17 º Remate da Coqueiral acontecerá neste sábado, 14 de abril, na Fazenda Coqueiral em Sairé, com mais 40 lotes de reprodutores e matrizes Nelore

2018-03-25-PHOTO-00012153(1)O remate da coqueiral foi o primeiro a obter a chancela (Leilão homologado) do programa de melhoramento genético de Zebuínos – PMGZ, em PE, com avaliação em 100% dos animais no rebanho em atividade avaliado pelo PMGZ no Nordeste.

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A Fazenda Coqueiral, em Sairé, será a sede no dia 14 de abril, do mais importante leilão de Fazenda do Estado da Raça Nelore, o 17º Remate da Coqueiral, sob a coordenação do empresário Ricardo Kuhni e convidados, com evento iniciando às 14h.

São 40 lotes de reprodutores e matrizes Nelore PO (Puros de Origem) mais 15 matrizes Girolando registradas. Os pré lances e transmissão ao vivo pela  empresa leiloeira LeiloNorte  é de fácil acesso, direto no site www.leilonorte.com, terão 5% de desconto no pré lance.

O remate da coqueiral foi o primeiro a obter a chancela (Leilão homologado) do programa de melhoramento genético de Zebuínos – PMGZ, em PE, com avaliação em 100% dos animais no rebanho.

A fazenda Coqueiral , casa do Nelore RK, seleciona ininterruptamente há 30 anos a Raça Nelore, sendo o segundo rebanho em atividade avaliado pelo PMGZ no Nordeste.

A Garantia é de ofertar apenas animais “superiores” em suas avaliações genéticas. A expectativa para esse ano é manter o crescimento de 20% dos anos anteriores, e faturar R$ 500 mil.

Maiores informações pelo site: www.nelorerk.com.br, ou (81) 99962.2000

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Com informações da jornalista Fernanda Tavares – 81 999250132

O BRASIL DE OLHO – STF confirma para dia 17 julgamento de denúncia contra Aécio Neves

19/10/2017 - Credito: Agencia Brasil - Aecio Neves

Também são alvos da mesma denúncia a irmã do senador, Andrea Neves, o primo dele, Frederico Pacheco

Por: Agência Brasil

O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter para a próxima terça-feira (17) o julgamento sobre o recebimento da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) em um dos inquéritos resultantes da delação do empresário Joesley Batista, do grupo J&F.

Também são alvos da mesma denúncia a irmã do senador, Andrea Neves, o primo dele, Frederico Pacheco, e Mendherson Souza Lima, ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), flagrado com dinheiro vivo. Todos foram acusados de corrupção passiva.

O pedido de adiamento foi feito pela defesa de Andrea. O advogado alegou que não poderia comparecer à sessão porque teria de participar de outro julgamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Para o ministro Marco Aurélio, a defesa não apresentou justificativa relevante. “Nada impede que os julgamentos agendados para a data sejam ordenados, no próprio dia, de modo a possibilitar ao profissional, ante a proximidade dos Tribunais, a realização de sustentação oral em ambos”, decidiu.

Segundo a denúncia, apresentada há mais de 10 meses, Aécio solicitou a Joesley Batista, em conversa gravada pela Polícia Federal (PF), R$ 2 milhões em propina, em troca de sua atuação política. O senador foi acusado pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot dos crimes de corrupção passiva e tentativa de obstruir a Justiça.

Em nota divulgada na última terça-feira, o advogado Alberto Toron, que representa Aécio Neves, disse que o senador foi “vítima de uma situação forjada, arquitetada por criminosos confessos que, sob a orientação do então procurador Marcelo Miller, buscavam firmar um acordo de delação premiada fantástico”.


 

Salário mínimo pode ser de R $ 1.002 em 2019, propõe Governo

Atualmente, o valor do salário mínimo é de R$ 954

Publicado no Diario de Pernambuco

dindinGoverno considera que o valor do salário mínimo pode quebrar a barreira dos R$ 1 mil, se confirmado o reajuste.

A proposta, que será encaminhada ao Congresso, consiste em  R.002 para 2019, R$ 1.076 para 2020 e R$ 1.153 em 2021.

Entretanto, ainda pode sofrer alteração. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (12) pelo Ministério do Planejamento através do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Atualmente, o valor do salário mínimo é de R$ 954. A última mudança aconteceu em dezembro de 2017 e começou a ser válido no dia 1º de janeiro de 2018.

O reajuste foi de 1,81% em relação ao valor fixado para o mínimo no ano anterior, de R$ 937.

Joaquim Barbosa: o ex-faxineiro que virou presidente do STF e pode sacudir as eleições

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa costuma dizer que a vida pública no Brasil é “um apedrejamento constante”. Porém, a partir de sexta-feira, ele deu um passo que o coloca novamente na posição de alvo: filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) e deve ser o candidato da sigla à Presidência.

SAIU NO JORNAL NACIONAL DA TV GLOBO – Fila de políticos que têm contas para acertar com polícia ou Justiça é longa

corrupcao1Desde que começou há mais de quatro anos, a Operação Lava Jato já investigou mais de cem políticos de 14 partidos; dez políticos já viraram réus no Supremo, ou seja, foram denunciados pelo Ministério Público Federal e as denúncias foram aceitas pelo STF.

Todos os dias, os telejornais da Globo têm apresentado o Brasil que os brasileiros esperam do futuro e, desde o início desse projeto, não houve um dia sequer em que um cidadão não tivesse aparecido na tela da Globo para pedir um país livre da corrupção.

O problema é que não passa dia sem que esse assunto esteja presente nos nossos telejornais e na imprensa séria do Brasil. Investigações sobre suspeitas de envolvimento de políticos com esquemas criminosos, suspeitas de cobrança e recebimento de propina, suspeita de favorecimento de empresas, de enriquecimento ilícito, de lavagem de dinheiro, suspeita de roubo de recursos públicos.

Em muitos desses casos, as suspeitas se consolidam em denúncias. Em outros tantos, as denúncias são acolhidas pela Justiça e políticos deixam de ser apenas suspeitos para se tornarem réus.

Nesta segunda-feira (9) em que amigos do atual presidente entraram para esta condição, e um ex-presidente por dois mandatos completou 48 horas numa prisão, o Jornal Nacional apresenta um retrato dessa fila longa, a de políticos brasileiros que têm explicações a dar à polícia ou contas a acertar com a Justiça.

Diariamente, o Brasil que os brasileiros querem é também um país em que a Justiça não leve anos a fio para dizer se alguém é culpado ou inocente ou para punir os culpados com a cadeia e livrar dela os inocentes.

Desde que começou há mais de quatro anos, a Operação Lava Jato já investigou mais de cem políticos de 14 partidos; dez políticos já viraram réus no Supremo, ou seja, foram denunciados pelo Ministério Público Federal e as denúncias foram aceitas pelo STF.

Cinco são deputados federais: José Otávio Germano, Luiz Fernando Faria e Nelson Meurer, do Progressistas; Vander Loubet, do PT; e Aníbal Gomes, do MDB; e cinco senadores: Romero Jucá e Valdir Raupp, do MDB; Gleisi Hoffmann, presidente do PT; Agripino Maia, do Democratas; e Fernando Collor de Mello, do PTC.

Também há outras denúncias apresentadas pela Procuradoria-Geral da República contra 20 políticos. Esses políticos denunciados aguardam decisão do Supremo, que pode arquivar ou transformá-los em réus: os deputados Aguinaldo Ribeiro, Arthur Lira, Eduardo da Fonte, José Otávio Germano, Luiz Fernando Faria e Nelson Meurer, do Progressistas; Vander Loubet e José Mentor, do PT; Lucio Vieira de Lima, do MDB; e os senadores Edison Lobão, Fernando Bezerra Coelho, Garibaldi Alves, Jader Barbalho, Renan Calheiros, Romero Jucá e Valdir Raupp, do MDB; Benedito de Lira e Ciro Nogueira, do Progressistas; Gleisi Hoffmann, do PT; e Aécio Neves, do PSDB.

Até hoje, três anos depois de os primeiros pedidos de investigação da Lava Jato chegarem ao Supremo, nenhum político foi condenado. Mas dois processos estão se aproximando do fim: um contra a senadora Gleisi Hoffmann, do PT, e outro contra o deputado Nelson Meurer, do Progressistas. O Supremo vai decidir se condena ou absolve esses dois parlamentares nos próximos meses.

Mas há outros casos de políticos no Supremo que não fazem parte da Operação Lava Jato, como o do senador Renan Calheiros, que responde por peculato. O processo envolveu o pagamento de despesas pessoais de uma filha dele que teriam sido cobertas por uma empreiteira.

O deputado Paulo Maluf, do Progressistas, foi condenado pelo Supremo recentemente por desvio de verbas de uma obra feita em São Paulo durante a gestão dele como prefeito da cidade nos anos 1990. Ele chegou a ficar preso e agora está em prisão domiciliar.

Em outro caso, o deputado Celso Jacob, do MDB, está preso cumprindo pena de sete anos de prisão.

E outro político, o ex-senador Luiz Estevão, só está preso hoje porque o ministro dias Toffoli determinou o cumprimento imediato da pena. Foi uma decisão que ele tomou apenas a três horas do momento em que o crime seria prescrito, ou seja, não fosse isso Luiz Estevão estaria livre sem possibilidade de ser punido.

No Superior Tribunal de Justiça, há nove governadores investigados e três denunciados.

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, do PT, é réu por corrupção na Operação Acrônimo. O ex-governador de Santa Catarina Raimundo Colombo, do PSD, foi denunciado por caixa dois na Lava Jato.

O ex-governador de Goiás Marconi Perillo, do PSDB, foi denunciado por corrupção passiva numa operação que investiga contratos do governo estadual.

O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, do PSD, é alvo de investigação em um desdobramento da Operação Anteros, pelos crimes de usura, peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Geraldo Alckmin, do PSDB, que renunciou ao cargo de governador de São Paulo para se candidatar, é alvo de um inquérito por suspeita de caixa dois.

E há pedidos para investigar outros governadores.

Além disso, o ex-ministro das Cidades Mário Negromonte, do Progressistas, afastado do Tribunal de Contas da Bahia, é réu no STJ por suposto recebimento propina, numa acusação da Lava Jato.

O presidente Michel Temer também é alvo de investigações, inquéritos e denúncias. Ele está sendo investigado no Supremo em dois inquéritos: um que apura a suspeita de que um decreto assinado por ele beneficiou empresas que atuam no porto de Santos e outro que tenta apurar o repasse de dinheiro da Odebrecht para integrantes do PMDB.

Além disso, as duas denúncias que estão paradas por decisão da Câmara voltam a andar no dia 1º de janeiro, ao fim do mandato de Temer.

Quando o político perde o foro privilegiado, o processo vai para a Justiça de primeira instância. Em Brasília, vários políticos como Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima, os dois do MDB, tiveram seus casos transferidos para a 10ª Vara Federal. Geddel foi preso depois que a PF descobriu mais de R$ 50 milhões em um apartamento em Salvador.

Na Justiça Federal de Brasília correm também outros processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como o que investiga a compra de caças da Força Aérea e a suspeita de fazer tráfico de influência para ajudar a Odebrecht a conseguir uma obra em Angola.

Em outros estados, a Lava Jato alcançou políticos sem foro privilegiado. É o caso do Paraná.

No Paraná
Onze políticos foram investigados no Paraná, todos já são réus na Lava Jato. Um dos políticos investigados na Lava Jato em Curitiba virou delator: Pedro Corrêa, ex-deputado feral pelo PP, está em prisão domiciliar.

Seis políticos cumprem prisão preventiva. Quatro de deles foram condenados em segunda instância, mas ainda têm recursos pendentes: André Vargas, ex-deputado federal que era do PT; Luiz Argolo, ex-deputado federal que foi do PP e do Solidariedade; Gim Argello, ex-senador que foi do PTB; Eduardo Cunha, ex-deputado federal do MDB e ex-presidente da Câmara.

Antonio Palocci, ex-deputado federal e ex-ministro que era do PT, foi condenado em primeira instância.

Aguardam julgamento em liberdade: José Dirceu, ex-deputado federal e ex-ministro do PT, que espera o julgamento de recursos na segunda instância – ele chegou a ser preso preventivamente, mas conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal; e Solange Almeida, ex-deputada federal pelo MDB – o processo dela está em andamento na primeira instância e, nesse processo, o ex-deputado Eduardo Cunha também é réu.

Os processos contra políticos na Lava Jato do Paraná levaram em média seis meses e nove dias meses da denúncia até a condenação pelo juiz Sérgio Moro.

Os casos do Rio
As investigações sobre corrupção no Rio chegaram aos principais palácios do poder e aos homens que, nas últimas duas décadas, comandaram o Executivo e o Legislativo do estado. Todos políticos do MDB.

Sérgio Cabral, o ex-governador do Rio por dois mandatos, é considerado o chefe de uma organização criminosa pelo Mistério Público Federal. Cabral é réu em 22 processos da Lava Jato na Justiça Federal.

Foi condenado em cinco na primeira instância, por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. As penas somadas chegam a cem anos de cadeia.

Ele está preso há um ano e meio. Em janeiro foi transferido para Curitiba por causa de denúncias de regalias no presídio do Rio.

Um dos maiores aliados dele também é réu na Lava Jato. Jorge Picciani, do MDB, foi seis vezes presidente da Assembleia Legislativa.

Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi são acusados de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Como todos são deputados estaduais, o processo está no Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

Picciani foi preso em novembro de 2017, mas saiu da cadeia em março, depois que conseguiu um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele está em prisão domiciliar.

Os outros dois deputados, Paulo Melo e Edson Albertassi, estão presos na cadeia de Benfica, na Zona Norte do Rio.

O Ministério Público Federal diz que os três deputados são parte da mesma organização criminosa de Sérgio Cabral, que desviou centenas de milhões de reais dos cofres do Rio de Janeiro.

Azeredo continua solto
Em São Paulo, os inquéritos da Lava Jato estão mais atrasados. Até agora, não há denunciados nem réus, em primeira instância. Só em relação às delações da Odebrecht, por exemplo, são 41 pedidos de investigação em 2017, que andam bem devagar. Aqueles que são contra pessoas que não têm foro privilegiado estão em andamento na Justiças federal e na estadual.

Há também inquéritos abertos no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que investigam prefeitos e deputados estaduais.

O ex-diretor da Dersa, a empresa paulista de infraestrutura rodoviária, Paulo Vieira de Souza foi citado por delatores da Odebrecht. Eles disseram que um consórcio de empresas manipulou a concorrência do Rodoanel Sul e o repasse para as campanhas eleitorais do PSDB teriam sido feitas por meio da Dersa.

O inquérito que investiga essas denúncias está no Supremo Tribunal Federal porque envolve o senador José Serra e o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, ambos do PSDB, com foro privilegiado.

Paulo vieira de Souza, está preso desde sexta-feira (6), por causa de um outro inquérito em que é acusado de desviar R$ 7,7 milhões.

Já o ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo, do PSDB, está livre da cadeia graças a vários recursos. Ele foi condenado a 20 anos e um mês de prisão no chamado mensalão tucano, um esquema de desvios de recursos do governo mineiro, operado pelo empresário Marcos Valério para financiar a campanha de Azeredo à reeleição em 1998.

Vinte anos depois, ele continua solto. A investigação começou em 2005, mas ele só foi condenado em primeira instância dez anos depois, em dezembro de 2015. Em agosto de 2017, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve a condenação em segunda instância.

Mas o tucano recorreu. O julgamento dos embargos infringentes será no dia 24 de abril. Se for preso, Azeredo ainda poderá recorrer a tribunais superiores.

Todos os políticos citados nas reportagens têm negado reiteradamente qualquer envolvimento em irregularidades.

 

Em Pernambuco oposicionistas de Paulo Câmara acham mais fácil vencer com candidato único

Armando Monteiro Neto não está preocupado com o eventual apoio do PT a Paulo Câmara

do jornalista Inaldo Sampaio – Coluna Fogo Cruzado

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Está de pé o compromisso das Oposições de até o próximo dia 30 apresentarem aos pernambucanos a chapa que irá concorrer ao Governo do Estado e às duas vagas do Senado. O senador Armando Monteiro garante que nenhum nome está escolhido e que todos se encontram em igualdade de condições – ele próprio, o senador Fernando Bezerra, os deputados Bruno Araújo e Mendonça Filho e os ex-governadores João Lyra Neto e Joaquim Francisco.

Por lógico, o lançamento de três chapas – a do governador e outras duas de oposição – tornaria mais fácil o segundo turno, mas esse não é o entendimento dos líderes oposicionistas. Eles estão convencidos de que é melhor para a causa uma chapa única porque a unidade política do bloco repercute positivamente no eleitorado.

O petebista é o líder das intenções de voto nesse campo, mas ainda não se coloca como candidato, aguardando o entendimento, que certamente ocorrerá, com as outras forças da oposição, até o final deste mês. Ele não considera o senador Fernando Bezerra Coelho excluído do páreo, apesar de o partido a que pertence (MDB) encontrar-se no momento sob controle do vice-governador Raul Henry, que integra Frente Popular.

E não manifesta preocupação com um eventual apoio do PT à reeleição de Paulo Câmara dizendo que o povo é testemunha do que um disse do outro nas duas últimas eleições. Está convicto de que o “ciclo do PSB” está-se encerrando e que a maioria dos pernambucanos quer um novo projeto.

Junior Darita se filia ao PSB e é pre-candidato a deputado federal

O ex-candidato a deputado estadual e a prefeito de Gravatá, Junior Darita, assinou nesta sábado (07) a sua ficha de filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Darita PSB 2O governador Paulo Câmara foi quem abonou a filiação do novo socialista. O deputado estadual Waldemar Borges adiantou que Darita será candidato a deputado federal pela Frente Popular. 

“Ele agrega qualidade ao nosso campo politico e fortalece a unidade  das oposições para derrotar a desastrosa e incompetente gestão que está acabando com Gravatá “, afirmou Borges.  

“Agora, vamos unir esforços em favor de Gravatá, do Agreste de Pernambuco, para que nosso estado continue no rumo certo, melhorando a qualidade de vida da população e trabalhando cada vez mais por justiça social em nosso estado. Seja bem-vindo, Darita! Vamos estar juntos por um Pernambuco melhor”, reforçou Paulo Câmara. 

Darita agradeceu a receptividade, o carinho e a atenção do governador e do deputado Waldemar Borges.

“Nós estamos somando esforços, Wal na Assembleia e eu pretendo uma vaga na Câmara dos Deputados, para juntos trabalharmos por Gravatá, por nossa micro-região, pelo Agreste, mas principalmente por Pernambuco, acreditando nesse projeto que com certeza vai fazer Pernambuco muito melhor do que ele é hoje e vai fazer Gravatá muito melhor do que era antes”,  concluiu.

Celeridade de Moro para pedir prisão de Lula impressiona juristas “Foi uma rapidez incomum e até despropositada. Ele não é um homicida que está em fuga”.

Celeridade de Moro para pedir prisão de Lula impressiona juristas “Foi uma rapidez incomum e até despropositada. Ele não é um homicida que está em fuga”, avaliou o ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp

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A decretação da prisão do ex-presidente Lula logo após o julgamento do habeas corpus (HC) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) dividiu especialistas quanto aos próximos passos que restam à defesa para tentar livrar o petista da cadeia.

Para uns, Lula não tem mais saída. Vai ter que se apresentar e entrar finalmente em cárcere.

Para outros, a luta pela liberdade ainda não acabou. Até o fim da tarde de hoje, a situação de Lula pode mudar radicalmente.

Houve unanimidade apenas em um ponto: a decisão do juiz Sérgio Moro de colocar o ex-presidente atrás das grades foi “extremamente rápida”.

“Essa decretação pegou todos nós de surpresa. Esperávamos que o Tribunal Regional Federal (TRF-4) aguardasse o julgamento de embargos de declaração — ou infringentes — porque há uma súmula do próprio tribunal definindo que mandado de prisão somente depois de todos os recursos”, destacou a advogada Fernanda de Almeida Carneiro, criminalista e professora da pós-graduação em direito penal da Faculdade de Direito do IDP-SP.

Por outro lado, Fernanda Carneiro considerou que, nesse caso específico, talvez o juiz tenha entendido que “embargo não tem caráter modificativo”, porque, em 2016, quando o STF autorizou a prisão em segunda instância, “não foi feita ressalva”.

O ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp ressaltou também a rapidez com que o mandado de prisão foi expedido e criticou ainda o despacho de Moro.

“Foi uma rapidez incomum e até despropositada. Ele não é um homicida que está em fuga”, pontuou.

Para Dipp, Moro utilizou uma linguagem inapropriada ao dizer que hipotéticos embargos de declaração constituem apenas uma “patologia protelatória que deveria ser eliminada do mundo jurídico”.

“Essa não é uma maneira ideal para escrever um despacho de um caso que ganhou grande notoriedade e que foi julgado pelo STF e ficou 6 a 5”, pontuou.

João Paulo Martinelli, também professor de pós-graduação de direito penal do IDP, concordou que a “decretação da prisão foi um tanto acelerada”.

“Não estou afirmando que foi perseguição política, mas todo esse trâmite se deu de maneira peculiar”. Para ele, “a Constituição é clara”: prisão após o trânsito em julgado.

“A ministra Rosa Weber disse isso em seu voto”, lembrou. Para Martinelli, até as 17h de hoje, a prisão tende a ser revogada. “Basta uma liminar do ministro Marco Aurélio de Mello, relator, conceder uma liminar até que as ADCs sejam votadas, como sugeriu durante o julgamento do HC.”

Martinelli também discorda das interpretações de seus colegas de que se o STF tivesse aprovado o HC de Lula, os condenados pela Lava-Jato seriam soltos.

“O HC é individual. Não tem efeito vinculante. Não solta estupradores e homicidas. E nem aqueles em prisão preventiva, como o ex-governador do Rio Sérgio Cabral e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.”

Celso Vilardi, criminalista e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), considerou o trâmite absolutamente normal.

“Já estava posto que a liminar era somente para que Lula não fosse preso até o julgamento dos embargos. Isso já aconteceu”. Mesmo enxergando “normalidade”, Vilardi também se assustou com a rapidez.

“Acho que o TRF-4 deveria ter aguardado a possibilidade de um segundo embargo”, disse.

Para Antônio Pitombo, do escritório Moraes Pitombo Advogados, o único problema do pedido de prisão do Lula expedido ontem é o “não cumprimento da legalidade determinada”.

“Todas as ações que envolvem o Sérgio Moro ocorrem sempre fora do esperado. Como é um dever do setor público, devemos cumprir a lei”, acrescentou.

Movimentos sociais

A Central Única dos Trabalhadores disse, em nota, que a prisão do Lula “é uma afronta à Constituição” e abre precedentes graves na Justiça brasileira.

O movimento afirmou também que continuará atuando para unificar e intensificar a capacidade de resistência de toda a esquerda e dos setores democráticos.

“Hoje, Lula que é impedido de ser candidato a presidente por ter sido vítima de processo inventado e manipulado para torná-lo inelegível. Se hoje atacam e condenam Lula, amanhã pode ser qualquer outro brasileiro”, escreveu.

Os sindicalistas das centrais sindicais Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB demonstraram solidariedade e apoio ao ex-presidente e consideraram a decretação da prisão dele “uma medida radical que coloca a sociedade em alerta”.

“Vivemos no Brasil, nos últimos anos, um clima de perseguição política, que tem como pretexto o combate à corrupção, mas quer extirpar do jogo político qualquer programa que valorize a área social, o trabalho e a renda do trabalhador.”