Pernambuco quebra recorde nas Paralimpíadas Escolares. Gravatá trouxe duas medalhas

Maria Raiane da Silva, da Escola Cônego Eugênio (Gravatá – PE) e Wanderson Monteiro, do EREM Devaldo Borges, em Gravatá, no tênis de mesa individual Classe 7M  trouxeram medalhas para Gravatá

paraCom 26 pódios nos três dias de competição, o estado consegue seu maior número de medalhas na competição.

Pernambuco mostrou que tem quantidade e qualidade nas Paralimpíadas Escolares, que se encerraram hoje (23) após três dias de disputas.

O estado enviou sua maior delegação da história da competição, com 49 membros entre atletas, técnicos e oficiais.

Esse aumento foi sentido e levou ao maior número de medalhas já conquistadas por Pernambuco na competição, que neste ano, foi realizada em São Paulo. Foram 26 medalhas no total, dez ouros, onze pratas e cinco bronzes, em um total de onze pódios a mais do que os 15 conquistados na edição 2017.

No primeiro dia da competição (21), Pernambuco já mostrou sua força levando nove medalhas. João Pedro Albuquerque, do Colégio Militar (Petrolina – PE), conquistou duas medalhas de ouro no atletismo (60m e salto em distância).

Alfredo Silva, da Escola São Sebastião (Ouricuri – PE), também conseguiu ouro, na prova dos 75 metros do atletismo.

Na natação, o ouro foi para Fábio Vitório, do Colégio Marechal Gaspar Dutra, nos 100m costas.

Os paratletas João Pedro Albuquerque e Alfredo Silva também conseguiram medalhas de prata nas provas de lançamento de pelota e lançamento de dardo, respectivamente.

Joyce Silva, da Escola Municipal CAIC (Pesqueira – PE), também ficou com as pratas no arremesso de peso e 100m.

Maria Raiane da Silva, da Escola Cônego Eugênio (Gravatá – PE), finalizou o dia recheado de pódios com um bronze no tênis de mesa.

Na quinta-feira o ritmo não diminuiu e Pernambuco, com mais oito medalhas, empatou o recorde anterior (17 medalhas em 2016) com um dia de disputas sobrando nas Paralimpíadas.

Wanderson Monteiro, do EREM Devaldo Borges, em Gravatá, levou o bronze no tênis de mesa individual Classe 7M.

No arremesso de peso conseguimos a prata com Jonathan Marcelo, da Escola Arruda Marinho, em Pesqueira.

O primeiro ouro do dia veio com Felipe Cavalcante da APAE Petrolina, campeão nos 400 metros Classe T37. Ele também levou o bronze no salto em distância. A natação fechou o dia com mais quatro medalhas.

Ana Beatriz Gomes, do EREM José de Lima Júnior, em Carpina, foi ouro nos 100 metros nado peito categoria SB8 e prata nos 100 metros livres categoria S9.

O outro destaque das piscinas foi Fábio Vitório. Ele já tinha levado um ouro no primeiro dia e no segundo garantiu duas pratas na categoria S8 nos 100 metros livre e 100 metros peito.

O último dia das Paralimpíadas Escolares viu mais uma chuva de medalhas para nosso estado e a quebra do recorde. No total, foram quatro ouros, três pratas e dois bronzes conquistados hoje.

Na natação Vitória Siqueira, da Escola Arão Peixoto de Alencar (Ipubi -PE), foi ouro nos 50m borboleta e prata nos 50m livre S6 categoria B. Ana Beatriz Gomes ficou com bronze 50 metros livre Categoria SB8 e Fábio Vitório Cândido terminou com a prata nos 50m livre Categoria S8.

No tênis de mesa, Maria Raiane da Silva conquistou a medalha de bronze na classe 6 a 8 infantil e ouro na Classe 7 individual infantil.

Já o atletismo teve ouro com Alfredo da Silva no lançamento do dardo DF T42. Na bocha, Andrei Silva, da Escola Municipal Adauto Carício (Belém de Maria – PE), segurou a medalha de prata classe BC4 e Andreza de Oliveira, da Escola Estadual José Mariano (Recife – PE) recebeu ouro Classe BC2, Categoria B.

O grande medalhista pernambucano destas Paralimpíadas Escolares veio da natação. O recifense Fábio Vitório Cândido conquistou quatro medalhas na competição: uma de ouro e três de prata.

Para o Secretario Executivo de Esportes e Lazer de Pernambuco, Diego Pérez, as medalhas são o resultado de um resgate do esporte paralímpico escolar no estado.

“Nós resgatamos os Jogos Paralímpicos de Pernambuco em 2015 e passamos a ouvir os paratletas e técnicos para melhorar a competição.

Em 2018 conseguimos aumentar consideravelmente o número de modalidades e a qualidade dos jogos, e o reflexo foi uma maior delegação para as paralimpíadas e o recorde conquistado nesta competição” explicou.