Curitiba sedia evento que dá início às comemorações dos 500 anos da Reforma Protestante no Brasil

luteroPromovido pela Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB) no dia 23 de outubro (domingo), a partir das 19h, na Ópera de Arame, o evento Celebração dos 499 anos da reforma protestante iniciará as festividades do cinquentenário (500 anos) da Reforma Protestante, comemorada em outubro de 2017 com agendas em todo o mundo.

 

A iniciativa local conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba e Igreja Presbiteriana do Brasil e reunirá mais de 1,6 mil pessoas da capital, de todo o Paraná e de Santa Catarina. O evento terá entre suas atrações um coral com mais de 200 vozes e bandas com diversos instrumentos.

A programação contará ainda com a presença dos pastores Juarez Marcondes Filho, secretário executivo da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB); Adelar Munieweg, conselheiro nacional da Liga de Leigos Luteranos do Brasil; Flávio Sauer, Presidente do Núcleo de Comunhão Pastoral de Curitiba e do Bispo Cirino Ferro, Presidente do Conselho de Ministros Evangélicos do Paraná, entre outros.

História da Reforma

O início da Reforma remonta ao ano de 1517, quando em 31 de outubro o então monge católico Martinho Lutero publicou e pregou 95 teses na porta da igreja do Castelo de Wittenberg, na Alemanha, em protesto a diversos pontos da doutrina da Igreja Católica, propondo mudanças como o fim da cobrança de indulgência e do culto aos santos. Este foi o marco zero da Reforma, que conquistou diversos países e hoje conta com dezenas de milhões de seguidores em todo o mundo.

A expulsão de Lutero da Igreja Católica resultou na divisão da Igreja. O movimento ultrapassou fronteiras e se estendeu a outros países da Europa, chegando ao Brasil em 1824, com a imigração alemã.

Para a Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB), uma das herdeiras do movimento, a Reforma tem um grande significado, pois foi responsável por transformações determinantes no rumo da sociedade, com repercussão nos âmbitos social, político, econômico, cultural e educacional.

“No âmbito da educação, a Reforma deu fim à elitização do ensino, tornando-o acessível a todos. No âmbito da economia, resultou na perda do poder totalitário da Igreja Católica”, explica o porta-voz do evento, Ives Möller, da Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB).

“Se hoje temos acesso a uma bíblia em português, e ainda cada vez em linguagem mais atual; se vemos o crescimento tão significativo da comunidade cristã evangélica ao redor do país, isso se deve a um movimento iniciado há 500 anos”, acrescenta.

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