PERNAMBUCO PRODUZ NAVIOS SIM SENHOR ! navio Castro Alves – primeiro petroleiro do tipo Aframax construído no Brasil, com produção e montagem 100% pernambucanas.

Governador conheceu, nesta segunda-feira, no Estaleiro Atlântico Sul, em Suape, o navio Castro Alves – primeiro Aframax construído no Brasil e com fabricação 100% no Estado

 Governador Paulo Câmara durante visita ao Navio Castro Alves30

O governador Paulo Câmara e o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro, visitaram, nesta segunda-feira (23.04), as instalações do navio Castro Alves – primeiro petroleiro do tipo Aframax  construído no Brasil, com produção e montagem 100% pernambucanas.

Governador Paulo Câmara durante visita ao Navio Castro Alves18Fabricada no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), no Complexo Industrial de Suape – empreendimento instalado em Pernambuco pelo ex0governador Eduardo Campos -, a embarcação é uma das duas que serão lançadas na próxima sexta-feira (27.04), juntamente com a Skandi Recife, embarcação do tipo PLSV (Pipe Laying Support Vessel).

Ambas foram financiadas pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM), somando um total de R$ 1,25 bilhão de investimentos.

Governador Paulo Câmara durante visita ao Navio Castro Alves17 “Vim aqui, hoje, junto com o ministro para que ele conhecesse como funciona o Estaleiro Atlântico Sul.

E, sem dúvida, ele sai daqui sensibilizado de que é muito importante e estratégico nós termos uma política de confiança nacional que possa garantir ao Estaleiro Atlântico Sul e outros aqui em Pernambuco que possam ter encomendas, porque eles vão dar conta do recado. É um setor estratégico, que toda nação tem que ter como prioridade. Sabemos da importância dessa indústria para Pernambuco e tudo que eles avançaram. Hoje, é um estaleiro de nível mundial, com uma produtividade altíssima. Fruto da aposta em Pernambuco e da qualificação da mão de obra pernambucana”, destacou o governador.

Governador Paulo Câmara durante visita ao Navio Castro Alves12 Paulo aproveitou a visita ao estaleiro para ratificar o apoio do Governo com os avanços do setor naval em Pernambuco.

“A gente tem certeza de que todo o esforço que foi feito para trazer essa indústria Naval aqui para Pernambuco está valendo a pena. Para se ter uma ideia, o primeiro navio do EAS durou 60 meses para ficar pronto. Esse, que nós visitamos hoje, durou apenas 18. Os próximos irão durar 14 meses. Ou seja, eles estão em um nível de excelência mundial. É uma indústria que se profissionalizou e agora vai precisar, realmente, do apoio de todos nós para continuar avançando. Hoje, o estaleiro é um patrimônio de Pernambuco e do Brasil em termos de qualidade, tecnologia, fazendo navios bem feitos, que podem ser vendidos para o mundo todo”, frisou.

Após visita à embarcação, Ministro Casimiro ponderou: “já temos algumas medidas que estão sendo encaminhadas para o Congresso. Medidas que vinham sendo trabalhadas com o setor, para que possamos fomentar a utilização dos nossos estaleiros, com a construção de embarcações viabilizando o aumentando do Fundo que garante esses financiamentos junto ao BNDES. E já me comprometi em conversar com o presidente do BNDES para que a gente possa liberar os financiamentos que já estão aprovados pelo FMM, mas que ainda precisam da liberação do banco”, declarou..

 Cada uma das embarcações teve 90% dos seus custos financiados pelo FMM, sendo o restante pela Transpetro (Castro Alves) e outro, pela Dofcon (Skandi Recife), totalizando R$ 1,25 bilhão. O navio Castro Alves é a primeira embarcação tipo Aframax construída no Brasil, produzida pelo Estaleiro Atlântico Sul para a Transpetro, no valor de cerca de R$ 250 milhões. O petroleiro de grande porte é destinado ao transporte de petróleo bruto, com capacidade de carga de 158 mil toneladas, em 274 metros comprimento;  43,8 metros de boca e 15 metros de calado.

 Já o PLSV é uma embarcação complexa e altamente especializada, dotada de equipamentos e sistemas sofisticados, que atua no lançamento de linhas rígidas e flexíveis, que conectam as plataformas a sistemas de produção de petróleo. O navio pertence à empresa Dofcon e foi construído pelo estaleiro Vard Promar, pelo valor de cerca de R$ 1 bilhão. O navio tem 139,9 metros de comprimento; 28 metros de boca (equivalente à largura) e 12 metros de calado.

 FMM – O Fundo é a principal fonte de financiamento do setor naval brasileiro. Entre 2007 e 2017 proporcionou a construção de 14 estaleiros e 680 embarcações, sendo 27 delas destinadas à navegação de cabotagem, como o Aframax, e 183 destinadas à navegação offshore, como o PLSV. Em Pernambuco, o FMM já financiou 2 estaleiros e 23 embarcações até hoje.

Fotos: Hélia Scheppa/SEI

23 DE ABRIL, DIA DE SÃO JORGE

sao jorgeSão Jorge foi, conforme a tradição, um soldado romano no exército do imperador Diocleciano, venerado como mártir cristão.

Na hagiografia, São Jorge é um dos santos mais venerados no catolicismo (tanto na Igreja Católica Romana e na Igreja Ortodoxa como também na Comunhão Anglicana e no Luteranismo).

É imortalizado na lenda em que mata o dragão. É também um dos Catorze santos auxiliares.

Considerado como um dos mais proeminentes santos militares, a memória de São Jorge é celebrada nos dias 23 de abril e 3 de novembro.

Nestas datas, por toda a parte, comemora-se a reconstrução da igreja que lhe é dedicada, em Lida (Israel), na qual se encontram suas relíquias. A igreja foi erguida a mando do imperador romano Constantino I.

São Jorge é o santo padroeiro em diversas partes do mundo tais como: (países) Inglaterra, Portugal (orago menor), Geórgia, Catalunha, Lituânia, Sérvia, Montenegro, Etiópia, e (cidades) Londres, Barcelona, Génova, Régio da Calábria, Ferrara, Friburgo em Brisgóvia, Moscovo/Moscou e Beirute.

Há uma tradição que aponta o ano 303 como ano da sua morte. Apesar de sua história se basear em documentos lendários e apócrifos (decreto gelasiano do século VI), a devoção a São Jorge se espalhou por todo o mundo.

oração de São Jorge

“Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.

Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar. 

Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos. 

Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós.

Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo. São Jorge Rogai por Nós. Amém”

Ex-deputado CONSTITUINTE DE 1988 GILSON MACHADO GUIMARÃES FILHO, faleceu na tarde deste domingo, dia 22

Pernambuco perdeu uma de suas maiores referências políticas com o falecimento na tarde deste domingo, em sua residência no Recife, do ex-deputado federal Constituinte de 1988, empresário, pai de três filhas, Gilson Machado Filho, que vinha lutando  contra um câncer há alguns meses.

 gilson

Filho do médico Gilson Machado (in memorian) e da matriarca Cordélia,  é irmão de grandes empresários bem sucedidos em Pernambuco, como Antonio Machado Guimarães, Carlos Eduardo Machado Guimarães e João Machado Guimarães.

 Com João Machado Guimarães e o sobrinho Gilson Machado Guimarães Neto fundou Janeiro de 1990, a Rádio Gravatá FM de Gravatá-PE.

 O velório de Gilson Machado será amanhã, segunda-feira (23), no Cemitério Morada da Paz. A família deve divulgar nas próximas horas o horário do sepultamento.

GILSON MACHADO NA HISTÓRIA

Gílson Machado Guimarães Filho nasceu em Recife, no dia 14 de maio de 1942, filho de Gílson Machado Guimarães e de Cordélia Lopes Machado Guimarães.

Empresário do setor canavieiro, fez parte da liderança classista dos usineiros do estado.

Deixou a Universidade Católica de Recife sem completar o curso de direito. Participou da diretoria do Sindicato da Indústria do Açúcar de Pernambuco entre 1970 e 1973 e nessa condição representou a entidade nos planos de safra do Instituto do Açúcar e do Álcool durante seis anos.

Diretor executivo do conselho de administração da Agroindustrial Matary Ltda. e da Indústria Madeireira Ltda., ambas em Santa Luzia (MA), de 1973 a 1977;

presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar, de 1977 a 1986; integrante do conselho de representantes da Federação das Indústrias e da Comissão de Abastecimento de Produtos Claros e Escuros da Comissão Nacional de Pesquisa e conselheiro da Associação Comercial de Pernambuco, em 1979;

Membro do conselho de administração da Agropecuária Vale do Matary S.A., do conselho do Programa de Apoio à Economia Canavieira e de Fomento à Indústria Sucroalcoolquímica do Governo de Pernambuco e vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado e da Associação Nacional dos Produtores de Álcool, em 1980;

diretor-executivo da Republicana Transportes Comércio e Representação Ltda., em 1981, Gílson Machado tomou parte na comitiva do presidente da República, general João Figueiredo, a Washington, nos Estados Unidos, e ao México, em 1982 e 1983.

Ainda em 1983 participou do conselho consultivo da Federação das Associações Comerciais de Pernambuco e dos conselhos de administração da Companhia de Habitação e da Companhia de Armazéns Gerais; foi também diretor executivo da Agropecuária Tamarindo S.A.

No mesmo ano representou o diretório regional na convenção nacional do Partido Democrático Social (PDS). Em 1984 e 1985 voltou a participar de comitivas presidenciais a Tóquio, no Japão, e a Pequim, na China. Em 1985 foi nomeado diretor executivo da Fertiflora Adubos Ltda.

Afastou-se do Sindicato dos Usineiros de Pernambuco em 1986 para concorrer a uma vaga de deputado federal constituinte pelo Partido da Frente Liberal (PFL). Representando sobretudo os interesses da agroindústria canavieira, elegeu-se em novembro de 1986, com uma expressiva votação obtida graças a acordos feitos com antigas lideranças políticas principalmente na Zona da Mata, no Agreste e no Sertão.

Tomou posse em 1º de fevereiro de 1987. Titular da Comissão de Sistematização e da Subcomissão de Princípios Gerais, Intervenção do Estado, Regime da Propriedade do Subsolo e da Atividade Econômica, da Comissão da Ordem Econômica, e suplente da Subcomissão do Sistema Financeiro, da Comissão do Sistema Tributário, Orçamento e Finanças, votou a favor da pena de morte, do presidencialismo, do mandato de cinco anos para o então presidente José Sarney, da anistia aos micro e pequenos empresários, da pluralidade sindical. E contra o voto facultativo aos 16 anos, a soberania popular, o mandado de segurança coletivo, a limitação do direito de propriedade, a nacionalização do subsolo, a estatização do sistema financeiro, o limite de 12% ao ano para os juros reais, a limitação dos encargos da dívida externa, a proibição do comércio de sangue, a remuneração 50% superior para o trabalho extra, a jornada semanal de 40 horas, o turno ininterrupto de seis horas, a estabilidade no emprego, o aviso prévio proporcional, a unicidade sindical, a criação de um fundo de apoio à reforma agrária e a desapropriação da propriedade produtiva.

Ainda durante os trabalhos da Assembléia Nacional Constituinte foi autor da emenda que visava à coincidência de todos os mandatos, de presidente a vereador, a partir de 1994. Para tanto, seu calendário eleitoral previa eleições municipais somente em 1990. Contrário à Aliança Democrática formada pelo PFL e o PMDB, defendeu o rompimento com o governo, caso o presidente Sarney não reformulasse o pacto que o sustentava.

Com a promulgação da nova Carta Magna em 5 de outubro de 1988, Gílson Machado voltou a participar dos trabalhos legislativos ordinários da Câmara como titular da Comissão de Economia, Indústria e Comércio; suplente das comissões de Agricultura e Política Rural, e de Defesa Nacional; primeiro vice-presidente da comissão especial sobre a instituição da pena de morte; e suplente da comissão parlamentar de inquérito sobre a privatização da NEC do Brasil.

Foi ainda titular da Comissão de Finanças e Tributação; vice-líder do bloco formado pelo PFL, Partido da Reconstrução Nacional (PRN), Partido da Mobilização Nacional (PMN) e Partido Social Trabalhista (PST); titular da comissão mista encarregada de rever doações, vendas e concessões de terras públicas; e suplente da Comissão de Minas e Energia e da CPI que investigou irregularidades na Previdência Social.

Reeleito no pleito de outubro de 1990, na sessão da Câmara de Deputados de 29 de setembro de 1992 foi um dos 38 parlamentares que votaram contra o impeachment do presidente Fernando Collor de Melo, acusado de envolvimento num amplo esquema de corrupção liderado pelo ex-tesoureiro de sua campanha presidencial, Paulo César Farias. Afastado da presidência logo após a votação na Câmara, Collor renunciou ao mandato em 29 de dezembro de 1992, pouco antes da conclusão do processo pelo Senado Federal, sendo efetivado na presidência da República o vice Itamar Franco, que já vinha exercendo o cargo interinamente desde o dia 2 de outubro.

Sem disputar nova reeleição em outubro de 1994, Gílson Machado deixou a Câmara dos Deputados ao término da legislatura, em janeiro de 1995.

Em maio de 1996, em artigo assinado no jornal O Globo sobre os trabalhadores rurais sem-terra, afirmou que a paz só voltaria ao campo quando se garantisse o direito de propriedade: “O país está cansado de discursos e leis (inexeqüíveis). Sejamos práticos. Garanta-se o direito da propriedade e remunerem-se os produtos agrícolas, que a paz voltará ao campo (não defendo a terra improdutiva, estas terão que ser confiscadas).”

Gílson Machado presidiu a Cooperativa dos Usineiros do Açúcar e do Álcool de Pernambuco e publicou Açúcar e álcool, seus problemas e sua importância em Pernambuco (1978), Álcool — depoimento de um empresário pernambucano (1979) e Cana de açúcar em Pernambuco, em busca de novos caminhos (1982).

Casado com Magnólia Maranhão Machado Guimarães, teve três filhos.

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(Texto de Fátima Valença)

 FONTES: ASSEMB. NAC. CONST. Repertório (1987-1988); CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (1991-1995); Estado de S. Paulo (9/1/87); Folha de S. Paulo (19/1/87); Jornal do Brasil (30/3/88); Perfil parlamentar/IstoÉ.

 

Obra de implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário de Gravatá está 60 % concluída

O Governo Paulo Câmara destina R$ 38 milhões só na primeira fase da obra, que está prevista para ser finalizada no final deste ano.

ete gravatáAs obras de implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) de Gravatá, no Agreste, avançam.

A primeira etapa do empreendimento já está 60%  concluída e vai beneficiar 35 mil pessoas no Alto da Boa Vista, Bairro Novo, Cruzeiro, Picolé, Prado, Pilar de Matos, Cohab 1 e 2, 15 de Novembro e Petur.

O Governo Paulo Câmara destina R$ 38 milhões só na primeira fase da obra, que está prevista para ser finalizada no final deste ano.

“Este é o maior investimento em saúde pública já feito na cidade, um dos destinos turísticos mais procurados da região”, afirmou  o presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento-Compesa, Roberto Tavares.

Ele adiantou que para contemplar o restante da cidade de Gravatá, o Governo do Estado investe R$ 4 milhões na elaboração do projeto da segunda etapa do SES Gravatá, que deve ser concluído até final de 2018.

Estudos preliminares já apontam um investimento de R$ 160 milhões para realizar a segunda etapa do sistema.

 Uma particularidade dessa obra, é que a população já está sendo beneficiada com os serviços de coleta e tratamento de esgoto, antes mesmo de finalizar a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).

Isso porque a Compesa  instalou uma ETE móvel, no bairro Alto da Boa Vista, um modelo simplificado e compacto para tratamento de esgoto, que permite dar funcionalidades às tubulações já assentadas (redes e ramais) na cidade.

Hoje, é coletado e tratado o esgoto gerado por 2 mil moradores.

 A obra está com frentes de trabalho atuando na implantação de rede no bairro da Boa Vista, e na construção da ETE e do coletor “tronco”.

Esse último é uma tubulação de grande porte (500 milímetros de diâmetro), com 2,5 mil metros de extensão, que está sendo implantado às margens do Rio Ipojuca e será responsável por receber todo esgoto da cidade e fazer o transporte até estação de tratamento.

A ETE de Gravatá já está 78% concluída, e possui a capacidade para tratar 150 litros de esgoto, por segundo, utilizando um método de tratamento que garante retirar do esgoto até 98% de matéria orgânica e elementos patogênicos.

Na primeira etapa, também já foram instaladas 5,4 mil ligações, 12 mil metros de nova rede coletora e 21 mil metros de ramais de calçada.

O SES Gravatá é executado por meio do Programa de Saneamento Ambiental do Rio Ipojuca (PSA Ipojuca) e com recursos financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

 “O compromisso do governador Paulo Câmara com Saneamento vai além das obras de esgotamento sanitário.

Na semana passada ele autorizou a licitação  de uma nova adutora para Gravatá e  ampliação da Estação de Tratamento de Água- ETA da cidade”, finalizou o presidente de Compesa.

 

 

 

Recife sedia Encontro Mundial de Magnetizadores Espíritas

Cartaz XI EMMERecife, abril de 2018 – O XI Encontro Mundial de Magnetizadores Espíritas (XI EMME) será realizado em Recife, pela primeira vez, de 20 a 22 de abril, no auditório da MV Empresarial, no Bairro da Imbiribeira.

O encontro vai reunir representantes do Brasil, Estados Unidos e Portugal sobre o tema, e pretende favorecer e aprofundar estudos e pesquisas acerca do Magnetismo Humano, para uso e aplicação em favor do ser humano.

A proposta do EMME é reunir pessoas do Movimento Espírita que trabalhem com o Magnetismo Humano na doutrina e que sejam magnetizadores ou estudiosos do tema para trocas de informações e de experiências de trabalhos pesquisados, em execução e/ou já executados, pertinentes à prática do magnetismo.

O Encontro é realizado anualmente, tradicionalmente nos meses de abril ou maio, e permite a possibilidade dos diversos trabalhadores apresentarem e discutirem as técnicas empregadas nos diversos tratamentos e as pesquisas desenvolvidas em cada Casa Espírita.o XI EMME está sendo organizado pela Comissão de Magnetizadores Espíritas de Pernambuco (CMEPE).

Esse encontro permite a inscrição de trabalhos científicos a serem apresentados no XI EMME em forma de palestra ou painéis, seguindo uma metodologia de apresentação de maneira que todos possam entender e tirar as dúvidas. Também haverá salas temáticas onde serão tratados temas diversos voltados as técnicas do magnetismo, como por exemplo “o uso do magnetismo em crianças”, “saúde e doença”, “conexões entre os centros vitais”, entre outros. O evento é direcionado para os inscritos até o mês de março, e não é aberto ao público em geral, cerca de 350 magnetizadores e estudiosos do tema estão sendo esperados para o evento.

A abertura do evento será na sexta-feira (20/04), às 19 horas, no auditório da MV Empresarial, com o lançamento do livro “A dupla vista”, do coordenador do evento, Jacob Melo.

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Serviço:  XI Encontro Mundial de Magnetizadores Espíritas (XI EMME) Data: 20 a 22 de abril de 2018
Local: sede a MV EMPRESARIAL, situada na Av. Presidente Dutra, nº 298 – Imbiribeira, Recife – PE.
Contato: Laurisson Holanda (CMEPE)- (81) 9.9925.8116

Secretário-geral do PSB, Adilson Gomes anuncia candidatura à Alepe

Filiado ao PSB há 28 anos, o secretário-geral do Partido Socialista Brasileiro de Pernambuco, Adilson Gomes, anunciou a intenção de concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Adilson Gomes e João CamposMembro histórico do PSB, Adilson Gomes já teve importantes tarefas no âmbito partidário.

Coordenou no Interior do Estado as campanhas vitoriosas de Miguel Arraes, Eduardo Campos e do governador Paulo Câmara. Este ano, irá visitar os municípios pernambucanos acompanhado do vice-presidente nacional de Relações Federativas, João Campos.

Adilson Gomes tem 50 anos de vida política. Em 1972, foi eleito vereador de Moreno. Durante sua trajetória, ajudou a construir a história do MDB e PSB em Pernambuco.

Adilson teve uma relação de quase 20 anos com o ex-governador Miguel Arraes, que se iniciou em 1986, quando Adilson coordenou a campanha de Arraes ao governo do Estado. Em abril de 1990, se filiou ao PSB de Pernambuco.

Novo circuito de vaquejada de Pernambuco começa neste sábado

1º Circuito ACQM-PE de Vaquejada no Parque Roberta Urquiza, em Vitória de Santo Antão.

Vaq 1A partir das 8h deste sábado (21), a Associação dos Criadores de Quarto de Milha de Pernambuco estará dando início ao 1º Circuito ACQM-PE de Vaquejada no Parque Roberta Urquiza, em Vitória de Santo Antão.

Contando com participantes de todo o Nordeste, o evento colocará em disputa mais de R$ 100 mil em prêmios, além de possibilitar às duplas competidoras a conquista de melhores posições no ranking nacional da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM).

Vaq 2A nova competição também é mais uma vitrine para os criadores de equinos apresentarem seus animais que, dependendo do desempenho na competição, podem ganha maior valorização no mercado.

O circuito será disputado em quatro etapas. A três últimas estão programadas para os dias 2 e 3 de junho, em Bezerros, no Parque Haras Pacita; dias 29 e 30 setembro, na Fazenda Santa Fé, também em Bezerros e dias 13 e 14 de outubro, no Centro de Treinamento de Aldeia (CTA). Já no próximo ano, os organizadores esperam ampliar de quatro para seis o número de etapas do circuito.

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Dos palacetes para as penitenciárias: Lava-Jato coloca figurões na cadeia

ricos presosLista inclui o ex-presidente Lula, o deputado cassado Eduardo Cunha e o ex-governador Sérgio Cabral

Texto de BB Bernardo Bittar – Especial para o Correio Braziliense

 Ter uma Justiça que funcione e puna o criminoso independentemente do poder ou da conta bancária ainda desperta suspiros.

É um anseio nacional. Estamos nos acostumando à ideia de que, durante quatro anos, a Operação Lava-Jato condenou 160 pessoas entre os principais políticos e empresários do país.

No Superior Tribunal de Justiça, há nove governadores investigados e três denunciados. Autoridades que desafiaram o Judiciário foram obrigadas a deixar os extravagantes palácios em que sempre viveram e trabalharam para dividir celas nas penitenciárias brasileiras.
Um capítulo que poderia ficar conhecido como a década das prisões merece especial atenção.

Há 10 anos, o  então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) era o homem mais poderoso da República.

Recebeu R$ 1,3 trilhão para organizar a estrutura de 232 mil pessoas no governo federal, segundo cálculos do Ministério do Planejamento e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O petista foi preso na semana passada, após seis ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitarem o pedido de habeas corpus da defesa.

Lula foi condenado a 12 anos e um mês pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP). Ainda pairam contra ele mais oito processos.

Considerado até então um ótimo articulista político, o deputado cassado Eduardo Cunha (MDB) teve poder suficiente para colocar em xeque a atuação do mais alto cargo eletivo do país.

O ex-senador Luiz Estevão conseguiu fazer com que um processo contra ele se arrastasse durante muitos anos.

Paulo Maluf (PP) fez a mesma coisa. Geddel Vieira Lima (MDB) foi condecorado 11 vezes com medalhas importantes — como a Ordem do Mérito Naval em Grau de Grande Oficial, recebida em 2007. Nenhum deles escapou da Justiça quando seus crimes foram revelados.

ricos

Governo federal gastou, ao menos, R$ 82 milhões em 2017 para comprar flores e cuidar dos jardins dos órgãos públicos.

Mesmo que indispensável, o gasto com jardinagem é expressivo no país e pode ser ainda maior, porque muito do que é executado e pago pelas instituições públicas com o serviço está misturado com outros tipos de trabalho, como recepcionista, copeiragem, eletricista e outros.

Com informações síntese do Diario de Pernambuco e Correio Braziliense

floresDe acordo com dados obtidos da ONG Contas Abertas, cerca de 98% disso é por conta do serviço de jardinagem contratado pelos três Poderes.

Do total, R$ 1,625 milhão são despesas para a compra de arranjos florais, sementes e insumos, sendo quase R$ 300 mil destinados apenas aos enfeites de cerimônias e eventos.

Mesmo que indispensável, o gasto com jardinagem é expressivo no país e pode ser ainda maior, porque muito do que é executado e pago pelas instituições públicas com o serviço está misturado com outros tipos de trabalho, como recepcionista, copeiragem, eletricista e outros.

O economista Gil Castello Branco, secretário-geral da ONG Contas Abertas, explica que “ninguém é contra a manutenção do gramado, plantas ou flores”, mas é uma questão de se ter compatibilidade com a austeridade que o país enfrenta.

OUTROS

Alguns órgãos responderam sobre gastos com arranjo de flores em 2017.

No Legislativo, a Câmara dos Deputados gastou R$ 16,3 mil, enquanto o Senado Federal não teve despesas desse tipo.

O Tribunal de Contas da União (TCU) desembolsou R$ 6,6 mil.

O Ministério da Educação (MEC) informou que gastou R$ 6,3 mil.

No Judiciário, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) pagou R$ 1,7 mil, enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) não teve gastos.