão de Cristo, em Fazenda Nova.

h) providenciar um acesso compatível com a importância da cidade. O turista precisa ser conquistado e impactado desde a entrada do destino turístico.