Projeto do Cais do Sertão recebe o grupo Sertão Jazz

Mais uma edição do projeto o Minuto Puxa o Fole

cais_do_sertao3Recife, 10 de janeiro de 2018 –  A Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, por meio do Museu Cais do Sertão, promove mais uma edição do projeto o Minuto Puxa o Fole. A ação acontece na próxima sexta-feira (12), às 15h30.

O Minuto Puxa o Fole é uma ação que busca fomentar a música popular brasileira através dos ritmos regionais.

Neste mês de janeiro, o projeto acontece todas as sextas e faz parte da programação de férias do Cais.

Para esta semana o som fica por conta do grupo SerTão Jazz, quinteto formado por estudantes do Conservatório Pernambucano de Música. O grupo transita entre a música regional do Nordeste brasileiro e a música Jazz.

 SOBRE O PROJETO

Minuto Puxa o Fole é um pocket show em homenagem a Luiz Gonzaga. Cantando e tocando músicas do Rei do Baião, nossos monitores de música evidenciam seus compositores, escritores, parcerias e curiosidades presentes na obra do Lua.

São homenageados músicos e colaboradores, nos diferentes ritmos e formas em que se expressa o acordeom.

O projeto consiste em uma apresentação de aproximadamente 20 minutos, no qual o Cais do Sertão convida grandes nomes da música local para uma pequena apresentação.

É uma forma de incentivar novas gerações a conhecer um pouco da nossa música e do legado deixado por Gonzaga e seus parceiros.

 

 

Serviço

Minuto Puxa o Fole – Edição Especial de Férias

Local: Cais do Sertão

Dias: 05, 12, 19 e 26 de janeiro de 2018

Horário: Sempre às 15h30

Ingresso: Incluso no valor de acesso ao Cais do Sertão

SECRETARIA DE TURISMO, ESPORTES E LAZER DE PERNAMBUCO
ASSESSORIA DE IMPRENSA

Um novo trabalho do músico Cannibal: Café Preto e Céu se unem em compacto

A cada novo trabalho a banda Café Preto se reinventa.

Cannibal Foto - Renato FilhoDesta vez, antes de lançar o seu segundo CD, o grupo liderado por Cannibal ao lado do músico e produtor musical PI-R traz um compacto com participação especial da cantora Céu.

O vinil saiu pela gravadora carioca Polysom e a versão digital será distribuída pela Deck Disc.

Neste trabalho, a banda inova ao trazer a música “Agua, Fogo, TerraMar”, composta por Cannibal, em duas versões: uma com base e outra só na capela.

“Nos anos 70 algumas bandas, principalmente de funk, traziam uma faixa em seus discos só com as vozes para que os DJs produzissem as bases e colocasse encima da gravação” afirma o filho ilustre do Alto José do Pinho.

A música une rap, funk e eletrônico numa roupagem completamente diferente do que a Café Preto já gravou. Na letra, Cannibal narra o amor não correspondido do personagem que é capaz de mover água, fogo, terra e mar para viver essa relação. Para isso, pede ajuda a Oxalá, referência afro-religiosa presente em muitas canções da banda.

A vontade de Céu e Cannibal cantarem juntos é antiga. “Quando compus essa música queria fazer um dueto com uma voz feminina. Enviei três composições para que Céu escolhesse qual gostaria de gravar comigo e ela optou por essa. Foi a nossa primeira parceria” afirma.

O disco foi produzido pelo baterista da Nação Zumbi, Pupillo e a mixagem de Mike Creswell, vencedor da categoria melhor gravação do Prêmio Multishow 2016. Já a masterização ficou por conta de Felipe Tichauer, que acumula em seu currículo 26 indicações ao Latin GRAMMY e ao GRAMMY Americano. A capa é dos designers Haidée Lima e H.D. Mabuse que também assinou o projeto gráfico do primeiro disco da Café Preto.

Café Peto – Segundo Cannibal, mais conhecido por estar à frente da banda de Punk Rock Hardcore Devotos do Ódio há mais de duas décadas, o surgimento do projeto foi natural e não compromete o trabalho junto aos Devotos, que continuam firmes e fortes. “Sempre quis cantar e escrever outras coisas e o reggae sempre esteve muito presente na minha vida”. Inspirado pelo modelo de Sound System – surgido na própria Jamaica.

O nome do projeto surgiu durante uma turnê internacional da banda Devotos. Ao pernoitar na Eslovênia, o garçom perguntou a Cannibal se não desejaria um Black Coffee. O músico gostou da sonoridade das palavras e resolveu batizar assim o projeto. O aportuguesamento do nome aconteceu através de uma conversa informal com Jorge Du Peixe que apostava no bom e brasileiríssimo pretinho básico.

Lançado em 2012, o primeiro disco do grupo, intitulado ‘Café Preto’, já foi apresentado em shows no Rio e em São Paulo, além de diversas cidades pernambucanas. Durante este período, o disco obteve críticas positivas de veículos como Folha de São Paulo, Rolling Stone e Carta Capital.

Chico Buarque vai contar com a ‘força’ do neto Chico Brown no primeiro show de Caravanas

GENÉTICA FORTE, de Chico Buarque, Marieta Severo, Carlinhos Brown com Helena Buarque, esse Chico Brow.

CHICO

Com informações do Diario de Pernambuco – Caderno Viver

Quando Chico Buarque subir ao palco para a estreia nacional da turnê Caravanas, nesta quarta-feira (13), um outro Chico Buarque – o de Freitas, de 22 anos – estará na plateia.

Chico Brown, neto do compositor carioca e filho de Carlinhos Brown com Helena Buarque, virá prestigiar o avô. “É um fardo pesado, mas nada do que eu possa reclamar (risos). Quando era criança e faziam chamada, ficava meio com vergonha. Francisco Buarque, a associação é inevitável”, comenta o rapaz.

Chico – o Brown – explica: estava destinado a se chamar Francisco, mas não por causa do avô famoso. “Meu pai foi salvo de um afogamento por um padrinho dele que tinha esse nome. Além do meu avô, tem meu tio (o ator Chico Diaz, casado com a atriz Sílvia Buarque), e aí virei o Chiquinho”, avisa.

A primeira parceria de Chiquinho com o “vô Ico”, Massarandupió, estará no repertório de Caravanas.

Ele conta que enviou a melodia por e-mail a Chico e ganhou de presente a letra quando completou 20 anos. “Quase que o arquivo não foi. Mas era pra ser. Massarandupió é uma praia baiana que eu frequentava quando pequeno, onde está enterrado o meu cordão umbilical”, explica. Carioca, o neto de Chico Buarque e Marieta Severo carrega um sotaque bem abaianado. “Morei um bom tempo em Salvador. Fico um pé lá e outro cá”, justifica.

A bela valsa dedicada à praia da infância está no repertório da turnê, mas Chiquinho descarta qualquer participação nos shows. “Por enquanto, vou só assistir mesmo. Quarta-feira é a final do Flamengo com o Independiente pela Sul-americana, mas o que está pesando mesmo é a pré-estreia do novo Star wars (risos).

Estarei presente na estreia de Caravanas”, garante o rubro-negro, referindo-se ao filme Star wars: Os últimos jedi, que mobiliza fãs do blockbuster em todo o planeta.

Chiquinho nunca se esqueceu do primeiro show de Chico a que assistiu. Foi no Vivo Rio, em 2006, durante a turnê Carioca. “Tinha uns 11 anos. Pela primeira vez me dei conta de que aquele cara era o meu avô. Ouvir ao vivo todas as canções que já conhecia – mas ali, na voz dele. Foi uma epifania conhecê-lo como músico, como intérprete”.

TIMBALADA De cara, o bebê batuqueiro chamou a atenção do pai percussionista. De vez em quando, Carlinhos Brown costumava pôr o menino para tocar na Timbalada, grupo do qual foi um dos criadores. O ouvido de Chiquinho sempre impressionou. Chico Buarque já decretou: o neto é o melhor músico da família. “Isso é meio conversa (risos)”, disfarça o rapaz.

Autoditada ao piano, Chiquinho sempre tirou música de ouvido. “A gente vai aprendendo a ouvir e a tocar. Tenho, sim, um ouvido muito bom. Tem gente que fala que tenho ouvido absoluto, mas ninguém depende disso para ser um bom músico”, pondera. Além de piano e percussão, ele toca guitarra e violão.

Há cerca de dois anos, Chico Brown formou a banda que leva seu nome em parceria com amigos da escola. O grupo mescla MPB, frevo, rock fusion, blues, samba e a sonoridade anos 1970, uma das principais referências do garoto.

RAP A faceta de compositor se manifestou cedo. “Ouvia uma frase e virava letra, ou mesmo criava a música. No começo, era meio brincadeira. Quando entrei na faculdade de produção fonográfica, vi essa coisa da mixagem, a parte digital, computacional, e começou a aflorar. Porém, era mais melodia”.

O letrista surgiu depois, por volta de 2013. “A primeira letra foi sobre a aceitação de mim mesmo num suposto cenário underground do Rio ou do Brasil. Mas só fui focar mesmo na canção, a tomar vergonha na cara de escrever (risos) quando fiquei mais próximo do pessoal do 3030. O rap e a poesia me estimularam”, diz.

Com genética tão poderosa – é bisneto do historiador Sérgio Buarque de Hollanda, de quem chegou a ler alguns livros, mas sem se aprofundar –, Chiquinho admite a pressão para seguir o caminho da música.

“Sempre rolou aquela pergunta em tom de brincadeira, mas ao mesmo tempo sério: você vai cantar igual ao seu avô? Vai tocar igual ao seu pai?. É algo quase retórico e, ao mesmo tempo, reflexivo pra mim.

Antigamente, diria que não ia querer de jeito nenhum. Mas as coisas surgiram naturalmente. Hoje, acho que meu trabalho atual, com a minha banda, vai ter que sair de alguma forma. Nem que seja um único disco”, observa.

Vez por outra, ele “tira um som” com as irmãs Leila, de 8, e Cecília Freitas, de 11. Como ele, a outra irmã, Clara, de 19, participou do disco Caravanas, cantando Dueto com o avô.

“Na família da minha mãe, são três irmãs. Só tem netas, só eu de neto homem. Tenho um irmão por parte de pai. Já me acostumei a ver mulheres mandando na casa, seja a minha mãe ou a minha avó. Elas sempre assumiram mais as regras e tinham esse controle educacional, do lar. É interessante me ver no meio dessa mulherada”, conclui.

ESPETACULAR – Pianista gravataense Luís Felipe de Oliveira se apresenta amanhã como solista da Orquestra Sinfônica da UFPE, em Recife

musica 3Amanhã, o aluno filho de Gravatá do curso de Bacharelado em Piano, Luís Felipe de Oliveira estará apresentando como solista o Concerto nº 20 para Piano e Orquestra de W. A. Mozart.

pianoCom apoio da Universidade Federal de Pernambuco e formada por alunos do Departamento de Música, a Orquestra Sinfônica da UFPE encerra a temporada 2017 com a quinta e última apresentação do ano, na Igreja Batista da Capunga.

O concerto contará com obras de Mozart e Vincent D’Indy e será regido pelo professor orientador da orquestra, Sérgio Dias. Os solistas do encerramento da temporada serão Rinaldo Fonseca, Luís Felipe Oliveira, Augusto França, Ecenilson Dias e Marcos Rocha. A entrada é gratuita e os lugares são limitados.

LOCAL_____
Igreja Batista da Capunga
Rua João Fernandes Vieira, 769 – Boa Vista

HORÁRIO_____
12 de dezembro às 20h

OBRAS DE_____
Wolfgang Amadeus Mozart
Vincent D’Indy

[ENTRADA GRATUITA]

O Costa Favolosa, um dos mais novos e luxuosos transatlânticos da Costa Cruzeiro, chega hoje ao Recife, vindo de travessia do Atlântico para iniciar temporada de cruzeiros no litoral brasileiro.

Do blog de João Alberto, Diario de Pernambuco

navioSeus 3,6 mil passageiros passarão o dia curtindo atrativos turísticos da nossa cidade. O navio tem 1.508 cabines, sento 91 com acesso direto ao SPA, 524 com varanda externa privativa, 70 suítes.

Tem cinco  restaurantes, incluindo: um Restaurante Club e um Restaurante Samsara (à pagamento e com reserva prévia), 14 bares, entre eles: um Cognac & Cigar Bar e um Coffee & Chocolate Bar. O Samsara Spa tem seis mil metros qjuadrados em dois andares, com ginásio, termas, piscina de talassoterapia, salas de tratamento, sauna, banho turco, solário de raios UVA, camarotes e suítes

São cinco Jacuzzis, quatro piscinas, duas com cobertura retrátil, quatro piscinas,duas delas com cobertura retrátil, Pista polidesportiva circuito de jogging ao ar livre Cinema 4D Casino Simulador do Grand Prix Telão gigante ao ar livre com cobertura retrátil Biblioteca Mundo virtual, Squok Club com piscina infantil Teatro de três andares, Discoteca Toboágua Espaço de Internet Centro comercial e mais de 400 obras de arte originais e mais de 6.000 reproduções são expostas em ambientes inspirados pela beleza como arquétipo, dedicados a lugares bonitos e obras-primas internacionais.

ALCEU VALENÇA ENCANTA PAULISTAS NO METRÔ, “Lá vem chegando o verão no trem da estação da luz…”

Uma ação do Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer

ALCEU 1 “Lá vem chegando o verão no trem da estação da luz…”. O trecho da canção de Alceu Valença se fez vivo em uma ação do Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer, nesta quarta-feira (6).

Justamente no metrô que é retratado nos seus versos, o de São Paulo, Alceu comandou uma verdadeira folia na Linha Amarela para divulgar o Estado aos paulistas.

A ação teve como pano de fundo a promoção do destino Pernambuco, que vem sendo realizado em seis vagões da Linha Amarela e na Estação Paulista.

Alceu Valença embarcou no vagão “Carnaval de Olinda” na Estação da Luz e seguiu junto com passageiros até a Estação Paulista. Lá, junto com os promotores, ele promoveu um pouco do Carnaval de Pernambuco para o público presente, com direito a passistas, estandarte e foliões fantasiados.

“Alceu é um grande ícone da nossa cultura e representa bem o espírito de alegria do pernambucano, além dele ser uma referência musical no Brasil. Sabíamos que o metrô de São Paulo ia se transformar em um verdadeiro carnaval com a presença dele e foi justamente o que aconteceu. Estamos muito felizes com a repercussão positiva dessa ação”, analisou o secretário de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, Felipe Carreras.

Bastou o cantor entrar no metrô paulista para a festa começar com músicas como “Morena Tropicana”, “Bicho Maluco Beleza”, “Coração Bobo”, “Anunciação”.

Todas foram entoadas pelo público presente, que aproveitou para entrar na dança e desfrutar um pouco da atmosfera do carnaval pernambucano.

“É muita felicidade cantar e apresentar o meu Pernambuco para as pessoas em todo País e no Mundo. Foi muito legal ver as pessoas cantando comigo no metrô”, comentou Alceu, satisfeito em ter realizado uma ação da divulgação da cultura pernambucana.

 

PERNAMBUCO MERECE ESSA HISTÓRIA. A Revolução Emancipacionista de 1817 em filme de Tizuka Yamasaki

A cineasta Tizuka Yamasaki lança o seu novo filme, “1817 – A revolução esquecida”, neste domingo (3), a partir das 19h, em evento no Cine São Luiz.

Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta quinta-feira (30), na Fundação Joaquim Nabuco, a diretora contou alguns detalhes sobre o documentário produzido para a TV Escola, em parceria com o Ministério da Educação.

“Queríamos colocar no filme a grandiosidade que a revolução teve. Fizemos tudo com o mesmo cuidado que temos quando se trata de um trabalho para o cinema mesmo”, afirma Tizuka. Após a pré-estreia no Recife, a produção chega à telinha no dia 15 de dezembro.

Com duração de 50 minutos, o documentário é inspirado no livro “A noiva da revolução”, de Paulo Santos de Oliveira. Para retratar o movimento emancipacionista pernambucano, o filme alterna entrevistas com especialistas e encenações.

Realizadas em julho, as filmagens tiveram como locações lugares como o Forte das Cinco Pontas, Pátio de São Pedro, Ponte Maurício de Nassau e Terreiro de Pai Adão.

O elenco conta com os atores Bruno Ferrari e Klara Castanho nos papéis de protagonistas, além da chef de cozinha Carmem Virginia, e dos atores Arthur Canavarro, Carlos Ferrera, entre outros. Entre os entrevistados, estão o historiador Leonardo Dantas Silva e o arquiteto José Luiz da Mota Menezes.

Tizuka Yamasaki

De Mato Grosso, Bruna Viola vence Grammy Latino em Las Vegas com melhor álbum de música de raízes brasileiras

A cantora Bruna Viola está na lista dos vencedores da 18ª edição do Grammy Latino, realizada nessa quinta-feira (16), em Las Vegas, nos Estados Unidos.

brunaEla levou o prêmio na categoria Melhor Álbum de Música de Raízes Brasileiras, com “Melodias do Sertão”.

O disco, com a produção de Paul Ralphes e direção musical de Marcelo Amiky, é composto por 14 músicas, entre elas “Sistema da bruta”, “Tô fazendo falta” e “Moda da pinga (marvada pinga)”. A dupla César Menotti e Fabiano também participou da gravação do DVD da cantora, em março de 2016.

Em postagem feita no Instagram logo depois do anúncio, a cantora comemorou o prêmio e disse que não acreditava no que estava acontecendo.

“Ainda não estou acreditando em tudo isso que está acontecendo. Ganhei meu mundão, meu álbum Melodias do Sertão ganhou o prêmio de melhor álbum de música de raízes brasileiras do Grammy”, declarou.

DESTAQUE NA GRANDE IMPRENSA – Maria Clara, de 10 anos. Menina de Pernambuco conquista título de Miss Kid Universo 2017 no Peru

REPORTAGEM DO DIARIO DE PERNAMBUCO – A menina já havia ganhado os títulos de Mini Miss Gravatá, Mini Miss Pernambuco e Mini Miss Brasil Mundo, em 2016.

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A pernambucana Maria Clara Lins, de 10 anos, conquistou em outubro o título de Miss Kid Universo 2017, em Arequipa, no Peru. A menina de Gravatá, no Agreste, já havia ganhado os títulos de Mini Miss Gravatá, Mini Miss Pernambuco e Mini Miss Brasil Mundo, em 2016.

Maria Clara participa de campanhas publicitárias e desfila desde os seis anos. Além da vida de miss, a menina ainda faz aulas de teatro, participa de espetáculos teatrais e ballet, e faz aulas de inglês e vôlei. “Ela é muito estudiosa, sempre prioriza os estudos”, como contou a mãe da garota, a dentista Eveline Lins Leite.

“Ficamos muito felizes, pois foi mais um sonho realizado”, disse a mãe da menina, que vai dar uma pausa na carreira de miss para se dedicar ao sonho de ser atriz. Maria Clara participou de um teste para uma novela infantil e está aguardando o resultado da seleção. “Enquanto isso ela vai se preparando com cursos e workshops“, contou Eveline.

Maria Clara Lins foi eleita a Mini Miss Brasil 2016 (Foto: Duda Lima/Arquivo Pessoal) Maria Clara Lins foi eleita a Mini Miss Brasil 2016 (Foto: Duda Lima/Arquivo Pessoal)

Maria Clara Lins foi eleita a Mini Miss Brasil 2016 (Foto: Duda Lima/Arquivo Pessoal)

O título de Mini Miss Brasil

Maria Clara Lins recebeu o título de Mini Miss Brasil 2016 em um concurso realizado em Recife. O evento contou com a participação de representantes de sete estados brasileiros. Ela foi escolhida por unanimidade como vencedora.

O traje usado por ela durante o concurso foi premiado como o mais bonito da categoria dela. A estilista responsável pela roupa, Aldilene Torres, recebeu o título de “Estilista Destaque” pelo traje ter sido escolhido como o mais bonito de todas as categorias (mini, mirim, e juvenil).

Desde bebê, a mãe afirmou que a garota já chamava atenção das pessoas. “Moramos dois anos no Rio de Janeiro. Lá, eu ia com ela no banco, nas lojas e sempre diziam para eu levar ela ela em uma agência para fazer campanhas, mas não quis logo de início porque ela era uma bebê, mas depois as coisas foram acontecendo”, relatou.

*Estagiária sob supervisão de Joalline Nascimento