PARA REFLEXÃO – TEMERIDADE E OPORTUNISMO – “Intervenção no RJ leva política de segurança ao centro do debate eleitoral”

rio 1Há o temor, porém, de que, se a medida for bem-sucedida, respalde os defensores de propostas reacionárias.

 

Um texto de Paulo de Tarso Lyra e Rosana Hessel do Correio Brasiliense

 

rio 3A intervenção federal na segurança pública do Rio afastou a reforma da Previdência da campanha eleitoral de outubro, algo impensável há poucas semanas, quando o governo jurava que as alterações nas regras de aposentadoria pautariam o discurso dos presidenciáveis.

A segurança pública já era, tradicionalmente, uma das discussões dos brasileiros. Agora, todos — tanto na oposição quanto na base governista — vão se esforçar para ocultar temas impopulares e conquistar o voto dos eleitores.

A dosagem desse debate ainda é uma incógnita. Há o temor, sobretudo entre os partidos de esquerda, de que a ação dura tomada pelo governo federal no Rio possa estimular uma escalada de discursos radicais, já entoados por defensores de uma intervenção militar, a maior parte deles simpática à candidatura do deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ).

O receio é de que, se a medida der certo, torne-se justificável o alastramento de ações dessa natureza. “O risco existe, claro. Mas a população brasileira vai perceber que isso não resolve. É querer curar câncer com um band-aid”, afirma o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi.

Lupi, curiosamente, diz que a ação do governo federal inibe o discurso duro de Bolsonaro.

O presidenciável afirmou, há algumas semanas — durante encontro com investidores promovido pelo BTG Pactual —, que, para solucionar a crise na Rocinha, colocaria um helicóptero sobrevoando a comunidade atirando panfletos dando um prazo de seis horas para os criminosos se renderem. Se isso não ocorresse, metralharia a favela. “Ele tem um discurso de uma nota só sobre o combate à violência. Quando alguém rouba essa fala dele, Bolsonaro não tem mais nada a oferecer”, critica Lupi.

O presidenciável critica a adoção da medida extrema pelo governo federal. “É um decreto político por parte do presidente Temer, que usa as Forças Armadas em causa própria”, ressalta ele, acrescentando que a ação deveria ser tomada no plano federal. “A verdadeira intervenção tem de começar no governo Temer. E tirar a bandidagem que está do lado dele. Deviam sair todos de lá e descer para comer feijão com arroz”, acrescenta.

O deputado Miro Teixeira (Rede-RJ) defendeu a iniciativa. Para ele, a situação no Rio estava insustentável. “No campo ideal, ela é extremada. Dentro do contexto, necessária. Mas era preciso uma intervenção também no governo federal. O Rio está há 12 anos sob comando do MDB, o mesmo partido do presidente Michel Temer. Esse caos não nasceu agora”, declara.

Como o assunto é popular, os políticos têm dificuldade de confrontar diretamente a proposta. Pré-candidato do PSDB ao Planalto, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, apoia com ressalvas a decisão tomada por Temer.

“É uma medida extrema, mas necessária. Só que tem de ser transitória”, alerta. “Entendo que o governo federal tem de liderar esse trabalho porque, hoje, nossos grandes problemas são o tráfico de drogas e de armas e a lavagem de dinheiro”, diz o tucano. Presidente nacional do Novo, Moisés Jardim defende uma medida de Estado nessa questão. “Se não houver uma centralidade de planejamento, as ações se dispersam”, justifica.

Uma das bandeiras da legenda presidida por Moisés é um Estado mais eficiente e equilibrado do ponto de vista fiscal. Para isso, seria necessária a aprovação de mudanças nas regras da Previdência. Ele, contudo, praticamente joga a toalha em relação a esse debate. “Num país como o nosso, a segurança pública já atrairia, naturalmente, a atenção do eleitorado. Diante do cenário atual, o debate será muito mais eloquente e a radicalização dependerá do êxito da intervenção”, projeta.

Nem mesmo o DEM — partido que pretende lançar como postulante ao Planalto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ) — acredita que a Previdência terá espaço no debate presidencial. Isso porque o parlamentar é defensor das mudanças nas regras da aposentadoria e tem se empenhado para que o governo consiga votar a proposta na Casa. “Providencialmente, esse assunto saiu da pauta, dando espaço para um debate que diz mais respeito ao cotidiano do cidadão”, afirma o deputado Efraim Filho (PB), ex-líder da bancada e um dos principais entusiastas das pretensões presidenciais de Maia.

SOLIDARIEDADE ANIMAL – Formigas formam “equipes médicas” para cuidar de companheiras feridas

FORMIGAS 3Segundo um estudo publicado na revista Proceedings of the Royal Society B, algumas formigas socorrem suas companheiras feridas em operações de caça. O comportamento reduz de 80% para 10% a mortalidade dos insetos.

FORMIGAS 1Paris, França – As formigas africanas matabele socorrem as companheiras feridas nas operações de caça e cuidam delas até que recuperem totalmente a saúde – aponta um estudo publicado nesta quarta-feira (14/2), que mostrou aspectos “assombrosos” do comportamento animal.

Depois de evacuar as companheiras feridas dos campos de batalha e levá-las para o ninho, as formigas atuam como equipes médicas, reunindo-se em torno dos pacientes para lamber seus ferimentos de forma “intensa”, relata um estudo publicado na revista “Proceedings of the Royal Society B“.

Esse comportamento reduz de 80% para 10% a mortalidade das formigas-soldado feridas, observam os pesquisadores.

“Isso não se faz por meio do autocuidado, que é algo conhecido por muitos animais, mas mediante um tratamento feito por outros, que, lambendo intensamente a ferida, impedem que haja uma infecção”, explicou o coautor do estudo Erik Frank, concluído pela Universidade de Lausanne, na Suíça.

 Uma das maiores espécies que existem, essas formigas são guerreiras ferozes e atacam inclusive humanos com sua mordida.

Descobertas

Esses insetos, que levam o nome da aguerrida tribo da África meridional, caçam cupins, que são animais maiores do que elas, atacando os lugares onde se alimentam em colunas de 200 a 600 indivíduos.

 Este método leva à baixa de muitas formigas, que, com frequência, perdem suas extremidades pelas mordidas dos cupins.

“Depois da batalha, as formigas feridas pedem ajuda com feromônios”, explicou Frank.

As “socorristas” usam suas desenvolvidas mandíbulas para recolher as feridas e arrastá-las para o ninho para serem tratadas.

Ainda mais impressionante é que as guerreiras que estão gravemente feridas – por exemplo, insetos que perderam cinco, ou seis, pernas – fazem um sinal para os membros da equipe de resgate para que não percam tempo com elas.

Para a Universidade de Wurtzburgo essa descoberta gera vários questionamentos, considerando essas revelações como “assombrosas”.

“Como as formigas sabem exatamente onde tem uma companheira ferida? Como sabem quando deixar de atender as feridas? O tratamento é meramente preventivo, ou é algo terapêutico, depois que a infecção se instalou?”, questionou a instituição.

SEMANA SANTA GRAVATÁ VAI BOMBAR com Seu Antônio, Marília Mendonça, Gabriel Diniz, Dorgival Dantas e outras atrações.

A Prefeitura deverá realizar uma grande programação no Pátio de Eventos. A PAIXÃO de CRISTO também será encenada e3m praça publica.

Com informações do Diario de Pernambuco

mariliama antonioNa sexta-feira da paixão, 30 de março, a cidade de Gravatá vai receber a Festa Seu Antônio.

Nesta edição, o evento contará novamente com serviço open bar e shows de artistas da música sertaneja e do forró.

m gabrielm dorgivalA cantora Marília Mendonça é uma das atrações que prometem animar a festa. Além dela, o cantor Gabriel Diniz também sobe ao palco.

A festa na semana santa de Gravatá contará ainda com shows do cantor e compositor Dorgival Dantas.

Esta será a terceira apresentação de Marília Mendonça em Pernambuco neste ano.

Recentemente, ela foi uma das atrações da prévia momesca Olinda Beer e também fez a folia em um dos camarotes do Galo da Madrugada.

Intervenção no Rio pode provocar efeito cascata em outros estados

Assim como o Rio, Roraima conta com tropas federais para manter a ordem. No ano passado, as Forças Armadas também foram empregadas no Rio Grande do Norte e no Espírito Santo

texto publicado no jornal Correio Brasiliense, de Brasília-DF

exA crise de segurança está longe de ser exclusividade do Rio de Janeiro.

De acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o país registrou 61 mil assassinatos por arma de fogo em 2016.

Grande parte desses crimes é fruto do investimento precário e da incapacidade dos estados em gerir o setor.

Diante desse quadro, o emprego das Forças Armadas para garantir a ordem pública e social também é uma reivindicação de outras unidades da Federação.

Especialistas avaliam que o ato da Presidência da República em determinar, por decreto, uma intervenção federal no Rio de Janeiro pode resultar num efeito cascata e fazer com que outros governadores solicitem apoio federal para combater a violência.

Assim como o Rio, Roraima conta com tropas federais para manter a ordem.

Cem militares foram deslocados para a região por determinação do ministro da Defesa, Raul Jungmann, com o objetivo de ajudar na crise de imigração, que teve início com a entrada em massa de venezuelanos fugindo do regime ditatorial do presidente Nicolás Maduro.

No começo da semana, Jungmann e o presidente Michel Temer visitaram a capital, Boa Vista, para acompanhar a situação. Após o encontro, que contou com a participação da governadora Suely Campos (PP), o ministro anunciou que mais 100 homens serão deslocados para auxiliar no controle da fronteira com a Venezuela.

Reforço

No ano passado, as Forças Armadas também foram empregadas no Rio Grande do Norte e no Espírito Santo. A atuação dos militares no estado potiguar teve início em dezembro, depois de um pedido do governador Robinson Faria (PSD), em meio à paralisação das atividades das polícias Civil e Militar. Na ocasião, foi enviada uma tropa com 2 mil homens.

O professor José Ricardo Bandeira — especialista em gestão de segurança pública pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e presidente do Instituto de Criminalística e Ciências Policiais da América Latina — destaca que a violência é um problema nacional, e, em ano eleitoral, a vontade de reduzir os índices de criminalidade também tem motivações políticas.

“Essa decisão do governo federal de intervir no Rio de Janeiro pode causar um efeito cascata. Diversos governadores devem fazer o mesmo pedido, pois, assim, eles tiram das próprias costas os problemas de segurança e ainda ganham mais aceitação da população. A crise não é só no Rio de Janeiro, mas nacional”, ressalta.

Em fevereiro do ano passado, a escalada da violência no Espírito Santo, com o aquartelamento de policiais militares, levou o caos e a desordem para as ruas.

Em apenas três dias, o estado registrou 62 mortes. Quando a situação estava insustentável, o Ministério da Defesa, a pedido do governo local, autorizou o deslocamento das Forças Armadas para Vitória.

De acordo com a pasta, a operação custou R$ 37 milhões e contou com 3.169 homens: 2.637 do Exército, 382 da Marinha e 150 da Aeronáutica. Também participaram das ações 287 homens da Força Nacional.

61  mil
Número de assassinatos por arma de fogo no Brasil em 2016

“Sobre a candidatura Temer à reeleição”. Um texto do jornalista Apolo da Silva – Blog Os Divergentes

Porque não se deve descartar a candidatura à reeleição do presidente Temer.

temerHá um vazio político no Brasil para ser ocupado. A eleição presidencial deste ano será completamente diferente das anteriores.

A liderança nas pesquisas do inelegível Lula, o desempenho do inorgânico Jair Bolsonaro e a expectativa criada diante do festivo Luciano Huck revelam que há um buraco a ser preenchido.

O tucano Geraldo Alckmin não conquistou a confiança de seu partido. Lula terá que construir uma candidatura e tentar transferir os seus votos para o petista escolhido.

Os conhecidíssimos Marina Silva e Ciro Gomes estão estacionados. É nesse contexto que os estrategistas do presidente da República, Michel Temer, creem na viabilidade de sua candidatura.

Argumentam que, a despeito da crise, parte considerável da população está otimista com seu futuro imediato. A redução da inflação, da taxa de juro e do desemprego (mesmo que de forma tímida) estaria mudando o estado de espírito dos brasileiros. A intervenção do Rio de Janeiro certamente também vai influir no aumento da confiança no futuro imediato do país.

Cerca de um quarto dos ouvidos, em diversas pesquisas, acreditam no desempenho do presidente e acham que a situação econômica vai melhorar nos próximos seis meses.

Mais ou menos um quinto aprova o governo Temer e também a sua atuação na área da saúde. Pelo menos um terço aprova sua atuação na área da educação, no combate à fome e à pobreza e contra a inflação. Algo próximo de um quarto apoia sua política de combate ao desemprego e para a segurança pública.

Esses dados, mais a publicidade que se fará das realizações do governo durante a campanha eleitoral, dão confiança aos ministros e parlamentares mais próximos do presidente da República.

A disseminação de candidaturas neste campo, como as de Henrique Meirelles e Rodrigo Maia, não é interpretada como uma demonstração de fraqueza, mas como uma necessidade para impedir que outros nomes, de candidatos para valer, ocupem os espaços que ficarem vazios.

A presença nas pesquisas de Huck, do prefeito João Dória e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, também servem a este propósito.

Há seis meses nem se pensava em intervenção no Rio, medida adotada oficialmente nesta sexta-feira. Essa decisão deve melhorar a avaliação do governo, e do presidente, acredita seu time de conselheiros. E ainda há mais que pode ser feito nos próximos sete meses.

Durante a campanha, o Brasil não para. O governo segue funcionando, os problemas surgindo no país e nos estados e sempre há quem bata nas portas do presidente Temer.

Por essas e por outras é que não se deve descartar a candidatura à reeleição do presidente Temer.

Muitos na cúpula emedebista e todos os seus ministros mais próximos acreditam que ela é promissora.

E que a avaliação que se faz de seu governo e de seu desempenho indicaria que, pelo menos, ele poderia chegar ao segundo turno.

Neste, novos apoios ele poderia obter dependendo de quem será seu adversário. Ninguém dirá isso formalmente, mas a candidatura Temer está de pé e, neste momento, há confiança em sua viabilidade.

POSITIVO – Governo de PE aponta redução nos índices de criminalidade durante o carnaval 2018

Secretaria de Defesa Social registrou diminuição de 50% nos crimes contra o patrimônio e de 19,8% nos roubos e furtos.

Com informações do G1 Pernambuco – Portal de Notícias da Globo

positivoO aumento de 300 mil foliões no carnaval do Recife em 2018, no comparativo com o público da festa no ano passado, não teve consequência nos registros de criminalidade durante os quatro dias de folia em todo o estado.

O balanço divulgado pela Secretaria de Defesa Social (SDS) nesta Quarta-feira de Cinzas (14) apontou reduções nos índices de violência, e apenas uma morte registrada oficialmente nos focos de folia, ocorrida em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife.

Na folia de Momo neste ano no estado, foram registrados 617 roubos e furtos, número 19,8% menor que os 1.580 casos contabilizados no carnaval do ano passado em Pernambuco. Também houve redução no total de latrocínios (80%), crimes violentos contra o patrimônio (50,4%) e letais intencionais (25%).

A justificativa da SDS para a diminuição da violência no carnaval pernambucano foi o incremento de R$ 9 milhões que garantiu a presença de 41 mil policiais distribuídos nos focos de folia em todo o estado. Segundo o secretário de Defesa Social de Pernambuco, Antônio de Pádua, foi feito um grande planejamento para garantir a segurança dos foliões na festa deste ano, que recebeu 1,6 milhão de pessoas apenas no Recife.

“Este foi um dos carnavais mais seguros que já tivemos em Pernambuco, com expressiva redução no número de delitos, no comparativo ao ano passado. Eu, pessoalmente, estive no interior do estado para conferir os focos de folia em Bezerros, Pesqueira e Nazaré da Mata, onde pude observar como o carnaval também foi pacífico nessas localidades”, explicou o titular da pasta.

Casos de violência entre 0h do Sábado de Zé Pereira e 23h59 da Terça Gorda

Tipo de ocorrências policiais 2018 2017 Redução
Crimes Violentos Letais Intencionais 59 79 25%
Crimes Violentos contra o Patrimônio 783 1.580 50,4%
Roubos e Furtos 617 769 19,8%
Agressões/vias de fato 82 128 35,9%
Atos obscenos/estupros 4 7 42,9%
Roubos e furtos de celulares 1.019 1.280 20,4%
Latrocínios 1 5 80%
Homicídios 1 3 66%

A campanha Alerta Celular, criada pela SDS para mapear o número de Imei de cada aparelho, cadastrou 3.695 celulares nos postos de atendimento instalados no Sítio Histórico de Olinda e também no Bairro do Recife nos quatro dias de festa. Com isso, a SDS justifica a redução de 20,4% no número de furtos e roubos a celulares durante o carnaval, no comparativo com o ano passado.

O Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco informou que no carnaval deste ano realizou 684 ações preventivas e atendimentos como salvamento, emergências clínicas e salvamentos, 17,5% a mais do que os números da festa no ano passado.

POSITIVO – Estradas de Pernambuco têm 26,5% menos acidentes no carnaval 2018

Segundo a PM, ocorreram 25 acidentes nas rodovias estaduais, da 0h do Sábado de Zé Pereira (10) às 23h59 da Terça Gorda (13).

Com informações do G1 Pernambuco – Portal de Noticias da Globo

acidentesDurante o carnaval 2018, foi registrada uma redução de 26,5% no número de acidentes nas estradas de Pernambuco em comparação com as estatísticas do mesmo período da festa no ano passado.

De acordo com o Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), da Polícia Militar de Pernambuco, ocorreram 25 acidentes nas rodovias estaduais, da 0h do Sábado de Zé Pereira (10) às 23h59 da Terça-feira Gorda (13). O balanço foi divulgado nesta Quarta-feira de Cinzas (14).

O único acidente com morte ocorrido no período momesco deste ano equivale a uma redução de 66% no comparativo com os dados referentes aos dias de folia em 2017, quando foram registrados três casos.

Dos 26 acidentes envolvendo veículos no carnaval deste ano, 18 não deixaram feridos e sete ocasionaram vítimas não-fatais, socorridas para atendimento médico. Esse número de acidentes com feridos representa uma redução de 35,9% no comparativo com o ano passado.

Acidentes nas estradas de PE durante o carnaval 2018

2018 2017 Redução
Total de acidentes 26 34 26,5%
Acidentes com morte 1 3 66%
Acidentes com feridos 7 11 35,9%

Ao todo, o BPRv abordou 4.280 pessoas nas estradas, em 1.855 veículos fiscalizados. Desses, 226 carros foram retidos, sendo 18 deles apreendidos. Também foram recolhidas 19 carteiras de habilitação e 1.323 motoristas foram multados durante o carnaval deste ano.

BOMBOU NO BRASIL – Levantamento divulgado pelo TINDER, aplicativo de paquera revela Recife na segunda posição do ranking de cidades que mais bombaram de curtidas durante a folia

A cidade de Salvador está em primeiro lugar e Rio de Janeiro em terceiro. 

Com informações do blog do jornalista João Alberto, Diario de Pernambuco

Tinder-repO ranking também mostra São Paulo no quarto lugar, seguida por Belo Horizonte – capital mineira, e Vitória – capital do Espírito Santo. As três cidades apostarão nos blocos de rua com diversas atrações, uma ótima oportunidade para usar o Tinder e conhecer novas pessoas.

Famosa pelas belas praias e festas no sul do país, a cidade de Florianópolis, conquistou a sétima posição. Também garantiram participação na lista: Manaus (8º) e as capitais nordestinas: Natal (9º) e Fortaleza (10º).

Opinião da jornalista MÍRIA LEITÃO. “A Lava-Jato vai entrar no final de fevereiro ou começo de março num ritmo mais forte”

LAVA MIRIAAs operações, que ficaram escassas nos últimos meses, devem ser retomadas neste pós-carnaval.

 

LAVAA Lava-Jato vai entrar no final de fevereiro ou começo de março num ritmo mais forte. Quem diz é quem acompanha as investigações.

Há vários motivos para isso, que vão da maneira como a Polícia Federal distribuiu o trabalho no fim do ano até o amadurecimento de investigações que vinham sendo feitas.

As operações, que ficaram escassas nos últimos meses, devem ser retomadas neste pós-carnaval.

A Polícia Federal é polícia judiciária, e quando o Judiciário está em recesso, normalmente a atividade é menor.

Além disso, é polícia de imigração e no fim do ano há um aumento de atividade nos aeroportos, e esse trabalho precisa ser reforçado.

Passado o carnaval, há uma elevação natural do ritmo em outras atividades. É o que acontecerá a partir das próximas semanas.

O diretor-geral da PF, Fernando Segovia, agora está no meio de uma crise, após as declarações sobre o inquérito do presidente Temer. E isso, de uma forma ou de outra, terá que ser resolvido nos próximos dias.

Desde a sua chegada no cargo, no entanto, ele fortaleceu a Lava-Jato, enviando mais quinze funcionários para Curitiba, aumentando em 30 pessoas o efetivo do Rio e dobrando o número de investigadores no GINQ, o Grupo de Inquérito que acompanha os processos que correm no STF.

Havia investigações bem adiantadas precisando apenas de peritos, e eles foram enviados para esses três pontos, onde a Lava-Jato tem mais atividade.

Algumas brechas, entretanto, favorecem os atuais investigados, e aumentam o risco de impunidade.

Nas operações autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal, as que são contra pessoas com prerrogativas de foro, a atual procuradora-geral da República, Raquel Dodge, estaria, na definição de um colega do MP, “comedida, conservadora, cautelosa”.

Na visão benigna sobre o ritmo da procuradora-geral, ela está apenas sendo discreta e haveria, em breve, muita atividade. Outro fato que favorece os investigados é o acúmulo de processos no STF.

O ministro Dias Toffolli já esgotou o prazo de devolver a ação que restringe o foro privilegiado à qual ele pediu vista de forma extemporânea.

O Supremo já tinha maioria formada a favor da restrição do foro quando o ministro pediu vista, adiando a decisão do tribunal.

Quando ele devolver a ação, haverá uma mudança completa. Descerão para a primeira instância muitos processos que hoje estão entupindo os corredores do STF. Neste caso, haverá muito trabalho principalmente para o grupo do Ministério Público que cuida da primeira instância em Brasília. Pode ser até — na definição de um investigador — “uma avalanche de processos mal resolvidos”.

Por EVALDO COSTA “Ave Sangria no carnaval do Recife e eu desgarrado pelo mundo afora.”

Ave Sangria no carnaval do Recife e eu desgarrado pelo mundo afora.

marco poloMas… Valeu, Marco Polo, único bandleader com quem já trabalhei oito horas por dia!!“Nada de novo no front”? O novo é o velho e o velho é o novo!”.

Ave, Zé da Flauta! Ave Almir. Ave Ivinho, Paulo Rafael, Israel – eternos na nave do Ave!!

Ave, Ave!! Minha geração sobe ao palco com vocês!’

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evaldoCopiado o desabado do jornalista Evaldo Costa na sua página do facenook