San Isidro, na Argentina – Rejeitados pelo mercado de trabalho, amigos com Sindrome de Down abrem pizzaria de sucesso

Rejeitados pelo mercado de trabalho, estes amigos que têm em comum o Síndrome de Down juntaram-se e abriram o próprio negócio.

Fonte: tuga.press

6Passado pouco tempo já não têm mãos a medir com tanta clientela! Conheça esta magnífica história de empreendedorismo mas acima de tudo, de coragem:

Muitos dos nossos jovens até que têm ideias e muita vontade de trabalhar, alguns deles lutam pelos seus sonhos e muitas vezes acabam por ter um enorme sucesso no mercado de trabalho. Um grande exemplo disso é a história que hoje vos trazemos, uma daquelas histórias que dá um enorme prazer partilhar!

Em San Isidro, na Argentina existe uma empresa chamada “Los Perejiles”, é uma pizzaria mas que também prepara canapés e outros petiscos para venderem para eventos, essa empresa está a ter um enorme sucesso na Argentina e cada vez tem mais clientes! Você só tem de ligar e eles deslocam-se ao evento, preparam toda a comida e no final arrumam e deixam tudo conforme estava, limpinho e arrumado.6-4

A ideia partiu de 6 amigos que sofrem de Síndrome de Down e que apesar de terem muita vontade de trabalhar, não conseguiam arranjar emprego no mercado de trabalho. Então eles tomaram uma decisão radical, sabendo que tinham potencial, juntaram-se a abriram a sua própria empresa. Eles anunciaram a empresa conforme podiam, nas redes sociais e distribuindo panfletos, e ao fim de apenas 2 meses no activo eles já tinham mais de 25 eventos agendados!

Telam Lopez, professor e que ajudou voluntariamente estes jovens a lançarem o projecto afirmou: “Los Perejiles começou a nascer quando explicámos às mães desres meninos as dificuldades que eles iriam ter no mercado de trabalho, porque os meninos iam para um colégio especial supostamente os formariam para o mercado de trabalho, mas que no final acabam sempre por ali, sem conseguir emprego embora com formação”.

Uma das grandes qualidades desta empresa é a organização, sem sombra de dúvida. Para qualquer evento que são contratados os “Prejiles” chegam lá com as suas ferramentas de trabalho e os ingredientes necessários. Lá, distribuem as tarefas entre si, e até agora contam que ninguém fez perguntas estranhas, nem sentiram olhares desagradáveis, antes pelo contrário sempre têm sido tratados com muito respeito.

Acima de tudo estes jovens deram uma grande lição a todos aqueles que lhes recusaram um posto de trabalho! Eles são tão competentes como qualquer outra pessoa, e não precisam da piedade de ninguém para vingarem no mercado de trabalho. Há males que vêm por bem, e neste caso ainda bem que ninguém lhes deu trabalho noutra empresa!

Holanda torna-se no primeiro país sem cachorros abandonados

Cada vez é mais frequente vermos animais a viverem nas ruas, muito devido ao abandono por parte dos seus donos, estimando-se mesmo que existam aproximadamente 600 milhões de cachorros abandonados em todo o Mundo.

Fonte: Inspiring Life

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Infelizmente, isso também acontece porque a maioria dos países não aplica medidas pesadas para quem comete tal crime.

Contudo, a Holanda parece ser a “excepção à regra”, tornando-se no primeiro país a não ter animais abandonados, sem ter recorrido ao sacrifício animal ou a apreensão destes para os canis municipais.

Esta conquista deveu-se a um plano do governo baseado em quatro pilares:

  • leis bastante duras para quem abandona os cães;

  • multas de milhares de euros;

  • campanhas de castração e conscientização;

  • altas taxas de imposto para quem compra cachorros de raça.

Desta forma, o país conseguiu evitar que os animais abandonados se reproduzissem, aumentando ainda mais a número destes, ao mesmo tempo que fez com que as pessoas dessem preferência à adoção dos cachorrinhos até então abandonados.

Vamos todos fazer como na Holanda? 😄

Dona DAPAZ e o Premio Da Paz dos Direitos Humanos

 O prêmio foi instituído para contemplar pessoas físicas ou jurídicas que se destacam na promoção e defesa dos Direitos Humanos.

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Numa iniciativa da Rede das Organizações da Sociedade Civil de Gravatá, aconteceu sábado (08) de novembro no auditório das Salesianas Gravatá, a entrega do PRÊMIO DA PAZ DE DIREITOS HUMANOS.

Maria da Paz Teixeira de Araújo, foi escolhida para receber o prêmio, Dapaz é uma mulher que dedicou sua vida as causas sociais em Gravatá, ela é fundadora do Circulo dos trabalhadores Cristãos no município, líder de projetos educacionais na Vila Maria Auxiliadora e no bairro Novo como a escola Maria Medianeira e Maria Menina, ligada as pastorais sociais da igreja católica, a conselhos de direitos entre outras atividades voltadas para cidadania.

DAPAZ PREMIO NOVAO premio foi materializado na obra do artista plástico Eduardo Cavalcante, uma peça fundida nas oficinas Cristovão Junior, com acabamento final dos artesãos Mestres Galdino e Daniel Gomes.

A solenidade de entrega do prêmio foi prestigiada por representantes de inúmeras entidades sociais, e pelo prefeito Joaquim Neto que enalteceu a atuação marcante da homenageada.

O sociólogo Abdalazes de Moura fez uma breve explanação sobre Direitos Humanos e a atuação de Dona Dapaz na luta em defesa dos direitos sociais em Gravatá.

Através de um documentário denominado ‘Dapaz por Dapaz’’, produzido pelo Gamr e o Proludus foi apresentada a trajetória de vida da homenageada que também comemorou 90 anos de vida.

Por que Bolsonaro quer extinguir o Ministério do Trabalho depois de 88 anos que Getúlio Vargas criou?

Se confirmada extinção, será primeira vez em 88 anos que país não terá uma pasta na área.

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Caso seja confirmada a extinção do Ministério do Trabalho no governo de Jair Bolsonaro, conforme anunciou o presidente eleito nesta semana, será a primeira vez em 88 anos que o país não terá uma pasta na área, desde que Getúlio Vargas (1882-1954) a criou após chegar ao poder.

Hoje, esse ministério é responsável por elaborar diretrizes para geração de emprego e renda, além de emitir documentos e fiscalizar as relações trabalhistas no Brasil, investigando denúncias de trabalho escravo e infantil e o cumprimento da legislação por parte das empresas. Mas sua criação teve outro propósito.

 Quando surgiu, em 26 de novembro de 1930, a ideia era que a pasta fosse responsável por intermediar as relações entre trabalhadores e empresários, até então sob a responsabilidade do Ministério da Agricultura.

“Era uma política alinhada com o que se pensava então sobre o papel do Estado como um mediador das relações entre grupos e indivíduos”, explica Renan Pieri, professor de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e do Insper.

“Vargas dá um golpe de mestre e assume a dianteira deste processo, estatizando estas relações.”

A criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio foi uma das primeiras iniciativas de Vargas ao assumir o governo por meio de um golpe, após a Revolução de 1930, que culminou com a deposição do então presidente Washington Luís (1869-1957) e o impedimento de que seu sucessor, Júlio Prestes (1882-1946), assumisse o cargo, dando fim à República Velha.

A pasta foi batizada de “ministério da Revolução” por Lindolfo Collor (1890-1942), seu primeiro titular e avô do ex-presidente Fernando Collor de Melo.

“Essa revolução se refere a uma ruptura com a velha oligarquia agrária por meio da criação de um Estado positivista, a instauração de um modelo legal e burocrático que passa a organizar as relações sociais por meio do monopólio da força através de um sistema normativo”, diz Marcelo Nerling, professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo (USP).

“O Estado passa a ser o protagonista, baseado na crença de que é possível mudar a realidade social por meio de normas criadas de cima para baixo.”

Nerling explica que não havia na época no Brasil um Estado como conhecemos hoje. “A administração pública só começa a se organizar a partir da década de 1930. Até então, as principais forças do país estavam concentradas nos municípios, comandados por coronéis. Era um modelo descentralizado e patrimonialista, em que não se separava o público do privado.”

Qual foi o impacto da criação do Ministério do Trabalho?

Uma das primeiras medidas do novo ministério neste sentido foi criar uma nova regulamentação da atividade sindical, com critérios para a criação de sindicatos.

Entre as novas regras, estava haver uma única representação para profissionais de uma categoria dentro de uma mesma região, um mínimo de 30 membros, com ao menos dois terços de brasileiros, veto a qualquer manifestação política e ideológica, punições a empresários que impedissem a sindicalização dos trabalhadores e a aprovação da entidade pelo ministério – até então, não se dependia de autorização do governo.

O ministro Collor declarava na época que enxergava os sindicatos como uma forma de mediar os conflitos e tinha como objetivo trazer estas organizações para a órbita do novo ministério para que passassem a ser controladas pelo Estado.

“Vargas queria que os sindicatos se tornassem satélites do governo, politizando as relações entre empresas e trabalhadores”, diz Pieri.

Na época, o Brasil ainda era um país extremamente rural, mas havia uma indústria nascente, que ganha força em reação ao crescente impedimento de importar produtos da Europa a partir da Primeira Guerra Mundial.

Ao mesmo tempo, a abolição da escravatura lançou um grande contigente de mão de obra ao mercado enquanto houve simultaneamente uma chegada massiva de imigrantes a partir do fim do século 19, facilitada pela Constituição de 1891, que, ao mesmo tempo, consagrou o direito de livre associação.

Surge, assim, uma classe de trabalhadores urbanos e de profissionais liberais, e se formam os primeiros movimentos sindicais, que foram reconhecidos e regulamentados em lei ao longo da primeira década do século 20, primeiro para os trabalhadores agrícolas e, depois, para os urbanos.

“Com a formação de uma economia de mercado, foi natural a formação de sindicatos especializados para representar os trabalhadores”, diz Pieri.

Ao mesmo tempo, nas questões relativas a direitos, o regime de Vargas buscava atender reivindicações históricas dos trabalhadores, alinhado com a ideia da outorga dos direitos trabalhistas pelo Estado.

“Vargas havia acompanhado o que ocorreu na Rússia a partir de 1917 com a revolução, quando, em meio ao conflito entre capital e trabalho, o proletariado assumiu o poder. Então, ele, que era um capitalista, sabia aonde isso poderia acabar”, diz Nerling.

“Vargas sabia que, se os trabalhadores fizessem greve atrás de greve para reivindicar direitos, poderiam quebrar o capital. Ele opta por chamar para si a responsabilidade de regular estas relações, cria leis que vinculam os cidadãos. Entrega os anéis para não perder os dedos.”

O que mudou a cada Constituição?

O ministério teve sob Vargas uma atividade legislativa intensa. Foram lançadas medidas importantes, como a criação da carteira profissional (precursora da atual carteira de trabalho e previdência social), a regulamentação do trabalho feminino e infantil e o estabelecimento de juntas de conciliação de conflitos entre patrões e empregados, que seria um embrião da Justiça do Trabalho, criada pela Constituição de 1934 e que passaria a atuar a partir de 1941.

Também se destaca a criação dos Institutos de Aposentadoria e Pensões, que mudaram o sistema previdenciário do país. Ainda seriam instituídos o salário mínimo, a jornada de trabalho de oito horas e o descanso semanal, as férias remuneradas e a indenização por dispensa sem justa causa.

Uma das iniciativas de maior peso foi a instituição em 1943 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que unificou as leis trabalhistas existentes até então. O dia em que recebeu a sanção presidencial, 1º de maio, passaria a ser o Dia do Trabalho, feriado celebrado até hoje em todo o país.

As décadas após a primeira era Vargas foram marcadas por diversas mudanças nas leis e direitos trabalhistas.

Em 1946, a Assembleia Constituinte convocada após o fim da ditadura, acrescentou novos pontos como o direito à greve e o descanso remunerado aos domingos e feriados.

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) surge em 1966, já durante o regime militar, para proteger o trabalhador demitido sem justa causa com uma conta aberta em seu nome, vinculada a seu contrato de trabalho, na qual são depositados mensalmente o correspondente a 8% do salário.

A Constituição de 1967 instituiu a aplicação da legislação trabalhista a empregados temporários, a proibição de greve em serviços públicos e atividades essenciais e o direito à participação do trabalhador no lucro das empresas, entre outras medidas.

A partir da Constituição de 1988, passam a ser previstos medidas de proteção contra demissões sem justa causa, o piso salarial, a licença maternidade e paternidade, o veto à redução do salário, a limitação da jornada de trabalho a oito horas diárias e 44 horas semanais e proibição de qualquer tipo de discriminação quanto a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência. Também foi criado o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), destinado em parte ao custeio do Programa de Seguro Desemprego.

“São políticas criadas e geridas dentro do Ministério do Trabalho, por ele oferecer um corpo técnico e orçamento dentro do governo para discutir essas relações, mas que têm muito mais a ver com o ambiente político de cada época, a pressão popular por mudanças e cada governo do que com o órgão em si”, avalia Pieri.

O economista destaca que a partir dos anos 1990, a pasta assume um papel cada vez mais de fiscalização do cumprimento das normas e leis trabalhistas e na gestão de recursos como os do FGTS e do FAT.

E se o ministério acabar?

Se sua extinção se confirmar, não será a primeira vez que o Ministério do Trabalho será fundido com outras áreas.

Ao surgir em 1930, a pasta também era responsável por indústria e comércio. Em 1960, passa ser Ministério do Trabalho e Previdência Social. Torna-se puramente Ministério do Trabalho em 1974. Em 1990, volta a incorporar a Previdência.

Dois anos depois, passa a ser o Ministério do Trabalho e da Administração Federal e, em 1999, do Trabalho e Emprego. Em 2015, vira mais uma vez Ministério do Trabalho e Previdência Social, até, em 2016, tornar-se novamente apenas Ministério do Trabalho.

Ao tratar do tema, Bolsonaro já declarou em entrevistas que o trabalhador terá de”decidir entre menos direito e emprego ou todos os direitos e desemprego”. “Os encargos trabalhistas fazem com que se tenha aproximadamente 50 milhões de trabalhadores brasileiros na informalidade”, disse à rádio Jovem Pan.

Pieri avalia que, com o anúncio do fim da pasta, surge uma “incerteza jurídica” sobre quem exercerá os papéis que hoje cabem ao ministério. “Isso é uma questão mais importante do que se terá ou não um status de ministério, que é algo secundário.”

Nerling discorda e acredita que a transformação da pasta em uma secretaria sinaliza quais serão as prioridades do novo governo.

“Isso representa uma mudança de paradigma. Quando você dá a uma área status de ministério, diz que as políticas públicas nesta área serão priorizadas. Em um governo, a tomada de decisões ocorre em camadas, e a alteração de status precariza o cumprimento das competências que hoje cabem ao ministério, retira força e abala a eficácia de suas políticas”, diz Nerling.

“Ao dizer que se deve escolher entre trabalho e direitos, o presidente eleito diz que os direitos são um problema, mas isso só é um problema para o capital. Se antes o Estado se posicionava para garantir os direitos dos trabalhadores, agora, ele pesa a mão para o outro lado e passa a priorizar o capital.”

Por sua vez, Pieri destaca que, com a Reforma Trabalhista, passou a prevalecer sobre as leis trabalhistas a negociação entre sindicatos e empresas.

“O fim do ministério pode sinalizar um novo tempo em que o Estado não mais intermedia a relação entre capital e trabalho. Isso teria no futuro o efeito de despolitizar os sindicatos”, diz Pieri.

“Será necessário entender o que o presidente quis dizer com o fim do ministério. Significa um relaxamento da fiscalização e que o governo não está mais pensando nestes problemas ou apenas uma mudança burocrática? Bolsonaro não pode dar uma canetada e tirar direitos, mas temos de debater se alguns benefícios previstos na lei de fato beneficiam o trabalhador.”

QUEM CONHECEU O BAR SAVOY, NO RECIFE? E os versos do Poeta CARLOS PENA FILHO?

Era na calçada do Edifício Sigismundo Cabral, na Avenida Guararapes, nº 147, que os boêmios do Recife se reversavam nas cadeiras de metal do antigo Bar Savoy, reduto de jornalistas, políticos, estudantes e artistas que, por muitos anos, viu seus espaços internos e externos serem ocupados por frequentadores ilustres e anônimos.

Fonte: Site PorAqui, texto Manuel Borges, fotos do arquivo do Diario de Pernambuco e doação de pessoas
Credito: Carlos Teixeira/DP/D.A Press. Brasil. Recife - PE. Fachada do Bar Savoy.

Credito: Carlos Teixeira/DP/D.A Press. Brasil. Recife – PE. Fachada do Bar Savoy.

Fundado em 1944 por um espanhol que se apaixonou pelo Recife, em meio à ditadura militar instaurada no Brasil, o Savoy era um diretório velado de pensadores que discutiam a redemocratização do país, mas também recebia jovens que queriam apenas se exibir e paquerar.

Intelectuais daquele período que fizeram historia no Recife, vale a lembrança de Lula Cardoso Ayres, Capiba, Ascenso Ferreira, Mauro Mota, Carlos Pena, Ariano Suassuna, Hermilo Borba Filho, Gilberto Freyre e de tantos outros. O Bar Savoy foi visitado por personalidades do mundo, como Jorge Amado, Heitor Villa-Lobos, Roberto Rosselini, Jean-Paul Sartre, Roberto Burle Marx e Simone de Beauvoir que, segundo registrou Edilberto Coutinho (1938/1995) em sua obra póstuma Bar Savoy (1995), deram o ar da graça no lugar.

Ficaram as lembranças. Ficaram os versos do poeta Carlos Pena Filho. Depois transformado em Frevo por Capiba e interpretado por Claudionor Germano

“ Na avenida Guararapes,
o Recife vai marchando.
O bairro de Santo Antônio,
tanto se foi transformando
que, agora, às cinco da tarde,
mais se assemelha a um festim,
nas mesas do Bar Savoy,
o refrão tem sido assim:
São trinta copos de chopp,
são trinta homens sentados,
trezentos desejos presos,
trinta mil sonhos frustrados.”

Delegação pernambucana embarca para os Jogos Escolares da Juventude

Competições serão realizados em Natal (RN) entre os dias 12 e 26 de novembro. Pernambuco tem a terceira maior delegação do país nas modalidades coletivas (basquete, futsal, handebol e vôlei), com 102 atletas divididos em 11 equipes.

30935021111_5205c3d926_oNa manhã da próxima segunda-feira (12) os primeiros representantes dos 281 atletas, técnicos e oficiais que formam a delegação pernambucana embarcam com destino à capital potiguar para o início das competições da fase nacional dos Jogos Escolares da Juventude.

Os jogos vão até o dia 26 de novembro e os nossos alunos-atletas vão competir com cerca de 5 mil atletas de todo o Brasil, além de uma pequena delegação japonesa que foi convidada.

Os Jogos da Juventude são um grande celeiro para o esporte olímpico nacional e, em 2018, contam com um novo formato, que incluiu três fases regionais, realizadas em Natal, Manaus (AM) e Joinville (SC), antes da disputa nacional. As competições serão realizadas nas categorias mirim (12 a 14 anos) e infantil (15 a 17), com disputas masculinas e femininas em todas as modalidades.

Pernambuco tem a terceira maior delegação do país nas modalidades coletivas (basquete, futsal, handebol e vôlei), com 102 atletas divididos em 11 equipes. Isso se dá pelo excelente desempenho do  estado na fase regional nordestina dos Jogos da Juventude, que foram realizados também em Natal entre 12 e 16 de setembro, e contaram apenas com os esportes coletivos, classificando os finalistas para a fase nacional.

Na ocasião, a delegação pernambucana, composta por 139 pessoas, obteve a primeira colocação geral com 11 medalhas conquistadas.

Na etapa nacional, Pernambuco estará sendo representado nas seguintes modalidades: basquetebol (4 equipes/36 atletas); futsal (3 equipes /27 atletas); handebol (2 equipes/21) atletas) voleibol (2 equipes/18 atletas); atletismo (40 atletas); badminton (6 atletas); ciclismo (4 atletas); ginástica rítmica (3 atletas); natação (25 atletas); vôlei de praia (4 atletas); tênis de mesa (6 atletas); xadrez (4 atletas); judô (32 atletas) e luta olímpica (12 atletas). Teremos ainda 31 técnicos de diferentes modalidades e 12 oficiais completando a delegação.

 

Começa neste sábado (10) em Petrolina a 1ª Feira de Beleza do Vale do São Francisco – HairVale

Expositores trazendo mais de 100 marcas, a exemplo de Amitys, En9 Cosméticos, Paris Profissional e WU cosméticos, já estão em Petrolina – PE para a 1ª Feira de Beleza do Vale do São Francisco – HairVale.

Por Carlos Laerte – CLAS Comunicação & Marketing – Petrolina

IMG_7565(1)O evento que acontece no Centro de Convenções Senador Nilo Coelho, de sábado(10) a segunda-feira (12), apresenta ainda uma programação gratuita com palestras, workshop, salões para orientação técnica e de gestão de negócios, além de bate-papos com profissionais do segmento de beleza.

No horário entre 17h e 22h, o visitante poderá conferir as novidades do segmento de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos e os lançamentos deste setor que é considerado o segundo maior do Brasil com um faturamento anual de R$ 38 bilhões.

IMG_7563Logo no primeiro dia da feira, o promotor de eventos de moda e ator, Beto Binga, participa às 19h de um Bate-papo com o maquiador, ator e gestor cultural, Alzyr Saadher. Outro destaque da feira será o workshop ‘Método de Gestão Financeira Fácil para Espaços de Embelezamento’, que vai trazer de São Paulo o palestrante Ricardo Oliveira para ensinar aos participantes as várias formas de organização das finanças, no âmbito da Beleza, visando bons negócios em 2019.

Durante a HairVale a Agência Municipal do Empreendedor (AGE) vai financiar empreendedores com linhas de créditos de até R$ 10 mil, com juros de 1% ao mês e prazos de até 10 meses para o pagamento.

De acordo com a coordenação da HairVale, a expectativa de público durante os três dias é de 7 mil pessoas com uma grande participação de cabeleireiros, manicures, maquiadores, esteticistas, consultores, lojistas, fabricantes e distribuidores.

IMG_7562“A edição 2018 da HairNor, que realizamos em Recife – PE, no último mês de agosto recebeu um público de 52 mil visitantes, alcançando o resultado recorde de R$ 26 milhões em negócios”, lembrou a coordenadora do evento, Bruna Miranda.

“A cidade tem um raio de influência de 400km, o que dá cerca de 4,5 milhões de habitantes. Ou seja, um número de consumidores muito grande. Por isso, acreditamos que a HairVale deve gerar R$ 4,5 milhões em vendas para o município”, concluiu Bruna.

A 1ª HairVale tem o apoio da Prefeitura Municipal de Petrolina, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Instituto Embelleze. Maiores informações: (81) 34676572 e através do site www.hairvale.com.br.

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CLAS Comunicação & Marketing – Avenida Souza Filho, 997 – Centro – Petrolina-PE = Tel./Fax: (87) 9 8804.0134 ~clascomunicacaoemarketing@gmail.com

Recife ganha projeto de bicicleta compartilhada para crianças

Modelos específicos para os pequenos foram instalados em dois pontos da cidade

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Recife, 9 de outubro de 2018 –  A Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, em parceria com a Tembici, a Urbana-PE e a Prefeitura do Recife, traz uma novidade para os pequenos ciclistas. A capital pernambucana está recebendo 20 bicicletas específicas para crianças, sendo dez na estação Parque Santana, na Zona Norte, e dez no Segundo Jardim de Boa Viagem, na Zona Sul.

 “O objetivo do projeto é estimular o uso das bicicletas compartilhadas em todas as gerações. É ensinar aos pequenos de forma harmoniosa a lidarem com a mobilidade urbana e assim, as crianças, junto com seus pais, podem aproveitar melhor as belezas e encantos do Recife”, comenta o gestor de ciclomobilidade da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, Jason Torres.

 Para utilizar o projeto Bike Kids Recife, é preciso realizar um cadastro no site www.bikekidsrecife.tembici.com.br, informando dados pessoais e de um cartão de crédito válido.

Será necessário criar uma senha de quatro dígitos que será utilizada no totem, junto com o número de CPF.

Para utilizar as bicicletas é necessário escolher um dos planos disponíveis: 60 minutos (R$ 2), diário (R$ 5) ou 3 dias (R$ 12). Cada usuário cadastrado pode retirar até duas bicicletas.

O horário de funcionamento do Bike Kids Recife é das 6h às 22h.  Com a chegada das minibikes, o sistema de compartilhamento de bicicletas chega a um total de 820 bicicletas (800 regulares e 20 minis).

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Fonte: – SECRETARIA DE TURISMO, ESPORTES E LAZER DE PERNAMBUCO -EMPRESA DE TURISMO DE PERNAMBUCO (EMPETUR) =CENTRO CULTURAL CAIS DO SERTÃO -ARENA DE PERNAMBUCO ~PARQUE SANTOS DUMONT ( Assessoria de Imprensa)

 

CARRO ELÉTRICO SONHO DE CONSUMO “Taycan da Porsche entra em produção”

Fábrica de Zuffenhausen recebeu investimentos de 6 milhões de euros para fazer o carro que pode ser carregado em quatro minutos e percorrer até 100 quilômetros

Texto de Jorge Moraes /Diario de Pernambuco

pocheCuriosidade? Não. Realidade. Primeiro imagine que você pode parar em algum ponto de recarga (no posto, por exemplo), tomar um café, ir ao banheiro e quando voltar perceber que seu carro ganhou mais 100 quilômetros de autonomia.  A Porsche ingressa no universo elétrico e mostra a linha de produção do novo Taycan. Ele pode tudo isso e muito mais.

A planta de Zuffenhausen, em Sttutgart, recebeu 1200 novos colaboradores e um investimento de seis milhões de euros para da start ao processo Porsche Production 4.0. No futuro da marca, lá pelos anos 2025, mais de 50% dos modelos serão eletrificados.

O esportivo vai gerar mais de 600 cv através de dois propulsores elétricos acoplados em cada eixo. A autonomia prevista promete ser recorde com 500 quilômetros e se você pensa que a carga será mais ou menos, não esqueça que ele vai fazer 0 a 100 km/h em três segundos e um pouquinho mais.

O vice-presidente da Porsche, Lutz Meschke, afirmou que a receita dos produtos digitais e dos serviços gerados por eles deverá aumentar a contribuição para o sucesso econômico da montadora.  O Taycan ganhou “uma fábrica dentro da fábrica”, no edifício principal, em Zuffenhausen.

Porsche / Divulgacao

 A chegada do veículo para o segundo semestre do ano que vem cria uma força de trabalho que leva à Porsche uma nova viagem entre a era digital e a elétrica. Semelhante ao 919 Hybrid, grande vencedor em Le Mans, o Taycan é alimentado pela tecnologia de 800 V. O nível de voltagem, segundo a Porsche, define efetivamente o curso para o conjunto de propulsão elétrica: desde a bateria de
400 células até à disposição dos sistemas eletrônicos. A engenharia também comenta no resfriamento da bateria de ions de lítio refrigerada por líquido.

Outra sacada é a possibilidade de recarregar o automóvel em apenas quatro minutos, garantindo energia suficiente para percorrer 100 km (de acordo com o ciclo NEDC). Os processos de carregamento rápido. O Porsche E-Performance cobre todas as áreas da infraestrutura com soluções para circulação e para casa ( lá na Europa, claro). Com uma capacidade até 22kW, o Porsche Mobile
Charger Connect é uma forma rápida para carregar o Taycan em casa durante a noite.

O modelo também poderá ser carregado por tecnologia de indução. A joint venture Ionity – que também envolve a BMW, a Daimler e a Ford irá criar 400 postos de carregamento de alta potência com uma capacidade de 350kW por ponto por toda a Europa até ao final de 2019.

Nos EUA, a iniciativa do VW Group, Electrify America, fará a instalação de uma infraestrutura de carregamento (capacidade até 350kW) em 300 áreas de serviço nas autoestradas a partir 2019. A Porsche planeja também instalar mais de 2000 pontos de carregamento AC em destinos como hotéis, em mais de 20 mercados.  Os clientes terão acesso à rede de carregamento da Porsche através do service Porsche Charging.

Centenário da Assembleia de Deus bate recorde de público da Arena de Pernambuco

Um dia marcado, pela representação da fé, da história e da tradição. Ao todo, 57.721 pessoas compareceram ao evento iniciado há um ano

Com informalções e fotos do Diario de Pernambuco

arenaA igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco realizou na noite deste sábado (20), uma celebração em comemoração aos cem anos de existência no estado, na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife.

Considero um dos momentos mais importantes para os membros da instituição, a comemoração do centenário reuniu tantos fiéis, que bateu o recorde de público do estádio.

Ao todo, 57.721 pessoas compareceram ao evento iniciado há um ano. A marca anterior era de 51.350 pessoas, obtida no início dos festejos, em outubro de 2017.

Conduzida pelo pastor presidente, Aílton José Alves e pelo corpo de obreiros da instituição, a cerimônia teve inicio às 15h com uma abertura repleta de louvores e ministrações.

Subiram ao palco principal nomes como os cantores Josafá, Amanda Wanessa, Mayra Carvalho, Aline Irineu, a dupla Canção e Louvor e Eliã Oliveira, interprete da canção oficial do centenário.

A cerimônia contou com a presença de diversos ministros do Brasil e do mundo como o pastor presidente da Assembleia de Deus da Espanha, Juan Carlos Escobar e de autoridades como o governador de Pernambuco, Paulo Câmara.

Um coral com 2.100 mil vozes e uma orquestra com mais de 200 músicos também abrilhantaram a festa.

Apontado pela maioria dos fiéis como um pontos mais emocionantes da comemoração, a celebração foi marcada por uma apresentação dedicada a trajetória da igreja no estado, com a representação da Chama Pentecostal, uma das características da entidade.

A montagem exibiu as diversas etapas da instituição durante os cem anos, e contou com a participação dos atuais diretores e de membros da família dos fundadores da igreja, os missionários Joel Carlson e Signe Carlson, como Ruth Carlson, de 92 anos, filha do casal.

Evento recebeu fiéis de todo o estado. Foto: Rafael Brasileiro/Divulgação

Evento recebeu fiéis de todo o estado. Foto: Rafael Brasileiro/Divulgação

Para viabilizar a celebração, um forte esquema de organização e mobilidade foi montado e contou com o auxílio de cerca de três mil voluntários.

A comemoração recebeu o apoio da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer do Estado, do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Grande Recife Consórcio de Transporte e CBTU.

Ao todo, 1.138 ônibus se deslocaram de todo o Estado trazendo fiéis para participar da festa.

Devido à quantidade de pessoas no estádio, foram montados três postos de saúde, com o apoio de 5 ambulâncias equipadas com UTI.

História 

Fundada em outubro de 1918, através dos missionários suecos Joel Carlson e Signe Carlson, a igreja possui atualmente membros e filiais em todas as cidades pernambucanas.

Além de atividades religiosas e missionárias, a igreja administra também projetos sociais por todo o estado como o ”Projeto Samuel”, que atende mais de 4 mil crianças na RMR com atividades extra-curriculares e o CERELF, em Petrolina, que atua na recuperação de dependentes químicos.