GRAVATÁ, dias 19 e 20 de Outubro – FEIRA DA MÚSICA & NEGOCIOS DO NORDESTE

sun 2Nos dias 19 e 20 de Outubro vai acontecer a primeira edição da The Sun Music Festival – Feira da Música & Negócios na cidade de Gravatá dentro do Hotel Canariu´s.

Serão aproximadamente 50 empresas distribuidoras, importadoras e fabricantes de instrumentos musicais mundialmente renomadas com mais de 400 marcas
dentro do seu arsenal de produtos.

O evento vai receber mais de 300 empresários de diversas partes do nosso pais com foco nos lojistas de instrumentos musicais que atuam na região nordeste.

O principal objetivo do evento é aproximar os distribuidores de seus clientes, promover a prospecção de marcas e produtos e gerar maior visibilidade dos mesmos junto a classe musical da região.

Esta primeira edição é um evento corporativo direcionada a classe empresarial onde serão limitados os convites para os músicos e personalidades influentes da região.

Vão acontecer grandes shows para despertar ainda mais o interesse de todos que participarão deste projeto.

Presenças confirmadas Falcão, Uptown Blues Band, Guy King, Aline Rosa, Davi Moraes, Dave Evans o primeiro vocalista da consagrada banda de Rock AC/DC.

A Expectativa em torno do evento é muito grande os organizadores estão confiantes do sucesso desta grande realização.

Políticas de combate à violência serão decisivas para o futuro do país

Eviolenciaspecialistas apontam que o combate à violência vai muito além da estruturação das polícias e da repressão aos integrantes do crime

Correio Braziliense

Nos próximos quatro anos, o Brasil terá pela frente o desafio de interromper a escalada de violência que avança em todas as regiões.

O próximo presidente precisará enfrentar facções criminosas, combater o crescimento do tráfico de drogas e do contrabando e dar fim ao aumento acelerado do número de mortes violentas.

Além de provocar uma verdadeira tragédia econômica nas regiões mais violentas, a perda de parentes e amigos impacta a vida de 50 milhões de brasileiros.

Ao longo da gestão, o novo chefe do Executivo terá de atuar para proteger as potenciais vítimas e cuidar dos que ficaram, muitas vezes, abalados emocionalmente ou tiveram suas famílias desestruturadas na velocidade da bala.

Especialistas apontam que o combate à violência vai muito além da estruturação das polícias e da repressão aos integrantes do crime. É preciso resolver problemas sociais, como a deterioração da educação e das políticas públicas voltadas ao esporte e lazer.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou no ano passado 63.880 mortes violentas. São 175 assassinatos por dia, número 30 vezes maior do que o registrado em países da Europa.

Além das pessoas que morrem, um quarto da população brasileira é afetada por ter conhecidos entre as vítimas dos atos criminosos.

A quantidade de homicídios registrada em território nacional é a maior do mundo para um país que não está em guerra declarada.

Boa parte das mortes pode ser explicada pelo avanço das organizações criminosas.

O Primeiro Comando Capital (PCC), que surgiu nos presídios de São Paulo, está presente em mais de 20 estados. O Comando Vermelho, a segunda maior facção, avança pelo Nordeste. O Distrito Federal não registra domínio de facções em suas unidades prisionais ou nas ruas. Entre 2014 e 2017, o número de crimes contra a vida na capital caiu 32%.

No resto do país cresceu 2,9% entre 2016 e 2017. Para o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, a solução para conter as facções passa pela reforma do sistema prisional.

“Só prender não resolve, porque os presos mandam de dentro. Tem que retomar o controle dos presídios, ter investimentos, separar por nível de periculosidade (regime fechado, segurança máxima, semiaberto). São poucos os estados que têm a estrutura necessária prevista na Lei de Execuções Penais. Também têm problema de gestão e governança”, observa.

Outro ponto apontado por ele é o rastreamento do dinheiro das facções. “Se quisermos reduzir o poder delas, é preciso investir em investigação, rastreio e bloqueio de dinheiro — follow the money. Não é só mexer na boca de tráfico, no pequeno traficante, mas desbaratar a inteligência financeira”, ressaltou.

O especialista em segurança pública Arthur Trindade, professor da Universidade de Brasília (UnB), destaca que não existe uma ação única para solucionar o problema das organizações criminosas. “A inteligência precisa ser coordenada e cabe ao governo federal melhorá-la. Também não se combate apenas com essa medida. Outra estratégia é estrangular a capacidade de corromper dessas facções, e só se faz isso bloqueando e recuperando os ativos”, afirmou.

Autores e vítimas

Os jovens são os maiores autores e as maiores vítimas da violência. Esse grupo precisa ter acesso a amplas políticas públicas para que suas mentes não sejam tomadas pelas promessas e propostas do crime organizado. Fernando, citado no começo desta reportagem, foi julgado e condenado em 2011, e preso em 2013 no Complexo Penitenciário da Papuda, no DF. “Aconteceu o fato e eu estava junto. Eu era da mesma quadra do garoto que atirou contra um desafeto. Na hora dos tiros, eu corri junto e uma testemunha disse que eu também participei do crime”, afirmou.

Desde criança, o morador de Santa Maria sempre foi atraído por computadores. Mas, na escola pública em que estudava, não tinha aulas de informática. Ter um computador em casa não estava nos planos de famílias carentes, como a dele. Filho de uma doméstica, desce criança, ele se acostumou com o fato do pai der deixado o lar após seu nascimento. “A violência está aumentando. Os jovens estão morrendo com 17 anos de idade. O jovem vai atrás do que lhe é ofertado. Se forem bebidas, drogas e crime, é para esse caminho que ele vai. Mas se forem educação, esporte, cultura, ele também vai”, afirma.

Reintegração

Quando a gestão do próximo presidente terminar, dentro de quatro anos, Fernando estará livre da pena por ter cumprido o tempo determinado pela Justiça. Atualmente, ele integra um projeto social voltado para pessoas que buscam se reintegrar à sociedade e estão em regime aberto. Com o dinheiro que ganha com as atividades, ele paga a graduação em análise e desenvolvimento de sistemas em uma faculdade particular. “Hoje, ajudo minha família. Senti o peso de fazer parte do mundo do crime. Agora, me afasto de qualquer coisa que possa me prejudicar ou ameaçar meu futuro”, disse.

ELEIÇÕES 2018 – “Eleitor recusou parte da elite da política tradicional”, diz cientista político da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Jairo Nicolau

 DEBATEDebate na Fundação Getulio Vargas discutiu resultado das eleições

 

Por: Agência Brasil / Diuario de Pernambuco
Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil
Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

O eleitor deu um “basta em parte da elite da política tradicional” no primeiro turno da eleição de , na análise do cientista político da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Jairo Nicolau. Nicolau e outros cientistas políticos participaram, hoje (8), do Debate dos Resultados das Eleições 2018, organizado pela Escola de Ciências Sociais da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro.

 De acordo com o cientista político, uma série de fatos que ocorreram desde o início da Operação Lava Jato, como a prisão de parlamentares e a difusão de aspectos negativos sobre a política em redes sociais levaram, a este sentimento do eleitor. “Isso tudo foi dando ao eleitor brasileiro uma sensação de enfado e de rejeição à política tradicional que apareceu com uma força incrível”, disse.

 Segundo Nicolau, embora não se possa generalizar, o eleitor preferiu votar em figuras novas, rejeitando a política tradicional e os partidos mais conhecidos. “Políticos tradicionais tiveram muita dificuldade. Em alguns estados isso teve casado, como no Rio de Janeiro para o Senado e nas assembleias, e, em São Paulo, para o Senado. Há claramente uma rejeição à política tradicional, aos partidos mais importantes, que comandaram a política aqui [no Rio] durante tanto tempo”, disse.

 Bolsonaro

Outro fator destacado pelo professor no cenário da eleição de 2018 foi o crescimento do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, que favoreceu o fortalecimento da bancada do seu partido na Câmara, no Senado e nas assembleias estaduais.

 Para o professor, diante do desempenho do PSL na eleição para deputados federais e senadores, a tendência é que haja uma migração de parlamentares no futuro para a legenda, especialmente, de integrantes de partidos que tiveram poucos eleitos em 2018.

 “Os holofotes estão sobre o PSL. Os deputados cujos partidos não alcançaram a cláusula de 1,5% [de votos para ter acesso a recursos como fundo eleitoral e partidário e tempo de propaganda] têm a proteção legal para migrarem ano que vem quando abrir a janela de troca em 2020, aí todo mundo pode trocar”, disse.

 PT

Na visão do cientista político da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV Ebape), Octavio Amorim Neto, o PT errou ao fundir a campanha eleitoral de Fernando Haddad à defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril em Curitiba.

 “Havia várias questões no processo [do ex-presidente Lula] que poderiam ser eventualmente usadas na campanha, mas tinha que haver uma separação organizacional, política, tática e doutrinaria entre a campanha presidencial do candidato do PT, muito provavelmente o Haddad, e a defesa do ex-presidente Lula. O que houve foi a fusão radical desses dois movimentos, o que fortaleceu o antipetismo, o que na minha opinião, tornou-se a maior força política no país hoje em dia. E quem encarnou o antipetismo foi o Bolsonaro e não o PSDB”, disse.

 Reforma da Previdência

Ainda no debate, o professor defendeu que qualquer que seja o eleito em 28 de outubro, terá que fazer uma reforma da Previdência. De acordo com Amorim Neto, os candidatos enfrentam dilemas específicos. Enquanto Bolsonaro tem apoio de militares, que segundo ele, representam grande parte do deficit da Previdência do setor público. Haddad é ligado a outros servidores públicos e grupos sociais.

 A composição do Congresso também vai influenciar na questão. “Alguma forma de reforma da Previdência vai ser aprovada, mas vai depender da negociação e das informações que estão vindo. O sistema partidário está sendo reconfigurado. A gente não sabe exatamente a distribuição de preferência. Tudo indica que o Congresso vai ter uma centro-direita fortalecida, mas pode ser uma nova centro-direita e não sabemos qual é a posição dela em relação à Previdência”, disse Amorim Neto.

 Choque inédito

Segundo o cientista político do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Gwetulio Vargas (FGV CPDOC), Sérgio Praça, o sistema eleitoral brasileiro nunca sofreu uma mudança semelhante à que ocorreu no primeiro turno da eleição de 2018. Como exemplo, ele citou a redução de 31 parlamentares do MDB na Câmara Federal e a derrota de figurões do Senado, entre eles, Romero Jucá (MDB-RR), e políticos envolvidos com a Lava Jato, que não foram eleitos. “É realmente uma coisa simbólica muito marcante”.

 Outra questão que vai pautar o presidente eleito, será o combate à corrupção. De acordo com o professor, vai ser algo delicado e qualquer dos dois que assuma, vai ter que saber lidar com isso. Ele destacou, no entanto, que caso o eleito seja Bolsonaro, ele precisará negociar com os parlamentares que integram partidos do chamado Centrão, que são resistentes à Operação Lava Jato e a medidas contra a corrupção.

 “O centrão e os partidos mais implicados com os escândalos vão ter também que aceitar que o eleitor puniu muito na eleição e entender que vão ter que mudar se quiserem eleição daqui a quatro anos”, concluiu.

INCLUSÃO – Inclusão ES elege deputado deficiente visual e SP elege senadora cadeirante

 inclusaoPela primeira vez, um deficiente visual foi eleito deputado federal

Por: Agência Brasil / Diario de Pernambuco

 

Foto: Reprodução/Facebook
Foto: Reprodução/Facebook

No Senado e na Câmara, a inclusão social de pessoas com deficiência será prioridade para pelo menos dois parlamentares que sabem exatamente quais são essas necessidades. Pela primeira vez, um deficiente visual foi eleito deputado federal. Felipe Rigoni (PSB-ES) foi o segundo mais votado do Espírito Santo.

 Já a cadeirante Mara Gabrilli (PSDB-SP), que é tetraplégica, foi eleita senadora. Referência para os deficientes, ela foi deputada federal e deputada estadual.

Foto: Alexssandro Loyola/ PSDB na Câmara
Foto: Alexssandro Loyola/ PSDB na Câmara

Representante das pessoas com deficiência na Organização das Nações Unidas (ONU), Mara Gabrilli perdeu os movimentos do pescoço para baixo em um acidente de carro. A paralisia, no entanto, não a impediu de levar adiante uma série de projetos políticos. Como deputada federal, conseguiu a aprovação da Lei Brasileira da Inclusão.

Superação

Aos 27 anos, Felipe Rigoni diz que vai trabalhar em um esquema de mandato compartilhado, em que pretende dividir suas opiniões com as de entidades que atuam em várias frentes no Espírito Santo e a partir daí elaborar emendas e apresentar propostas.

Nas rede sociais, o candidato prega a aproximação dos políticos dos cidadãos e mudanças no sistema de financiamento das campanhas. Para sua campanha, Rigoni adotou o sistema de crowfunding, a vaquinha virtual.

Cego desde os 15 anos em decorrência de uma inflamação nos olhos, o candidato fez faculdade de engenharia e pós-graduação. Passou a se interessar por política e decidiu lançar-se candidato a deputado federal no esforço de mudar aspectos da cultura política e combater a corrupção.

Recuperação econômica passa pela retomada da confiança no país

As contas públicas são a principal preocupação para os economistas

Correio Braziliense texto de Hamilton Ferrari

Enquanto esperam o resultado das eleições, os brasileiros têm motivos suficientes para se preocupar com a economia.

Tecnicamente, os dados do Produto Interno Bruto (PIB) mostram que o país já saiu da recessão, mas a sensação de melhora ainda é superficial.

Mesmo com a inflação abaixo do centro da meta de 4,5% por um ano e meio, aliada aos juros mais baixos da história, a atividade econômica está fraquíssima.

Não à toa, as taxas de desemprego e de investimentos ainda estão em seus piores níveis do século.

Os analistas apontam que, atualmente, o potencial de crescimento da economia não supera 2%, considerado um nível baixíssimo. Problemas não faltam para ilustrar o momento de baixo desenvolvimento.

Desde 2014, o Brasil debate quando a qualidade de vida das pessoas vai voltar a melhorar.

Mesmo com a retomada do crescimento de 1% em 2017, o PIB nominal (R$ 6,6 trilhões) ainda está no mesmo patamar de quatro anos atrás.

Neste ano, a economia continuou desapontando e a expansão deve ser menor do que 1,3%, segundo analistas. A economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif, diz que o PIB potencial do Brasil está em 1,5%, num patamar bem abaixo do que já registrou no passado.

A depender do resultado da votação, analistas preveem que a expansão ficará abaixo de 1% em 2018. O índice é muito baixo para o país que tem quase 13 milhões de desempregados e 23,3 milhões de pessoas na miséria.

Há mais incertezas do que definições. A recuperação econômica mais vigorosa depende, primeiramente, da retomada da confiança no país.

As contas públicas são a principal preocupação para os economistas. O Brasil completará, em 2018, cinco anos de deficits primários, com prazo para acabar em 2022. Com isso, a dívida pública bruta superará 77% do PIB neste ano, segundo o Tesouro Nacional.

Sem reorganizar o orçamento, as inseguranças e os riscos aumentam, levando o país a perder duas conquistas: inflação e juros baixos.

Para o Brasil voltar a crescer acima dos níveis atuais, terá de dar mais condições para o aquecimento da economia. O sistema tributário complexo e distorcido prejudica as empresas.

As inseguranças jurídicas do Legislativo, Judiciário e Executivo afastam investimentos. José Ronaldo de Castro Souza Júnior, diretor de estudos e políticas macroeconômicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), afirmou que, ao observar o cenário de longo prazo, não é possível vislumbrar um grande aumento da produtividade.

Bônus demográfico

O especialista ressalta que o fim do bônus demográfico está próximo, em 2018, fazendo com que menos pessoas estejam aptas para o mercado de trabalho.

A partir do próximo ano, a tendência é de crescimento menor, com a população envelhecendo.

“Nós precisamos dar condições para que a nossa economia tenha mais produtividade e seja mais atrativa para investimentos. A insegurança jurídica e o sistema tributário atrasam muito o país. Quando olhamos a literatura, vemos que a maioria dos países que enriqueceram resolveram esses impasses”, explica Souza Júnior.

Para Evandro Buccini, economista-chefe da Rio Bravo Investimentos, o desenvolvimento sustentável não é resolvido de um dia para o outro. “Não tem um só um fator que é resolvido com uma canetada. A solução passa pela abertura da economia. Hoje temos muitas empresas improdutivas. Também passa pelo mercado de crédito, que precisa ser mais barato e mais horizontal, ou seja, menos incentivos para alguns setores específicos”, diz Buccini.

Por enquanto, a confiança dos empresários na economia está num nível ruim. A falta de perspectiva positiva faz com que a taxa de investimento esteja em 16% do PIB, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), muito aquém do desejado.

TRE-PE desmente boatos sobre “voto parcial”

Mensagem falsa de WhatsApp falava em anulação de voto em caso de escolher candidato para apenas um cargo

FONTE – TRE-PE

fakeEstá em circulação no WhatsApp mais uma mensagem falsa para confundir a cabeça do eleitor. Desta vez, o texto informa sobre um tal de “voto parcial”, que resultaria na anulação do voto. Essa informação, no entanto, é falsa, e a figura do “voto parcial” não existe.

Segundo o Art. 116 da resolução 23.554 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se o eleitor confirmar pelo menos um voto, deixando de concluir a votação para os demais cargos, o presidente da mesa receptora de votos o alertará sobre o fato, solicitando que retorne à cabina e conclua a votação.

Caso ele se recuse ou esteja impossibilitado de votar, o voto que ele tiver registrado será contabilizado normalmente e os demais, que ele não registrar, serão considerados nulos. Ao teclar o “confirma”, efetiva-se o registro de cada escolha feita pelo eleitor, seja para voto válido, nulo ou branco.

Também no raro caso de a urna travar, o voto do eleitor que estava em procedimento é reiniciado. Portanto, todo conteúdo da mensagem que está sendo propagada pelas redes sociais sobre “voto parcial” é FALSO.